14/05
Raquel Camargo
Bankoo Challenge em Belo Horizonte

Bankoo em bh

Estão abertas as inscrições para organizações e empreendedores sociais que buscam ter seus projetos incentivados pelo Baanko Challenge Social 2015. Realizado anualmente, o evento funciona como um fomentador de negócios na área social, oferecendo palestras, workshops, mentorias e networking para interessados em empreender ou expandir negócios do setor em Minas Gerais. Em 2015, o evento será realizado nos dias 27 de junho e 18 de julho, na Escola Técnica Plug Minas.

O legal é que a proposta é que os projetos selecionados estejam alinhados com os objetivos do Milênio. Nunca ouviu falar? Veja o vídeo abaixo.

A lógica de tudo é mais ou menos assim:
se você for selecionado, vai participar de 2 eventos gratuitos, onde no primeiro sábado, dia 27/06/2015, será uma capacitação de ponta e formação de 8 grupos que vão em conjunto trabalhar um PSI (Projeto Social de Impacto) selecionado alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) da ONU. A meta será no segundo sábado, dia 18/07/2015, apresentar o apoio feito e impactos sociais gerados em apoio à causa escolhida.

Curtiu?
Os interessados devem inscrever propostas gratuitamente pelo site http://challenge.baanko.com/ até o dia 15 de maio. Serão selecionados oito projetos alinhados com pelo menos um dos Objetivos do Milênio (ONU), que receberão suporte de mentores qualificados durante o período de três semanas, bem como uma aceleração para o desenvolvimento de plataformas web com softwares ou sites online e design ou re-design institucional que visam aumentar os impactos sociais gerados.

25/04
Raquel Camargo
Um pouco de Ahimsa no mundo

ahimsa

– Que roupa horrorosa, terrível!
– Obrigada

Tive contato com a palavra “Ahimsa” recentemente. Ela vem do sânscrito e significa não-violência.

Há alguns meses comecei a estudar comunicação-não-violenta, e comecei a me encantar com o tema. São ações simples, lógicas de raciocínio básicas que transformam todo um contexto.

Ação gera reação. O instito humano é reagir, sempre. Muitas vezes, esse “reflexo” se torna o primeiro rolar de uma grande bola de neve e gera consquências grandes, e nem sempre positivas.

A paz começa dentro da gente :)

19/04
Raquel Camargo
Brincadeiras são ferramentas de conexão e educação

livro
Eu não dou conta de encontrar uma coisa muito legal na internet e não compartilhar.
Me deparei agora com o livro “Jardim das Brincadeiras”. Quando você abrir o PDF, vai ver que o negócio foi feito com muito carinho e com muita dedicação. Só consigo dizer “gratidão” aos criadores da obra, que foi idealizada pelo Guilherme Blauth.

Ele sugere que usemos a natureza como “matéria-prima” para brincadeiras simples e dinâmicas. A terra, o ar, folhas, a água o fogo e imaginação são o suficiente para criarmos momentos legais em vários contextos.

“As brincadeiras vêm de outro tempo, atravessam gerações e gerações. Um belo dia chegam para nós:
aprendemos como os nossos antepassados brincaram outrora.
Mas algumas outras brincadeiras surgem espontaneamente, no calor do agora, como mágica”, introduz o livro.

Simples brincar
Brincar conecta o ser humano com sua essência, com a
possibilidade da criação.
Brincar é uma característica primordial da humanidade.
Brincar é um encontro com o humor, com o impossível e o
invisível, com o corpo.

Apenas clique aqui e baixe. E brinque :)
Livro – jardim-das-brincadeiras

18/04
Raquel Camargo
B.I., social media e política: ingredientes para criação de futuros

O poder da marca pessoa é inquestionável e marca a história das coisas, sobretudo, da política.

O cenário político, pelo visto, sempre foi um hub de tentativas e experimentos relacionados à ferramentas e estratégias de personal branding.

Isso não é legado das eleições mais citadas nas palestras de social media, em que Obama surpreendeu a todos fazendo uso diferenciado das mídias sociais. Em 1961, John F. Kennedy foi pioneiro no contexto. Em sua campanha para entrar na Casa Branca, ele e sua equipe resolveram testar a nova tecnologia do momento, a televisão.

