26/03
Raquel Camargo
7 motivos para usar emoticons nas redes sociais, segundo a ciência

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Você se lembra da primeira vez em que viu um emoticon? :)

O primeiro uso documentado de “:-)” é de 1982, quando Scott Fahlman propôs que ele fosse usado com uma forma de “fazer piadas” em uma mensagem para os cientistas da computação do conselho da universidade de Carnegie Mellon. Essa foi a sua mensagem que mudou a internet:

“Eu proponho que a sequência de caracteres seguinte seja usada para fazer piadas:

 “:-)”

“Leia de lado.”

Hoje, emoticon não precisam de tanta explicação. Junto com o crescimento das redes sociais (e o encolhimento dos seus limites de caracteres), essas representações pictográficas de emoções são usadas para dar mais intensidade e significado à comunicação.

Se você ainda não está certo de que os emoticons caem bem para a sua marca nas redes sociais, nós separamos sete razões bem embasadas por estudos científicos de que os emoticons podem fazer você aparentar mais amigável, aumentar a sua popularidade nas redes sociais e ainda te fazer mais feliz offline.

 

A gente já está se sentido mais feliz. :D

 

    1. Emoticons te tornam mais popular nas redes sociais

 

Em análise, mais de 31 milhões de tweets e meio milhão de posts no Facebook comprovam o fato de que emoticons positivos podem ser marcador de status nas redes sociais.

Simo Tchokni e seus colegas do laboratório de computação da universidade de Cambridge usam várias métricas como números de seguidores e a pontuação no Klout (ainda não conhece? Falamos dele nesse post aqui) para determinar traços de influência entre os compartilhamentos em redes sociais e os emoticons foram um fator comum.

 

“As características de um emoticon alcançaram alta performance, sugerindo que existe um link sólido entre o uso de emoticons e a influência social. Usuários mais influentes que tendem a usar emoticons e um placar alto no Klout está fortemente associado com emoticons positivos.” Concluiu o estudo.

  1. Nós reagimos aos emoticons como se fossem um rosto humano real

Se você já quis poder chegar e conversar com os seus seguidores e fãs cara a cara, eis as boas notícias: Um emoticon pode ser a melhor opção!

Cientistas descobriram que quando nós olhamos para um rosto sorridente online, são ativadas as mesmas e bem específicas partes do cérebro que reagem a um real rosto humano.

Uma ressalva: Isso só funciona no formato “esquerda para a direita”. Em outras palavras, o cérebro humano lê “:-)” da mesma maneira que um sorriso humano, mas “(-:” não.

“Emoticons são a nova forma de linguagem que nós produzimos, e para decodificar essa linguagem nós produzimos um novo padrão de atividade cerebral”. Disse o pesquisador Dr. Owen Churches, da escola de psicologia na universidade de Flinders em Adelaide para a ABC Science.

Porque isso pode fazer a diferença quando se trata de redes sociais e marketing? Porque os rostos humanos são particularmente efetivos mecanismos para chamar a atenção.

“A maior parte de nós presta mais a atenção em rostos do que em qualquer outra coisa” Disse Churches, que vem estudando a percepção da neurociência da face por anos. “Nós sabemos experimentalmente que as pessoas respondem de forma diferente a rostos e outras categorias de objetos.

 

 

  1. Emoticons caem bem até em ambientes de negócios

 

Você já deve ter ouvido que emoticons não são profissionais para a comunicação no ambiente de trabalho. Isso pode continuar sendo verdade em algumas indústrias, porém mais e mais rostos sorridentes estão integrando e-mails de trabalho e a ciência mostra que ninguém parece se importar negativamente com isso.

Um estudante da universidade do Missouri-St. Louis quis testar como as pessoas percebem rostos sorridentes em e-mails de trabalho comparados aos e-mails sociais. Pesquisadores enviaram dois tipos de mensagem para um grupo: uma de flertes e outra que decorria de uma entrevista de trabalho, e adicionaram alguns emoticons nas duas mensagens.

Esses pesquisadores descobriram que os emoticons nos dois casos de e-mail fictício fizeram com que quem recebe a mensagem goste mais de quem a enviou e ainda se sinta mais apreciado por quem a enviou. Mesmo no e-mail para a entrevista de trabalho, a credibilidade do remetente não foi afetada pela presença de emoticons, mesmo quando eles usaram 4!

