Não é filme de ficção, não é estória: é a realidade. O nosso Gmail não é infinito, e isso dói.


Pela segunda vez o meu Gmail chega perto de sua capacidade máxima, e me obriga a apagar coisas. Desde 2004 tenho a conta, e realmente a uso como “g-drive”, e costumo levar a sério o slogan que diz que não preciso mais apagar os emails. Gosto de ter tudo registrado. Mas lá vou eu, mais uma vez, procurar os mais irrelevantes e mandar pro lixão virtual.

Para quem não sabe, quando o usuário chega a esse ponto que eu cheguei, o próprio Gmail oferece uma espécie de conta-pró. 10 gigas a mais custam 20 doletas por ano, 40 gigas 75 dólares, 150 gigas 250 dólares e, por fim, 400 gigas custam a “bagatela” de 500 dólares por ano.

Preocupante, né? Mas prefiro ainda o Gmail, com essa limitação, que outros que prometem espaço infinito e não oferecem uma interface inteligente.

PS: Esse post também compõe a série PrintScreen Maroto

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