A tecnologia do momento revolucionou o contexto eleitoral da época.

Lá em meados de 2008, Barack Obama conquistou um financiamento surpreendente para sua campanha através das mídias sociais. O modelo de crowdfunding fez com que pessoas físicas (e não só empresas, como era de praxe) doassem pequenas quantias (cerca de 86 dólares por doação) criasse um forte financiamento para tudo.

A equipe de social media de Obama fez um trabalho especial. Na estratégia, envolveu cada seguidor de forma pessoal e direta, e isso envolveu os cidadãos de uma forma completamente nova.

Nos últimos anos, nas eleições brasileiras municipais ou nacionais, vimos também muitas micro-revoluções no contexto. Pudemos acompanhar (e alguns puderam até participar) d e uma guerra de hashtags.

Parece que, agora, estamos de novo com um dos pés em um degrau acima: o que mistura B.I., Big Data e Social Media.

Bits, pixels, caracteres, posts, likes e seus rastros serão a matéria prima do amanhã

Bits, pixels, caracteres, posts, likes e seus rastros serão a matéria prima do amanhã

Tudo o que geramos, cada bit ou pixel publicado, enfim, tudo o que fizemos será alpiste para a criação de vôos
altos e longos de estratégias eleitorais.

Não é um papo apenas de monitoramento. O buraco é bem embaixo, mas a mineração de dados permitirá os interessados alcançar camadas cada vez mais profundas e ricas de informações para a criação dos nossos futuros.

Já pensou nisso?

14/04
Raquel Camargo
Entrevista com Lucas Rangel, o mineiro que faz sucesso no Vine

Raquel Camargo participa de programa com Lucas Rangel, do Vine

Aos 17 anos, com 1 milhão de seguidores, Lucas Rangel é a maior celebridade brasileira do Vine​, plataforma de criação de vídeos de 6 segundos.

Fui convidada para participar de um bate-papo com o Lucas, A Elis Amâncio e o Vítor Colares no programa ‘Palavra Cruzada, da Rede Minas. Sem muito mais o que dizer, fica aqui a gravação do programa. Solta o play =)

09/04
Raquel Camargo
Que tal um grupo de conversação de mídias sociais?

O que é bom tem que continuar =D
Já que foi tããão legal essa experiência de criar um grupo de conversação focado em Comunicação Digital e Mídias Sociais, o tal do Lhama Knowledge está com inscrições abertas de novo!

Na programação estão encontros que discutirão gamification, big data, estrutura de textos de notícias factuais, cases dos profissionais de Belo Horizonte e muito mais.

Veja a agenda =)

Grupo de Estudos de Comunicação Digital e Mídias Sociais

 

Ficou afim? Clique aqui agora, saiba mais e se inscreva.

26/03
Raquel Camargo
7 motivos para usar emoticons nas redes sociais, segundo a ciência

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Você se lembra da primeira vez em que viu um emoticon? :)

O primeiro uso documentado de “:-)” é de 1982, quando Scott Fahlman propôs que ele fosse usado com uma forma de “fazer piadas” em uma mensagem para os cientistas da computação do conselho da universidade de Carnegie Mellon. Essa foi a sua mensagem que mudou a internet:

“Eu proponho que a sequência de caracteres seguinte seja usada para fazer piadas:

 “:-)”

“Leia de lado.”

Hoje, emoticon não precisam de tanta explicação. Junto com o crescimento das redes sociais (e o encolhimento dos seus limites de caracteres), essas representações pictográficas de emoções são usadas para dar mais intensidade e significado à comunicação.

Se você ainda não está certo de que os emoticons caem bem para a sua marca nas redes sociais, nós separamos sete razões bem embasadas por estudos científicos de que os emoticons podem fazer você aparentar mais amigável, aumentar a sua popularidade nas redes sociais e ainda te fazer mais feliz offline.

 

A gente já está se sentido mais feliz. :D

 

    1. Emoticons te tornam mais popular nas redes sociais

 

Em análise, mais de 31 milhões de tweets e meio milhão de posts no Facebook comprovam o fato de que emoticons positivos podem ser marcador de status nas redes sociais.

