By uskatpayday loans

Convite – Fórum Youth to Business

Jornalismo hacker

Eu queria falar sobre jornalismo hacker para vocês.

Eu queria que todo mundo encontrasse o que há de soluções dentro de si. Queria que as gambiarras fossem incentivadas, pois são delas que surgem soluções.

Esse conceito, "jornalismo hacker", não é usado atualmente, e a ideia se trata de um mashup entre o que se entende pelo jornalismo e a cultura hacker. O jornalismo, você já sabe o que é, mas o outro conceito, talvez não.

Talvez por "culpa" do próprio jornalismo, o termo "hacker" ganhou de presente um tom pejorativo e que causa desconfiança (nada mais natural que ver o sujeito que pode roubar sua senha do banco sendo chamado de hacker - esse cara "mau" é o cracker). Talvez a culpa seja também de quem lê e não questiona. Vai saber...

Bem, o que a gente trata como  cultura hacker nesse papo é o do uso da inteligência para melhorar algo, é a autonomia em se virar e criar uma solução para uma situação, é o autodidatismo para dar um jeito no problema... Dentro dessa cultura, vem todo o atrelamento do tema aos computadores, internet e temas de alta tecnologia, relação que faz todo sentido. Como usar a tecnologia para melhorar o mundo? Um hacker é um bom cara para responder e praticar ideias para isso. Gambiarras!

Mas e onde o jornalismo entra nessa conversa?

O trabalho com dados se tornou uma considerável área de conhecimento. O entendimento do que são dados, de como obtê-los e como olhá-los são ações que hoje preenchem o embrião do big-data e de todo esse oceano de informações que criamos a cada segundo. Não só economistas, estatísticos, programadores e demais figuras da área de exatas têm papel importante nesse contexto. Nesse âmbito, a divisão entre "humanóides" e "exatóides" se torna ainda mais nula e tola, uma vez que a visão apurada em dados afeta toda e qualquer esfera de conhecimento. Isso acontece com o jornalismo, por consquência.

Quem fez o que, para onde foi o dinheiro, quando aconteceu tal coisa, quantas vezes o fato ocorreu, em quais locais? Como categorizar, planilhar, definir e documentar toda informação que produzimos? Taí a pergunta que urra nos ouvidos de quem vive  em 2013.

O jornalismo de dados hoje é um feto. Apesar de termos bons exemplos fora do Brasil, principalmente (em breve, esses exemplos estarão aqui no Blog), todos estamos na etapa do aprendizado. O fato é que essa novidade toda possibilita ainda mais uma abertura na participação de gente que faz isso acontecer.

Não só de dados vive um jornalismo hacker também. Jornalismo hacjer é tudo o que se possa criar, recriar, reapropriar, gerar mashup. A lei, nesse caso, é a gambiarrocracia, eu penso.

Jornalismo é papel de todos. É tipo cidadania, sabe? 

Que tal a ideia?

Teorias sobre a Twitteratura, hiperliteratura, citação e mídias sociais

Uma era depois de defender minha dissertação de mestrado, percebi que não havia compartilhado. Antes tarde do que nunca. Eis aqui o “trabalho que mais me deu trabalho” na vida, mas que me fez crescer demais também =)

 

“A metáfora usada por Compagnon (2007) no início do livro O Trabalho daCitação é a melhor forma encontrada para se concluir a reflexão proposta nesta pesquisa.Trata-sede uma metáforafeitasobreuma tesoura e uma cola e o ato de se recortar e fazermontagens, colagens, e o prazer que oautor encontrava, enquanto criança, no passear pela complexidade do papel e encaixes exemplifica o “criar textos”. Falando de “ablação”, Compagnon afirma que,ao citarmos, estamos mutilando, tirando as raízes. Ao discutir o “grifo”, o autor o compara àpreliminar de uma citação, e esta, por sua vez, seria uma espéciede lugar onde o texto se acomoda pela integração com outros textos. A escrita, enfim, ésempre uma reescrita.

