18/08
Raquel Camargo
Manifesto Mesha Lab

Aqui não tem grupo fechado, não tem fórmula pronta e nem verdades absolutas. Mas tem coragem, audácia, inovação, um plano pra testar novas possibilidades e tem você.

Tempos difíceis desafiam a criatividade e nos provocam a pensar diferente. Pessoas e organizações dependem da capacidade de enxergar o mundo com outros olhos e se adaptarem com velocidade para construir o futuro, ao invés de serem surpreendidas por ele.

Espalhados por aí, estão vários conectores e facilitadores da inteligência coletiva, que têm em comum a coragem, a vontade e um plano para experimentar novas possibilidades. Esse movimento, que começou com diversas iniciativas isoladas, precisa dar um próximo passo. Não somos nós que estamos dizendo isso, é o mundo.

É daí que nasce o Mesha LAB.

Estamos integrando pela primeira vez essas pessoas reconhecidas por seus cursos, projetos, eventos, experiências e subversões, para sermos mais que uma multiplicidade de iniciativas. Queremos correr juntos, num movimento que só é possível a partir de mentes criativas conectadas para inspirar, transformar e cocriar jornadas de aprendizagem significativas pra você lidar com o contexto de incerteza.

Agora, te convidamos pra viver com a gente um programa-workshop-laboratório diferente de todos os outros. A gente quer reduzir o abismo entre a escola e o mundo real, hackeando os paradigmas tradicionais para empoderar você a aplicar o conhecimento na sua vida, na sua organização, no seu negócio e na sua comunidade.

Se você anda inquieto com o seu mundo, os seus negócios, o lugar em que vive e o rumo que as coisas estão tomando, você é dos nossos. Você é MESHA.

Um encontro de pessoas, mentes, corações e propósitos que tentam lidar com as incertezas do nosso tempo de um jeito diferente. Gente que procura subverter o que está estabelecido e dar novos significados àquilo que faz.

Aprender, por exemplo. A gente acredita que algumas pessoas podem nos inspirar a trilhar novos caminhos. Mas é você quem vai construir o seu caminho e aprender o que é realmente importante. Na bagagem, é preciso ter coragem, determinação e humildade.

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14/07
Raquel Camargo
A uberização de cada dia

Imagina se os fabricantes de fogão ficassem revoltados com a invenção do microondas.

Imagina se Platão impedisse o desenvolvimento da escrita pela ideia de que isso poderia “acabar” com a oralidade e a memória.

Imagina se as empresas especializadas em  calculadoras abominassem os aparelhos celulares.

Imagina!

Agora imagina taxista achando muito ruim o fato de agora ter um tal de Uber que é muito melhor para alguns consumidores. Imagina que alguns taxistas estão até inventando histórias de “fulana que foi assaltada no Uber ontem” para desmoralizar um serviço que é diferente do dele e não percebe a oportunidade de inovar e melhorar. Imagina o motorista de um táxi que acredita ter o direito de privar um passageiro de escolher qual serviço ele quer ter!

Para mim, isso é visão limitada. Vejo tanta oportunidade de negócio, de evolução e de disruptura nisso que quase abro uma aba do navegador para pesquisar o preço de um Toyota Preto e ser motorista. Brinks, eu odeio dirigir.

Se você quiser ver com o Uber é legal e pode ser o serviço ideal para você, toma aqui R$20 de crédito. É só se cadastrar usando o código “uberlhama” clicando aqui

Você prefere Uber ou Táxi?

Polêmica entre Uber e taxistas não termina!

27/05
Raquel Camargo
Evento Share, agosto, em BH

share-bhÉ com muita empolgação e ansiedade que anuncio que BH recebe a nova edição do evento Share e que… (Ai que emoçãum!!!) estarei por lá como palestrante. Que honra <3

Vem ai o Share – Social Media na Prática, edição BH. Evento focado em redes sociais e marketing digital na prática, já rodou muitas cidades do Brasil este ano e agora volta com tudo para Belo Horizonte.

Por lá vou falar sobre o trabalho que a Lhama.me tem acompanhado ao lado dos mineiros da Hekima. É big data analytics, social data e tudo o que vier para ajudar a gente a tomar decisões com base em dados :)

A 16º edição do Share em BH, terá uma grade única e diversificada.