Simo Tchokni e seus colegas do laboratório de computação da universidade de Cambridge usam várias métricas como números de seguidores e a pontuação no Klout (ainda não conhece? Falamos dele nesse post aqui) para determinar traços de influência entre os compartilhamentos em redes sociais e os emoticons foram um fator comum.

 

“As características de um emoticon alcançaram alta performance, sugerindo que existe um link sólido entre o uso de emoticons e a influência social. Usuários mais influentes que tendem a usar emoticons e um placar alto no Klout está fortemente associado com emoticons positivos.” Concluiu o estudo.

  1. Nós reagimos aos emoticons como se fossem um rosto humano real

Se você já quis poder chegar e conversar com os seus seguidores e fãs cara a cara, eis as boas notícias: Um emoticon pode ser a melhor opção!

Cientistas descobriram que quando nós olhamos para um rosto sorridente online, são ativadas as mesmas e bem específicas partes do cérebro que reagem a um real rosto humano.

Uma ressalva: Isso só funciona no formato “esquerda para a direita”. Em outras palavras, o cérebro humano lê “:-)” da mesma maneira que um sorriso humano, mas “(-:” não.

“Emoticons são a nova forma de linguagem que nós produzimos, e para decodificar essa linguagem nós produzimos um novo padrão de atividade cerebral”. Disse o pesquisador Dr. Owen Churches, da escola de psicologia na universidade de Flinders em Adelaide para a ABC Science.

Porque isso pode fazer a diferença quando se trata de redes sociais e marketing? Porque os rostos humanos são particularmente efetivos mecanismos para chamar a atenção.

“A maior parte de nós presta mais a atenção em rostos do que em qualquer outra coisa” Disse Churches, que vem estudando a percepção da neurociência da face por anos. “Nós sabemos experimentalmente que as pessoas respondem de forma diferente a rostos e outras categorias de objetos.

 

 

  1. Emoticons caem bem até em ambientes de negócios

 

Você já deve ter ouvido que emoticons não são profissionais para a comunicação no ambiente de trabalho. Isso pode continuar sendo verdade em algumas indústrias, porém mais e mais rostos sorridentes estão integrando e-mails de trabalho e a ciência mostra que ninguém parece se importar negativamente com isso.

Um estudante da universidade do Missouri-St. Louis quis testar como as pessoas percebem rostos sorridentes em e-mails de trabalho comparados aos e-mails sociais. Pesquisadores enviaram dois tipos de mensagem para um grupo: uma de flertes e outra que decorria de uma entrevista de trabalho, e adicionaram alguns emoticons nas duas mensagens.

Esses pesquisadores descobriram que os emoticons nos dois casos de e-mail fictício fizeram com que quem recebe a mensagem goste mais de quem a enviou e ainda se sinta mais apreciado por quem a enviou. Mesmo no e-mail para a entrevista de trabalho, a credibilidade do remetente não foi afetada pela presença de emoticons, mesmo quando eles usaram 4!

“Em um contexto de trabalho orientado, onde traços impessoais, frios e insociáveis de comunicação via computador são fortemente encorajados a fim de construir credibilidade ou profissionalismo, usar emoticons pode criar uma quebra de gelo positiva por ser amigável e pessoal.” Concluiu o estudo.

 

  1. Emoticons amenizam a dureza de uma crítica

 

Você tem alguma crítica ou feedback para compartilhar? Emoticons podem ajudar.

Estudos da comunicação no ambiente de trabalho mostram que quando um feedback negativo de um superior vem com emoticons positivos, os funcionários estão mais propensos a se sentir bem com a mensagem e tendem a fazer as mudanças solicitadas.

“Nossos resultados sugerem que o uso de emoticons amigáveis aumentam a percepção de boa intenção sobre o provedor do feedback e diminui a percepção de negatividade quando o feedback é específico.”

É importante notar que o uso de emoticons negativos ou pouco amigáveis tem o efeito contrário em alguns casos.

 

  1. Emoticons fazem você parecer mais amigável e competente

 

Quer parecer mais esperto e mais acessível? Emoticons podem ser a resposta.

Em um estudo que teve participantes de bate-papo online com especialistas em saúde e especialistas em cinema, os especialistas avaliaram em ambos os tópicos que aqueles que pareceram mais amigáveis e competentes aqueles que se comunicaram com emoticons.