“Em um contexto de trabalho orientado, onde traços impessoais, frios e insociáveis de comunicação via computador são fortemente encorajados a fim de construir credibilidade ou profissionalismo, usar emoticons pode criar uma quebra de gelo positiva por ser amigável e pessoal.” Concluiu o estudo.

 

  1. Emoticons amenizam a dureza de uma crítica

 

Você tem alguma crítica ou feedback para compartilhar? Emoticons podem ajudar.

Estudos da comunicação no ambiente de trabalho mostram que quando um feedback negativo de um superior vem com emoticons positivos, os funcionários estão mais propensos a se sentir bem com a mensagem e tendem a fazer as mudanças solicitadas.

“Nossos resultados sugerem que o uso de emoticons amigáveis aumentam a percepção de boa intenção sobre o provedor do feedback e diminui a percepção de negatividade quando o feedback é específico.”

É importante notar que o uso de emoticons negativos ou pouco amigáveis tem o efeito contrário em alguns casos.

 

  1. Emoticons fazem você parecer mais amigável e competente

 

Quer parecer mais esperto e mais acessível? Emoticons podem ser a resposta.

Em um estudo que teve participantes de bate-papo online com especialistas em saúde e especialistas em cinema, os especialistas avaliaram em ambos os tópicos que aqueles que pareceram mais amigáveis e competentes aqueles que se comunicaram com emoticons.

Esse estudo também ressaltou um ótimo efeito colateral dos emoticons: Eles podem te ajudar a se lembrar do que você leu com mais facilidade! Os autores do estudo descreveram:

“Parece que a presença de emoticons afeta a cognição, porque a pontuação dos participantes sobrea memória para o conteúdo do bate-papo foram significativamente maiores nos contextos com emoticons do que naqueles em que não houveram emoticons envolvidos.

 

  1. Emoticons criam um ambiente de trabalho mais feliz

 

Pesquisadores já sabem a muito tempo sobre o efeito da negatividade em um e-mail, que é um fenômeno em que o destinatário está mais propenso a receber o e-mail com mais negatividade do que o remetente havia planejado. Se não tivermos a chance de compartilhar expressões faciais e pistas não verbais em nossos e-mails, eles podem ser difíceis de interpretar.

Mas emoticons podem oferecer ajuda.

Em um estudo de 2013, cento e cinquenta e dois profissionais leram a mesma mensagem em e-mail com e sem emoticons sorridentes que eram parte de uma situação fictícia de trabalho.

Quando eles foram questionados sobre o que leram, os resultados mostraram que emoticons reduziram o efeito de negatividade nos e-mails relacionados a negócios: a mesma mensagem pareceu menos negativa quando combinada com emoticons sorridentes.

“Os resultados sugerem que essas pistas emocionais simbólicas ajudam “guiar” o destinatário para uma emoção particular (nesse estudo, o emoticon sorridente representa um tom mais positivo) esclarecendo as intensões do remetente.” Disseram os autores do estudo.

Eles adicionaram emoticons que pudessem ajudar os funcionários em locações remotas a “ler” de forma mais precisa o conteúdo emocional de uma mensagem e eles poderiam ajudar, também, a atenuar a cyber agressão e evitar conflitos só por tornar as mensagens mais claras.

 

  1. Emoticons estão correlacionados com a felicidade off-line

 

A última razão para considerar a adição de emoticons em seu vocabulário online? Eles podem simplesmente te fazer feliz!

Um estudo de 2008 descobriu que usuários de emoticons tem uma experiência “efetivamente positiva sobre a diversão, interação pessoal, riqueza de informações percebidas e utilidade percebida.”

O estudo também revelou que emoticons são “não apenas divertidos de usar, mas também “uma adição valiosa para os métodos de comunicação.”

 

Você usa emoticons? Já notou a diference em como eles fazem você se sentir na comunicação? Compartilhe com a gente as suas percepções sobre!

 

Fonte de inspiração do post

23/03
Raquel Camargo
Sobre as timelines das redes sociais

Empatia

É bom demais ver as pessoas compartilhando notícia boa, bons insights e conquistas na timeline do Facebook, do Twitter, do Google, Plus. Não importa o link, o que  me inspira é esse fluxo de postagens que são feitas para mostrarem um fato bom, uma felicidade, um orgulho.

