Tudo isso que vivemos e vemos na web está sendo discutido pelo Ministério da Justiça, que pretende finalizar em janeiro o Marco Civil da Internet.

A proposta do trabalho é discutir com os próprios internautas a regulamentação da internet.

Direito à liberdade de expressão, à privacidade de diversos outros assuntos estão em pauta para serem regulamentados, e todo o trabalho de elaboração do Marco está sendo feito de forma aberta, sendo que todos nós podemos participar do debate.

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No Seminário Internacional de Cultura Digital, que aconteceu na última semana, foi apresentado um balanço sobre o que tem sido feito a respeito do Marco.

Em entrevista ao Estadão, Guilherme Almeida, que coordena o projeto de construção colaborativa do documento, já foram feitos aproximadamente 500 comentários de internautas. “Queremos criar mecanismos de resolver problemas que envolvem a rede sem passar por tribunais. Poderíamos usar notificações e salvaguardas”, afirmou Almeida.

Na página do Marco Civil é possível saber detalhes do projeto e enviar colaborações. O amigo Caribé também criou (há um bom tempo, aliás) a rede Ciberativismo no Ning com um grupo específico para esse tipo de discussão, e também vale a participação.

Para não precisarmos sofrer retaliações, censuras e demais problemas azeredísticos, acompanhem agora o trabalho que está sendo feito. ;)

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