Então save the date – 22 de Agosto

Veja aqui os outros palestrantes dessa edição e se inscreva :)

 

26/05
Raquel Camargo
Convite: Tendências, Ideias e Práticas em Comunicação, na UFMG

ufmg-midias sociais-raquelcamargo

A agenda tá cheia e eu estou extremamente feliz por isso.

Fui convidada para compor a mesa do TIPCOM, que acontece essa semana na UFMG, para falar sobre como as mídias digitais impactam o jornalismo.

Sei que outros jornalistas estarão por lá também.

Nosso encontro acontece às 17 horas dessa quarta-feira, dia 27 de maio.

Fica a dica para a programação completa do evento também :) Segue o texto de divulgação dos organizadores.

Imagina ter vários comunicadores reunidos em um só lugar? Esse lugar existe! O TipCOM está de volta para falarmos sobre novas tendências, ideias e práticas da área. Serão três dias de palestras, oficinas e bate-papos que vão abrir seus olhos para as diferentes formas de comunicação. Ela está em todo lugar, só falta você ver!

Curta a página da Cria Ufmg Jr. para mais detalhes e fique ligado na programação do evento!

Dias 26, 27 e 28 de maio, na UFMG Campus Pampulha.
A entrada é franca e somente as oficinas requerem inscrição prévia.

Terça-Feira (26/05):
13:00 – 14:30 Juliano Enrico (TV Quase e Irmão do Jorel) – Auditório Sônia Viegas (FALE)
15:00 – 16:30 Bianca Reis (Anna Bolenna – A perturbada da corte) -Auditório Sônia Viegas (FALE)
17:00 – 18:30 Conversa com Publicitários – Auditório Prof. Luiz Bicalho (FAFICH)

Quarta-Feira (27/05):
13:00 – 14:30 Marcelo Zorzanelli (Sensacionalista) – Auditório A 104 (CAD2)
15:00 – 16:30 Oficina de ilustração digital (Danilo Aroeira) – B205 (CAD2)
17:00 – 18:30 Conversa com Jornalistas – Auditório Prof. Luiz Bicalho (FAFICH)

Quinta-Feira (28/05):
13:00 – 14:30 Juliana Muncinelli (@juzao) – Auditório Prof. Luiz Bicalho (FAFICH)
15:00 – 16:30 Helô Gomes (Blog Sanduíche de Algodão) – Auditório Prof. Luiz Bicalho (FAFICH)
17:00 – 18:30 Oficina de fotografia com celular (Polyana Inácio) – B513 (CAD2)

26/05
Raquel Camargo
Entre o status “desempregado” e “empreendedor”

História de empreendedorismo de Raquel CAmargo
Aquele sábado, 23 de maio de 2015, foi um dia muito interessante de ser vivido.

Fui convidada para contar minha trajetória de vida para uma turma do Lab-x, da Fundação Estudar, que aconteceu em Contagem.

Ano passado eu estava ali, sentada no meio dos vários participantes do Laboratório Na Prática, também da Fundação Estudar. Eu sentia era frio na barriga até mesmo na unha. Estava no ápice da minha transição. Eu tinha acabado de sair de um emprego e começava a falar para os outros que eu era empreendedora, que fazia uma empresa acontecer (nesse caso, a Lhama.me, até então ao lado da querida amiga e super profissional Priscilla Fujiwara). Parte de mim dizia para eu me desesperar, que eu estava sem grana e sem estabilidade nenhuma e que eu devia mais era “caçar um trabalho”. É difícil fazer a mente mudar a lógica.

Durante a experiência do Laboratório eu fui entendendo a minha vida e o tanto que eu gosto de quebrar minhas próprias zonas de conforto. Em um exercício que propunha fazer o story-board de nossas vidas, eu deixei bem claro que estou sempre em transição, mas que nenhuma transição até aqueles 28 anos de vida estava sendo tão misteriosa como essa de escolher empreender.

No processo do Laboratório (que dura 1 mÊs) minha ficha caiu pesadamente e me fez sentir que eu estava fazendo uma tatuagem na alma, e que isso não seria apagado mais. A experiência de fazer uma marca nascer, de ver pessoas acreditando naquilo que você propõe e muita gente comprando suas ideias é profunda e viciante.

Ficar por conta da firma

Meu primeiro dezembro empreendedor foi pura pindaíba, digamos. Mas foi libertador. Não tinha ninguém para cortar minhas asas, para me limitar o espírito e tal. Aí sim eu me senti empreendedora (com todo o ônus e bônus que se podia ter). Enfim, eu estava “por conta”.