Viaje mesmo; mude tudo pra ser feliz; vá para o melhor emprego do mundo mesmo ou, se preferir, chute o balde e tenha muito sucesso com sua empresa; apaixone-se sim; comemore quando for aprovado(a) em um processo seletivo; ganhe bastante dinheiro também… E compartilhe isso.

Tem muita gente (assim como eu) aqui na torcida.

Olha, para mim essa vida aqui é basicamente uma grande rede e que tem um algorítimo muito louco que cruza o seu bem estar, o seu poder de empatia e sua boa educação no dia a dia com a vida de qualquer outra pessoa. O seu “bom dia” para o motorista do ônibus pode fechar com chave de ouro o seu dia, com efeito da “corrente do bem”.

Sou muito grata por estar nesse planeta, nesse mesmo momento da história do mundo, que vocês. Que “coincidência” boa

Ufa. Pronto, falei.

23/03
Raquel Camargo
Dos esmaltes da Risqué ao empoderamento feminino, em 140 caracteres

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Desafio do ano: criar campanhas “inovadoras” nas mídias sociais sem que se abra uma brecha para uma grande discussão ideológica.

Está cada vez mais complexo o algorítimo que leva algo a ser “engraçado”. Vide o recente caso da Skol no carnaval, que gerou revolta e tal. Tem muita marca tentando, investindo em um discurso diferente, uma interação diferente e estratégias transmidiáticas, mas o buraco está fundo e os nervos à flor da pele, e qualquer coisa pode virar uma mancha na marca.

Acabou de sair uma campanha da Risqué que dá um tanto de interrogações.

Batizada “Homens Que Amamos”, a campanha usa nomes de homens associados à atitudes específicas para intitular esmaltes. No fundo, fica parecendo que a vaidade femina está unicamente relacionada à satisfação masculina. Dá uma olhada na busca do Twitter ou veja algumas citações abaixo.

É mimimi? Faz sentido? Qual é o estopim disso tudo?

Pra você ver, tem um esmalte da marca que se chama “André fez o jantar”. Sério. Em grupos feministas a discussão sobre o case já rende. O principal argumento é que esses “pequenos gestos”, como o de um homem fazer jantar, é exaltado com a campanha da Risqué e rotulado como romantismo, enquanto uma mulher fazer o jantar é “nada demais”. Além de tudo, ainda tem a “pseudo-conclusão” de que apenas mulheres que gostam de homens usam esmalte.

Tem uma paranoia no ar? Podemos mesmo dizer que há uma espécie de histeria coletiva e todo mundo se sente “perseguido” pela mídia? Ou isso é fruto de um amadurecimento das pessoas com relação à mídia, adicionados ainda ao empoderamento que estamos conquistando (principalmente com a internet)?

Zueiras à parte, ser um profissional de mídias sociais hoje é um ato de responsabilidade social.

19/03
Raquel Camargo
Evento propõe que pessoas passem um dia sem acesso à internet, computador e celular

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Quanto tempo por dia você consegue ficar offline? Quantos encontros com amigos e almoços foram interrompidos pelo hábito de conferir o que há de novo no Facebook ou no Whatsapp?

Uma pesquisa realizada em 2014 mostra que 52% dos brasileiros ficam online diversas vezes por dia, o que comprova que a Internet se torna cada vez mais indispensável para todas atividades rotineiras.

Dos dispositivos usados pelos brasileiros dependentes das novas tecnologias de comunicação, o celular já garantiu espaço entre a maioria das pessoas. Os smartphones já ultrapassam computadores no quesito dispostivos mais usados. De todas as atividades nesses aparelhos, as redes sociais representam 35% das atividades realizadas nos celulares inteligentes do Brasil, de acordo com a pesquisa realizada pelo The Connected Consumer Survey, realizado em 2014.

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Marque na agenda: 26 de abril de 2015, domingo. De 9 horas às 18, em um lugar bonito perto de BH :)

 

Reinicie o seu jeito de olhar, sentir e de conectar-se

Pode até parecer irônico esse evento ser marcado pela web, mas estamos sim te convidando para ficar um dia offline e estabelecendo comunicações de outras formas com a vida.

A vivência, idealizada pela Lhama.me, quer proporcionar aos participantes um momento especial para estarmos presentes no presente, desconectados das mídias e do bombardeio de informações da internet. A ideia é desconectar-se da rede digital para estar conectado a você mesmo, com a natureza e com outras pessoas presentes.