Esse estudo também ressaltou um ótimo efeito colateral dos emoticons: Eles podem te ajudar a se lembrar do que você leu com mais facilidade! Os autores do estudo descreveram:

“Parece que a presença de emoticons afeta a cognição, porque a pontuação dos participantes sobrea memória para o conteúdo do bate-papo foram significativamente maiores nos contextos com emoticons do que naqueles em que não houveram emoticons envolvidos.

 

  1. Emoticons criam um ambiente de trabalho mais feliz

 

Pesquisadores já sabem a muito tempo sobre o efeito da negatividade em um e-mail, que é um fenômeno em que o destinatário está mais propenso a receber o e-mail com mais negatividade do que o remetente havia planejado. Se não tivermos a chance de compartilhar expressões faciais e pistas não verbais em nossos e-mails, eles podem ser difíceis de interpretar.

Mas emoticons podem oferecer ajuda.

Em um estudo de 2013, cento e cinquenta e dois profissionais leram a mesma mensagem em e-mail com e sem emoticons sorridentes que eram parte de uma situação fictícia de trabalho.

Quando eles foram questionados sobre o que leram, os resultados mostraram que emoticons reduziram o efeito de negatividade nos e-mails relacionados a negócios: a mesma mensagem pareceu menos negativa quando combinada com emoticons sorridentes.

“Os resultados sugerem que essas pistas emocionais simbólicas ajudam “guiar” o destinatário para uma emoção particular (nesse estudo, o emoticon sorridente representa um tom mais positivo) esclarecendo as intensões do remetente.” Disseram os autores do estudo.

Eles adicionaram emoticons que pudessem ajudar os funcionários em locações remotas a “ler” de forma mais precisa o conteúdo emocional de uma mensagem e eles poderiam ajudar, também, a atenuar a cyber agressão e evitar conflitos só por tornar as mensagens mais claras.

 

  1. Emoticons estão correlacionados com a felicidade off-line

 

A última razão para considerar a adição de emoticons em seu vocabulário online? Eles podem simplesmente te fazer feliz!

Um estudo de 2008 descobriu que usuários de emoticons tem uma experiência “efetivamente positiva sobre a diversão, interação pessoal, riqueza de informações percebidas e utilidade percebida.”

O estudo também revelou que emoticons são “não apenas divertidos de usar, mas também “uma adição valiosa para os métodos de comunicação.”

 

Você usa emoticons? Já notou a diference em como eles fazem você se sentir na comunicação? Compartilhe com a gente as suas percepções sobre!

 

Fonte de inspiração do post

23/03
Raquel Camargo
Sobre as timelines das redes sociais

Empatia

É bom demais ver as pessoas compartilhando notícia boa, bons insights e conquistas na timeline do Facebook, do Twitter, do Google, Plus. Não importa o link, o que  me inspira é esse fluxo de postagens que são feitas para mostrarem um fato bom, uma felicidade, um orgulho.

Viaje mesmo; mude tudo pra ser feliz; vá para o melhor emprego do mundo mesmo ou, se preferir, chute o balde e tenha muito sucesso com sua empresa; apaixone-se sim; comemore quando for aprovado(a) em um processo seletivo; ganhe bastante dinheiro também… E compartilhe isso.

Tem muita gente (assim como eu) aqui na torcida.

Olha, para mim essa vida aqui é basicamente uma grande rede e que tem um algorítimo muito louco que cruza o seu bem estar, o seu poder de empatia e sua boa educação no dia a dia com a vida de qualquer outra pessoa. O seu “bom dia” para o motorista do ônibus pode fechar com chave de ouro o seu dia, com efeito da “corrente do bem”.

Sou muito grata por estar nesse planeta, nesse mesmo momento da história do mundo, que vocês. Que “coincidência” boa

Ufa. Pronto, falei.

23/03
Raquel Camargo
Dos esmaltes da Risqué ao empoderamento feminino, em 140 caracteres

Twitter -Caso risque

Desafio do ano: criar campanhas “inovadoras” nas mídias sociais sem que se abra uma brecha para uma grande discussão ideológica.

Está cada vez mais complexo o algorítimo que leva algo a ser “engraçado”. Vide o recente caso da Skol no carnaval, que gerou revolta e tal. Tem muita marca tentando, investindo em um discurso diferente, uma interação diferente e estratégias transmidiáticas, mas o buraco está fundo e os nervos à flor da pele, e qualquer coisa pode virar uma mancha na marca.