O meu namorado, empreendedor de “nascença”, outro dia conversava com alguém que perguntou o que eu fazia. O diálogo foi assim:

Pessoa aleatória: – E você está trabalhando onde?
Meu namorado: – Em casa mesmo
Pessoa aleatória: – Ah, que legal, é bom ser empreendedor assim. E sua namorada, onde trabalha?
Meu namorado: – Em casa mesmo
Pessoa aleatória: – Ah, é dona de casa?

Não, cara pálida. Mulher é capaz de trabalhar em casa fazendo outras coisas além de “pilotar fogão” e lavar roupa, mané.

De fato, cada situação dessas que pulam no meu caminho desde que resolvi assumir essa vida de empreendedora me fortalece. Me tira mitos, me faz construir verdades e me motiva a continuar. Apenas continuar. Acho que estou mandando bem, e fazendo o melhor de mim.

Nesse sábado bacana que eu tive me deram a oportunidade de contar minha história de vida para um grupo de jovens interessados em empreender e/ou intraempreender. Do fundo do meu coração, espero que confiem muito em suas ideias e construam projetos lindos e de sucesso. E é importante falar que sucesso significa, em várias situações, fracasso. Os erros são mensagens, e a gente precisa acolhê-los em busca do aprendizado. É só assim que a gente redescobre o mundo e constrói a realidade que escolhemos para nós mesmos.

Se eu pudesse voltar ali no ano passado e dar uma dica para a Raquel, eu diria pra ela continuar confiante, e sem esse apego do status de um emprego. E com disse o Tim Ferris, ter muito trabalho não significa ser PRODUTIVO. No meu caso, pelo menos, eu busco é o fazer, o movimento, e não o acúmulo. Para mim, empreender é isso, mover o que eu acredito, no sentido que eu acredito ser o mais adequado :)

 

23/05
Raquel Camargo
Responsabilidade social (media) e open data

Evento de mídias sociais da UNA, em Belo Horizonte

 

Recebi um convite bem especial da UNA, e topei falar sobre minhas peripécias de tentativas de melhorar o mundo através das novas tecnologias.

Quem me conhece sabe que sempre fui inquieta com relação à política, gestão pública e sobre o posicionamento que cada um de nós temos sobre tudo o que nos incomoda. Reclamar é fácil, mas e aí? O que a gente faz com isso? Como colocar em prática iniciativas, conhecimento e inspiração que realmente mova a sociedade para a melhor? As mídias sociais são, afinal, veículos capazes de transformar realidades? O meu palpite, sem dúvida, é que sim.

Nessa palestra eu falei sobre isso, contei do meu envolvimento com os temas de dados abertos (que cá entre nós, eu acredito muito que seja a matéria prima do nosso futuro), dos projetos de impacto que são criados por pessoas que simplesmente sentem paixão pelo que fazem e como pequenas iniciativas e posturas na hora de produzir conteúdo e usar as mídias sociais são capazes de transformar o mundo em um lugar um pouquinho melhor.

Compartilho aqui os slides da apresentação, que podem gerar insights e apresentar novos cases. Espero que inspire :)

14/05
Raquel Camargo
Bankoo Challenge em Belo Horizonte

Bankoo em bh

Estão abertas as inscrições para organizações e empreendedores sociais que buscam ter seus projetos incentivados pelo Baanko Challenge Social 2015. Realizado anualmente, o evento funciona como um fomentador de negócios na área social, oferecendo palestras, workshops, mentorias e networking para interessados em empreender ou expandir negócios do setor em Minas Gerais. Em 2015, o evento será realizado nos dias 27 de junho e 18 de julho, na Escola Técnica Plug Minas.

O legal é que a proposta é que os projetos selecionados estejam alinhados com os objetivos do Milênio. Nunca ouviu falar? Veja o vídeo abaixo.

A lógica de tudo é mais ou menos assim:
se você for selecionado, vai participar de 2 eventos gratuitos, onde no primeiro sábado, dia 27/06/2015, será uma capacitação de ponta e formação de 8 grupos que vão em conjunto trabalhar um PSI (Projeto Social de Impacto) selecionado alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) da ONU. A meta será no segundo sábado, dia 18/07/2015, apresentar o apoio feito e impactos sociais gerados em apoio à causa escolhida.