Durante o dia, estaremos no meio da natureza e praticaremos exercícios de meditação musical, musicoterapia conversas, atividades e jogos cooperativos, praticaremos música de forma colaborativa e livre e, principalmente, estaremos presentes.

O preço é baratinho, dá para participar usando o desconto que faz o evento sair por 170 reais. Nesse preço está incluso transporte de ida e volta, trilha sonora feita com carinho, as dinâmicas da vivência que contam, inclusive, com uma cantora, almoço, lanche e muita interação <3

Mais detalhes aqui

Para se inscrever:

Valor promocional para pagamento até o dia 26/03: R$170,00
Valor após o dia 26/03: R$185,00
Pode ser feito através de depósito (Santander, Ag 3049 – CC 01006418-2 – Raquel Camargo) ou dividido no cartão de crédito através do Sympla.

Caso opte pelo depósito, favor enviar o comprovante com nome completo e telefone para raquel@lhama.me
 
*O Sympla cobra uma taxa de serviço para pagamento em cartão. Você pode optar em fazer o pagamento através de depósito bancário. Nesse caso, favor entrar em contato com raquel@lhama.me
25/02
Raquel Camargo
Lhama.me anuncia parceira com Encontro Locaweb e promove simulação do futuro das mídias sociais

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Neste ano, o Encontro Locaweb de Belo Horizonte vai contar com uma sessão de ‘Futurização’, formato aberto de evento que propõe simular o futuro das novas mídias de forma colaborativa. O evento acontece no dia 06 de março, no Hotel Ouro Minas.

 

Além de atuar como gestora de comunicação digital de empresas e artistas, a Lhama.me é também uma agência que busca fomentar a interação offline através de eventos. Com a meta de potencializar redes e promover o conhecimento do ecossistema de social media e comunicação digital, a Lhama.me é a mais nova parceira da edição mineira do Encontro Locaweb de Profissionais da Internet, uma iniciativa da Locaweb, que já reuniu mais de 26.000 participantes somando suas 15 edições.

 

“Usando metodologias de conversação e muita interação, falamos das tendências do mercado,das tecnologias que podem fazer diferença em nossas estratégias. Com vários profissionais da área, criamos juntos um painel do futuro da área e ampliamos nosso networking”, explica Raquel Camargo, professora universitária e fundadora da Lhama.me

 

Os interessados em prever o futuro colaborativamente e experienciar o “futuro das mídias sociais” através dessa inusitada dinâmica deve se inscrever no site do Encontro.  Para ter ainda 50% de desconto, basta enviar uma mensagem privada para a fanpage da Lhama.me. A sala do “Futurização” será anunciada no palco principal do evento e deve começar na parte da tarde.

 

Veja aqui mais informações sobre outra edição do Futurização, que contou com a agência Tea With Me na idealização.

 

Sobre a Lhama.me

Somos um laboratório de interação online e offline. Oferece serviços de gestão de mídias sociais, produção de conteúdo, monitoramento e gerenciamento de anúncios digitais.  Idealiza e facilita eventos, cursos e vivências com objetivo de compartilhar conhecimentos relacionados ao universo da comunicação digital.

 

Sobre o Grupo Locaweb

A Locaweb é líder em Hosting Infrastructure Services no Brasil, segundo a IDC. Com 17 anos de experiência, cerca de mil funcionários e 260 mil clientes, oferece soluções em Software (SaaS), Plataforma (PaaS), Infraestrutura (IaaS) e Marketing (MaaS) e tem capacidade para mais de 25 mil servidores. De acordo com o relatório Hostmapper, a empresa é líder isolada no mercado de domínios .com.br. Entre 2012 e 2013, adquiriu quatro novas empresas: a Eventials (plataforma para transmissão de eventos), a Tray Commerce (plataforma de loja virtual), a SuperPay (meio de pagamentos online) e a All In Mail (plataforma de envio e gerenciamento de campanhas de e-mail marketing), criando o Grupo Locaweb.

21/02
Raquel Camargo
1º Círculo de doutorandos informais em BH

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A Lhama.me é um laboratório de interação. Essa é a empresa que faço parte hoje <3
A gente ama internet, ama analisar comportamento, ama trabalhar com gerenciamento de redes sociais e comunicação.  Mas a gente só tem muita paixão por isso, por quê a interseção disso tudo é o danado do ‘conhecimento’. Uma das metas de vida da Lhama.me é ser uma agente de transformação e compartilhamento de conhecimento, e por isso fazemos eventos relacionados à isso, com o nosso projeto Lhama Knowledge.