A internet continua a transformar modos de produzir, receber e consumir qualquertipo de bem, de obra, de contexto. Seu poder de multiplicar, pulverizar e dar poder de falaravárias vozes transforma as criações (mesmo aquelas que já haviam sido criadas, pois agorapodem ser remixadas) e isso afeta a todos, inclusive, o conteúdo que preenche qualquer objeto.”

 

Espero que entendam, espero que ajude. Agradeço a todos pela ajuda

CITAÇÃO E ATRIBUIÇÃO DE AUTORIA NO TWITTER: UM ESTUDO COM BASE NA LITERATURA NO MICROBLOG by Raquel Camargo

Google oferece cursos gratuitos de Adwords

Para quem está interessado em aprender mais sobre criação de campanhas pelo Google Adwords, aqui vai uma grande dica.

Através da ferramenta hangout do Google+ serão feitos cursos online. Não vai ser necessário fazer inscrição, é só chegar :)

A programação é boa e gratuita:

19/02 (terça-feira) às 15h – Campanhas Avançadas – Search/Contexto

Conheça as novidades e oportunidades na Rede de Pesquisa do Google

21/02 (quinta-feira) às 15h – Campanhas Avançadas – Search/Implementação

Entenda as melhores práticas para migrar suas campanhas do Google na Rede de Pesquisa

26/02 (terça-feira) às 15h – Campanhas Avançadas – Display

Conheça as novidades e oportunidades na Rede de Display do Google

12/03 (terça-feira) às 15h – Campanhas Avançadas – AdWords Editor

Aprenda a migrar suas campanhas utilizando o Adwords Editor

 

Show de Tiësto tem participação especial do Twitter do Kalil

Para mim o Alexandre Kalil, presidente do Clube Atlético Mineiro, é um dos caras que melhor faz uso do Twitter no Brasil.

Com o seu perfil no Twitter, Kalil “fura” os meios de comunicação tradicionais, dando notícias em primeira mão. Assessor de imprensa, release, follow up? Que nada! Aí está uma aplicação sensacional do uso da instantaniedade do Twitter sem intervenção de linhas editoriais e outros detalhes da imprensa.

Pra quem está por fora, os que acompanham o Atlético/MG acompanham tudo do time pelo Twitter do sujeito e aí, bem no meio do show do DJ Tiesto surge uma sutil intervenção.
Campanhas pela esperada twittada do Kalil sobre a volta do jogador Tardelli para o Galo já estavam ativas, e eis que no meio da balada o assunto vem à tona.

Veja no vídeo

Debate sobre eleições no Social Media Week

Caros e caras,

volto para deixar um convite para todos.

Estarei na próxima participando de um debate no Social Media Week, um dos maiores eventos de mídias sociaisa (duh!) do mundo.

Eis aqui detalhes do painel:

25/SETEMBRO | 3a FEIRA

15h00 às 16h00 | ELEIÇÕES 2012: VOTOS, APRENDIZADOS E SOCIAL

A corrida eleitoral 2012 já vai estar quase no fim quando esse debate acontecer. Nessa mesa, os heads digitais à frente da campanha política dos maiores candidatos políticas de São Paulo se reunirão para avaliar suas estratégias e planejamento eleitoral no universo online: o que deu certo, o que engajou, o que foi fail e, principalmente, quais os ensinamentos para campanhas futuras?

Debate com Jader Rosseto (Diretor de Criação e Estrategista Digital da campanha de Fernando Haddad), Eden Wiedemann (Coordenador de Social Media na campanha de José Serra), Raquel Camargo (vulgo eu) (responsável pelo trabalho de mídias sociais do UOL Eleições 2012), Eliseu Barreira Junior (Community Manager & Head of Communications no Scup) e mediação de Gilberto Dimenstein (colunista da Folha e fundador do Catraca Livre).

 

É tudo de graça, e  a programação é vasta! Se inscreva aqui e apareça :D . Hasta!