Curtiu?
Os interessados devem inscrever propostas gratuitamente pelo site http://challenge.baanko.com/ até o dia 15 de maio. Serão selecionados oito projetos alinhados com pelo menos um dos Objetivos do Milênio (ONU), que receberão suporte de mentores qualificados durante o período de três semanas, bem como uma aceleração para o desenvolvimento de plataformas web com softwares ou sites online e design ou re-design institucional que visam aumentar os impactos sociais gerados.

25/04
Raquel Camargo
Um pouco de Ahimsa no mundo

ahimsa

– Que roupa horrorosa, terrível!
– Obrigada

Tive contato com a palavra “Ahimsa” recentemente. Ela vem do sânscrito e significa não-violência.

Há alguns meses comecei a estudar comunicação-não-violenta, e comecei a me encantar com o tema. São ações simples, lógicas de raciocínio básicas que transformam todo um contexto.

Ação gera reação. O instito humano é reagir, sempre. Muitas vezes, esse “reflexo” se torna o primeiro rolar de uma grande bola de neve e gera consquências grandes, e nem sempre positivas.

A paz começa dentro da gente :)

19/04
Raquel Camargo
Brincadeiras são ferramentas de conexão e educação

livro
Eu não dou conta de encontrar uma coisa muito legal na internet e não compartilhar.
Me deparei agora com o livro “Jardim das Brincadeiras”. Quando você abrir o PDF, vai ver que o negócio foi feito com muito carinho e com muita dedicação. Só consigo dizer “gratidão” aos criadores da obra, que foi idealizada pelo Guilherme Blauth.

Ele sugere que usemos a natureza como “matéria-prima” para brincadeiras simples e dinâmicas. A terra, o ar, folhas, a água o fogo e imaginação são o suficiente para criarmos momentos legais em vários contextos.

“As brincadeiras vêm de outro tempo, atravessam gerações e gerações. Um belo dia chegam para nós:
aprendemos como os nossos antepassados brincaram outrora.
Mas algumas outras brincadeiras surgem espontaneamente, no calor do agora, como mágica”, introduz o livro.

Simples brincar
Brincar conecta o ser humano com sua essência, com a
possibilidade da criação.
Brincar é uma característica primordial da humanidade.
Brincar é um encontro com o humor, com o impossível e o
invisível, com o corpo.

Apenas clique aqui e baixe. E brinque :)
Livro – jardim-das-brincadeiras

18/04
Raquel Camargo
B.I., social media e política: ingredientes para criação de futuros

O poder da marca pessoa é inquestionável e marca a história das coisas, sobretudo, da política.

O cenário político, pelo visto, sempre foi um hub de tentativas e experimentos relacionados à ferramentas e estratégias de personal branding.

Isso não é legado das eleições mais citadas nas palestras de social media, em que Obama surpreendeu a todos fazendo uso diferenciado das mídias sociais. Em 1961, John F. Kennedy foi pioneiro no contexto. Em sua campanha para entrar na Casa Branca, ele e sua equipe resolveram testar a nova tecnologia do momento, a televisão.

A tecnologia do momento revolucionou o contexto eleitoral da época.

Lá em meados de 2008, Barack Obama conquistou um financiamento surpreendente para sua campanha através das mídias sociais. O modelo de crowdfunding fez com que pessoas físicas (e não só empresas, como era de praxe) doassem pequenas quantias (cerca de 86 dólares por doação) criasse um forte financiamento para tudo.

A equipe de social media de Obama fez um trabalho especial. Na estratégia, envolveu cada seguidor de forma pessoal e direta, e isso envolveu os cidadãos de uma forma completamente nova.

Nos últimos anos, nas eleições brasileiras municipais ou nacionais, vimos também muitas micro-revoluções no contexto. Pudemos acompanhar (e alguns puderam até participar) d e uma guerra de hashtags.

Parece que, agora, estamos de novo com um dos pés em um degrau acima: o que mistura B.I., Big Data e Social Media.

Bits, pixels, caracteres, posts, likes e seus rastros serão a matéria prima do amanhã

Bits, pixels, caracteres, posts, likes e seus rastros serão a matéria prima do amanhã

Tudo o que geramos, cada bit ou pixel publicado, enfim, tudo o que fizemos será alpiste para a criação de vôos
altos e longos de estratégias eleitorais.

Não é um papo apenas de monitoramento. O buraco é bem embaixo, mas a mineração de dados permitirá os interessados alcançar camadas cada vez mais profundas e ricas de informações para a criação dos nossos futuros.

Já pensou nisso?