Após dar início no 1º Grupo de Estudos de Mídias Sociais e Comunicação Social, trazemos agora mais uma coisa bem legal pela primeira vez para BH: o Círculo de Doutorandos Informais.

Chamado também como CDI, esse encontro é uma experiência e um experimento. Confiando no poder de um grupo que se reúne com um propósito comum, vamos despertar uns nos outros lampejos e sonhos. Também é meta traçar caminhos concretos para materializar as “aprendências” de cada um.Durante 2 noites seguidas (dias 4 e 5 de março, quarta e quinta) os participantes do Círculo serão provocados a desconstruir crenças, embarcar em processos de aprendizagem livres, tornarem-se mentores de outros participantes e colocar no papel as ações necessárias para iniciarem suas jornadas. Ah! O encontro é gratuito, só precisa se inscrever.

O chamado do Círculo é para você, que tem coceira por investigar/pesquisar/aprender/criar coisas novas em qualquer área do conhecimento. Também é para você que se coça todo quando pensa nas limitações do meio acadêmico, com mais barreiras do que pontes e portais.

É possível. Vamos? Se inscreva aqui (são apenas 25 vagas!) http://bit.ly/doutorado-informal-BH #lhamaKnowledge

Ficam aqui também agradecimentos sempre especiais ao The Plant, espaço de co-working de BH que sempre apoia nossos devaneios <3

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08/02
Raquel Camargo
Sobre as formas de aprender e doutorado informal

Raquel Camargo - doutorado informal e educacao  - Comunicação digital e inovação

Essa é uma tradução do material do professor da Universidade de Utah, Matt Might, feito para explicar o que de forma didática o que é um doutorado.

Você já pensou em ser doutor em algo? Eu, desde adolescente, tinha uma ideia de fazer mestrado na cabeça, mesmo sem entender muito o que isso significaria para mim. Hoje, com a iniciativa do 1º Grupo de Estudos de Mídias Sociais e Comunicação Digital, com o projeto Lhama Knowledge, na ativa e também com a minha incessante busca por conhecimento, volto a pensar na minha carreira acadêmica (que foi despriorizada assim que terminei meu mestrado em Estudos de Linguagens).

Hoje questiono os modelos de educação, os formatos de aula, os materiais didáticos, as burocracias, critérios de avaliação, as regulamentações e quase tudo que envolva esse papo de compartilhar conhecimento. Questiono diariamente, busco novos experimentos e potenciais respostas, e claro, assim como toda a sociedade, não tenho uma fórmula mágica para isso, mas sempre topo um protótipo.

Geralmente eu tenho orgulho de conhecer os amigos que tenho. Felizmente tenho uma rede realmente muito boa, e a maioria das pessoas que tenho por perto são inspiradoras e costumam compartilhar comigo e com o mundo coisas muito legais de serem pensadas.

Nesse pacotão de gente-do-bem tem o Alex Bretas. Menino novinho e super engajado em inovações, ano passado ele fez uma baita campanha pelo Catarse para criar um livro chamado ‘Educação Fora da Caixa‘. Baseado em um discurso chamado de “Doutorado Informal“, o meu conterrâneo trouxe à tona um debate relevante sobre modelos alternativos de aprendizagem entre adultos. A jornada do Alex propõe que a jornada de busca de conhecimento seja baseada em curiosidade e autonomia. Dá pra entender melhor o projeto clicando aqui.

Eis que chego aqui por causa disso também, querendo apresentar para vocês esse conceito inovador e polêmico. Doutorado? Segundo quem? Quais referências você usa para fazer uma tese? Até onde isso é relevante? Convido todos para questionar esse tipo de dinâmica social do conhecimento através dos textos do Alex Bretas =)

28/01
Raquel Camargo
Inscrições para o Grupo de Estudos de mídias sociais e comunicação digital

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Enfim, vou conseguir tirar um sonho do papel. Claro, para isso acontecer tem um tanto de gente envolvida, pelo menos umas 90 pessoas têm crédito nesse movimento que está começando aqui em BH.