Acabou de sair uma campanha da Risqué que dá um tanto de interrogações.

Batizada “Homens Que Amamos”, a campanha usa nomes de homens associados à atitudes específicas para intitular esmaltes. No fundo, fica parecendo que a vaidade femina está unicamente relacionada à satisfação masculina. Dá uma olhada na busca do Twitter ou veja algumas citações abaixo.

É mimimi? Faz sentido? Qual é o estopim disso tudo?

Pra você ver, tem um esmalte da marca que se chama “André fez o jantar”. Sério. Em grupos feministas a discussão sobre o case já rende. O principal argumento é que esses “pequenos gestos”, como o de um homem fazer jantar, é exaltado com a campanha da Risqué e rotulado como romantismo, enquanto uma mulher fazer o jantar é “nada demais”. Além de tudo, ainda tem a “pseudo-conclusão” de que apenas mulheres que gostam de homens usam esmalte.

Tem uma paranoia no ar? Podemos mesmo dizer que há uma espécie de histeria coletiva e todo mundo se sente “perseguido” pela mídia? Ou isso é fruto de um amadurecimento das pessoas com relação à mídia, adicionados ainda ao empoderamento que estamos conquistando (principalmente com a internet)?

Zueiras à parte, ser um profissional de mídias sociais hoje é um ato de responsabilidade social.

19/03
Raquel Camargo
Evento propõe que pessoas passem um dia sem acesso à internet, computador e celular

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Quanto tempo por dia você consegue ficar offline? Quantos encontros com amigos e almoços foram interrompidos pelo hábito de conferir o que há de novo no Facebook ou no Whatsapp?

Uma pesquisa realizada em 2014 mostra que 52% dos brasileiros ficam online diversas vezes por dia, o que comprova que a Internet se torna cada vez mais indispensável para todas atividades rotineiras.

Dos dispositivos usados pelos brasileiros dependentes das novas tecnologias de comunicação, o celular já garantiu espaço entre a maioria das pessoas. Os smartphones já ultrapassam computadores no quesito dispostivos mais usados. De todas as atividades nesses aparelhos, as redes sociais representam 35% das atividades realizadas nos celulares inteligentes do Brasil, de acordo com a pesquisa realizada pelo The Connected Consumer Survey, realizado em 2014.

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Marque na agenda: 26 de abril de 2015, domingo. De 9 horas às 18, em um lugar bonito perto de BH :)

 

Reinicie o seu jeito de olhar, sentir e de conectar-se

Pode até parecer irônico esse evento ser marcado pela web, mas estamos sim te convidando para ficar um dia offline e estabelecendo comunicações de outras formas com a vida.

A vivência, idealizada pela Lhama.me, quer proporcionar aos participantes um momento especial para estarmos presentes no presente, desconectados das mídias e do bombardeio de informações da internet. A ideia é desconectar-se da rede digital para estar conectado a você mesmo, com a natureza e com outras pessoas presentes.

Durante o dia, estaremos no meio da natureza e praticaremos exercícios de meditação musical, musicoterapia conversas, atividades e jogos cooperativos, praticaremos música de forma colaborativa e livre e, principalmente, estaremos presentes.

O preço é baratinho, dá para participar usando o desconto que faz o evento sair por 170 reais. Nesse preço está incluso transporte de ida e volta, trilha sonora feita com carinho, as dinâmicas da vivência que contam, inclusive, com uma cantora, almoço, lanche e muita interação <3

Mais detalhes aqui

Para se inscrever:

Valor promocional para pagamento até o dia 26/03: R$170,00
Valor após o dia 26/03: R$185,00
Pode ser feito através de depósito (Santander, Ag 3049 – CC 01006418-2 – Raquel Camargo) ou dividido no cartão de crédito através do Sympla.

Caso opte pelo depósito, favor enviar o comprovante com nome completo e telefone para raquel@lhama.me
 
*O Sympla cobra uma taxa de serviço para pagamento em cartão. Você pode optar em fazer o pagamento através de depósito bancário. Nesse caso, favor entrar em contato com raquel@lhama.me