Raquel Camargo
Atualidades úteis e fúteis
Atualidades úteis e fúteis
Não é filme de ficção, não é estória: é a realidade. O nosso Gmail não é infinito, e isso dói.

Pela segunda vez o meu Gmail chega perto de sua capacidade máxima, e me obriga a apagar coisas. Desde 2004 tenho a conta, e realmente a uso como “g-drive”, e costumo levar a sério o slogan que diz que não preciso mais apagar os emails. Gosto de ter tudo registrado. Mas lá vou eu, mais uma vez, procurar os mais irrelevantes e mandar pro lixão virtual.


Para quem não sabe, quando o usuário chega a esse ponto que eu cheguei, o próprio Gmail oferece uma espécie de conta-pró. 10 gigas a mais custam 20 doletas por ano, 40 gigas 75 dólares, 150 gigas 250 dólares e, por fim, 400 gigas custam a “bagatela” de 500 dólares por ano.

Preocupante, né? Mas prefiro ainda o Gmail, com essa limitação, que outros que prometem espaço infinito e não oferecem uma interface inteligente.
PS: Esse post também compõe a série PrintScreen Maroto
28/01/2009 - 09:39
Como você fez isso???
O.o
Você precisa se desapegar mais às coisas… heheh
Ou então usar sites de armazenamento de arquivos, tipo 4shared, etc.
=)
28/01/2009 - 09:44
É por isso que uso Yahoo há quase 5 anos… Ele guarda tudim, tudim, inclusive meus itens enviados e nunca lotou.
Gmail baleia! Tô fora
28/01/2009 - 09:47
bem fácil ó:
não é importante? leu, apagou.
28/01/2009 - 09:52
você envia os arquivos do pc como drive virtual?
28/01/2009 - 09:52
O meu vive com essa tarja preocupante… contorno isso sempre apagando os emails ENVIADOS com anexos muito grandes… tem funcionado… mas vivo nos 94%
28/01/2009 - 09:57
Não acho tão fácil assim apagar emails rs Talvez Freud explique!
28/01/2009 - 13:41
Bom, nunca cheguei nessa faixa, mas não achei caro os preços do pacote plus. Mas vivo na casa dos 30%
28/01/2009 - 20:49
É só criar trocentas contas no Gmail.
Aí não precisa apagar, nem pagar…