Sempre falei desse papo de ter um grupo aqui em Belzonte, mas só agora a energia veio e tudo fluiu. Após fazer uma pesquisa de interesse e de busca de melhores datas e horários para os encontros, percebi que tem muita gente por aqui com esse “buraco no coração”, sentindo falta de iniciativas que tragam compartilhamento de conhecimento e networking em BH. Aí, após as mais de 90 resposta dessa pesquisa eu me senti possuída de ânimo e coragem pra fazer o negócio acontecer.

Busquei empresas que tiveram abertura e muita simpatia para receber minha proposta e toparam apoiar a iniciativa, propiciando que nossos encontros ficassem bem baratos, pois uma preocupação que eu tinha era em manter o grupo sustentável financeiramente, porém, com um preço acessível. Enfim, agradeço muito ao pessoal da Guapo Criativa, pelo apoio nas apresentações, ao pessoal da Zahpee pelo apoio e trabalho de monitoramento, ao The Plant CoWorking pelo apoio no espaço, pela Livraria Asa de Papel pelo livro que será sorteado no encontro e pela Adocica Doces e Chocolates que vai dar uma doce surpresa no evento.

Bem, o encontro vai vir pra gente queimar fosfato, se inspirar, compartilhar momentos e tudo mais. Outra preocupação minha com essa proposta é em não transformar nossos momentos em grandes e entediantes aulas. Tentaremos levar dinâmicas e leveza às conversas do grupo.

Fica aqui a dica dessa iniciativa, que está dando trabalho, mas também está dando muita emoção e inspiração <3

Se você está em BH e ficou afim, tem até amanhã para se inscrever!

Todos os detalhes estão aqui no site da Lhama.me

Gratidão á todos que confiaram e toparam o desafio =D

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Todos os encontros acontecerão no The Plant CoWorking (Rua Grão Mogol, 662, Sion), sempre das 10h às 12h30 dos dias marcados. Veja a nossa programação detalhada.

1) 07 de fevereiro – de 10 as 12h30 – Encontro inaugural
Tema: A história da escrita e seu impacto nas novas tecnologias
Convidada: Ana Elisa Ribeiro

2) 21 de fevereiro – de 10 as 12h30
Temas: Meios, mídia e mediação. ( Texto de Lucia Santaela)
A Cultura dos Media e Mediação (Medienkultur) – (Textos de Vilem Flusser – Discursos e diálogo + Michael Hanke)

3) 07 de março – de 10 as 12h30
Tema: Psicologia do consumo e comportamento nas mídias sociais
Convidado: Cínthia Demaria

4) 21 de março – de 10 as 12h30
Tema: Intraempreendedorismo – Cases do grupo
Participantes poderão apresentar pitchs de seus próprios cases e conversaremos sobre os mesmos em seguida.

5) 11 de abril – de 10 as 12h30
Tema: Interação e a espiral do silêncio nas mídias sociais (Discussão sobre o estudo da Pew Internet)
- Convidado: Prefeitura de BH – bate-papo sobre nova linguagens e o feedback recebido pelo público, as interações no Facebook, etc

 

Se interessou? Entra aqui agora.

22/01
Raquel Camargo
Escola usa “iPad gigante” em propaganda e vira meme no Facebook

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Posso até ouvir as vozes do brainstorm da campanha: “Fácil! Produto Apple é tudo igual. A gente pega aquele notebook diferente do Wladimir e vira ele de lado, as estudantes fingem que estão olhando um iPad e vai ser sucesso!”.

Claro que a ideia deu muito errado. Apesar de ter um grande trabalho profissional de direção de arte e de mídais sociais na campanha, esse “pequeno detalhe” transformou a vida de quem cuida do Facebook da escola mineira SIEC um caos.

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Após a publicação das fotos, uma enxurrada de comentários transformou a página. Além de comentários, pessoas replicaram a ideia da foto.

Além disso, é claro, algumas marcas como a Méliuz e iGO SOlution pegaram carona na brincadeira para fazer publicações =)

 

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15/01
Raquel Camargo
5 dicas de apps para ser mais produtivo em 2015

Tempo, tempo, mano velho. Como é possível perder ou ganhar tanto tempo com pequenas mudanças de atitudes?

Se você tem dificuldade de controlar o tempo e produtividade, fica aqui umas dicas Se você tem problemas com o horário, se perde na sua agenda ou vem esquecendo algumas datas que não podia esquecer, os aplicativos certos podem ser uma mão na roda para evitar problemas. Pensando nisso (e também sofrendo disso) separamos uma lista com cinco aplicativos que podem facilitar e organizar a sua rotina, é só escolher o que combina melhor com as suas necessidades. Ah, e não se preocupe, são todos gratuitos e compatíveis com sistemas Android e iOS.

EasilyDo

Como um quebra galho de primeira linha, o Easilydo integra email, Facebook, LinkedIn, Twitter e Evernote pra espremer deles as informações mais relevantes, como quando é o seu próximo compromisso com direito à informações de como chegar lá e quais serão as condições do clima na data prevista.

Ainda não te convenceu? O aplicativo também checa a sua caixa de entrada e te diz quais são os emails são mais urgentes e também te avisa quando os aniversários dos seus amigos nas redes sociais estão se aproximando (o que, diga-se de passagem, é de grande ajuda). É como ter um assistente que evita que os compromissos importantes passem em branco.

 

Timeful

Mais do que organizar sua agenda e evitar que compromissos importantes caiam no mar do esquecimento, o Timeful arranja um tempo pra fazer todas aquelas coisas que você vive dizendo que vai fazer, mas nunca tem tempo. Um reeducador! O aplicativo ordena os seus afazeres em três categorias: Eventos (reuniões de trabalho, visitas às tias distantes ou idas à sorveteria), to-dos (comprar ração pro seu bichinho, separar as roupas que já não servem mais ou tirar as teias de aranha do teto da sala) e hábitos (coisas que você quer inserir no seu dia a dia, como caminhadas, idas à academia ou alguma das coias que você estabeleceu como meta pra ese ano).

Você registra no aplicativo as suas horas de trabalho, as horas de sono e os períodos mais produtivos do dia e é aí que a mágica acontece: o aplicativo faz um planejamento pra que você possa encaixar todas essas coisas no seu dia a dia sem se enrolar. Poderíamos fazer isso, mas delegar as tarefa é quase sempre uma solução melhor, né?

 

TeamViewer

Vamos imaginar que você tenha uma reunião importante hoje e foi por causa dela que você precisou trabalhar até tarde nessa madrugada, revisando tudo pra que as planílhas estivessem impecáveis. Mas, numa falta de sorte, você não leva o arquivo pra reunião. E agora, game over? Não mesmo. O TeamViewer é um desses aplicativos que  fazem acesso remoto ao seu computador com um ou dois cliques pra copiar arquivos e pastas em segundos. Ele oferece também a possibilidade de colaborar em arquivos de outras pessoas ou que essas pessoas colaborem em seus arquivos, tudo isso com a agilidade que a sua rotina pede.

 

Doodle

Com a premissa de cooperar com o seu calendário, o Doodle torna menos provável você se esquecer de um compromisso com aquela amiga com quem você já não se encontra há algum tempo ou que você marque duas reuniões no mesmo dia e no mesmo horário (o que não é tão impossível quanto possa parecer). O aplicativo considera-se “O programa de agendamento que você que realmente usará” por ter uma interface simples e ser mais rápido  que os demais aplicativos de agendamento, ou pelo menos é o que eles dizem. Ele também oferece um controle de enquetes e eventos, para que você saiba quem poderá ir ou quem faltará, encripitação SSL e design personalizado para membros premium, o que é um serviço pago.

 

WPS Ofice

Com a necessidade de ter acesso contínuo aos seus documentos e a velocidade das informações que despencam o tempo todo de qualquer lugar, veio a preocupação pra atualizar, editar e visualizar os seus documentos, e é essa a função do WPS Ofice. Com ele, ter acesso aos seus arquivos em PDF ou do Word, PowerPoint, Excel e até mesmo os arquivos em ”.txt” fica bem mais fácil, assim como a possibilidade de editá-los. E ainda não para por aí, com o aplicativo você também pode criar novos documentos e compartilhar todos esses arquivos de forma simples. Além daqueles já salvos em seu gadget, você também pode acessar os seus arquivos no Google Drive, Box, OneDrive e Dropbox para visualizar ou fazer as edições necessárias. Pra fechar com chave de ouro, o aplicativo salva automaticamente as suas edições pra que o conteúdo não se perca em caso de algum acidente, o que faz do WPS o aplicativo número 1 dos workaholics.

 

Já dá pra sentir o alívio de ter uma agenda mais organizada, não é?



http://aplusdebtconsolidation.com