Raquel Camargo
Atualidades úteis e fúteis
Atualidades úteis e fúteis
jul 29th
Por que eu gosto tanto do Twitter se vivo tendo chateações com isso? Sei lá, viu.
Já tive uma grande dor de cabeça por um problema judicial há um tempinho, e agora vem um outro abacaxi para descascar.
O problema da vez é o próprio Twitter achando ruim o fato de termos um blog para falar bem do serviço. Vai entender!
Para entender o caso, visitem o Twitter Brasil
jul 7th
Essa é especial para os programadores, mas pode ser também uma boa forma de se aprender PHP.
Estou no grupo dos não-programadores e deu pra entender as piadas. Fantástica a ideia.
Créditos super merecidos: ditos populares foram “traduzidos para php” por Fausto G. Cintra o @g0nc1n.

Pérola recebida pela lista Webees
jul 6th
Muita coisa já aconteceu desde a criação do Twitter. Coisas que se fossem ditas, contadas, fuxicadas ou transmitidas através de outra ferramenta provavelmente não teria o mesmo fim ou o mesmo impacto.
É evidente que não é exatamente a existência do Twitter ou do registro de mensagens de até 140 caracteres que fizeram tudo isso acontecer, e sim as iniciativas e ideias dos usuários do sistema, entretanto creio ser necessário deixar de lado ceticismos e pensar como essas situações poderiam ter sido trabalhadas e o que teria acontecido como consequência se fosse uma outra tecnologia qualquer no lugar do microblog.
Abaixo uma lista organizada aleatoriamente com sete fatos que surpreenderam muitos e que foram gerados graças ao Twitter ou no próprio Twitter.

Já que a censura tomou conta do Irã na época da eleição de Ahmadinejad, os iranianos usaram as redes sociais para enfrentar a represália do governo local.
Várias redes sociais como Youtube, Flickr e Twitter foram usadas para a organização de confrontos entre forças nacionais e os oposicionistas.
As autoridades tentaram bloquear o acesso à internet, mas o microblog ajudou os iranianos a driblarem a ditadura e lutarem pela democracia.

O “Cala Boca Galvão” e o erro da Folha de S Paulo e Extra ao desclassificarem o Brasil da Copa antes da hora renderam pautas em blogs, jornalecos e jornalões.
Quem diria que The New York Times, El País e outras grandes publicações iriam dedicar matérias a temas como estes.
De fato, assuntos assim só caíram na mira dos pauteiros de plantão por se tornarem Trending Topics (que afinal, é a nova inspiração de matérias de muita gente).

Chávez, que já fez críticas às redes sociais, decidiu aderir ao movimento fazendo do Twitter uma ferramenta de aproximação do povo venezuelano.
Com o sujeito fritando a mão com o BlackBerry conectado ao Twitter, não há como dizer que não sabe o que acontece em seu país mesmo sem pisar no barro.

O líder religioso fez contato com inúmeros chineses graças ao Twitter.
Mesmo com o Twitter bloqueado na China, Dalai Lama respondeu várias perguntas de usuários enviadas pelo Twitter.
“Acho que em um futuro não muito distante haverá mudanças e os problemas se resolverão”, afirmou o político tibetano exilado, que entrou no clima de respostas curtas.

Esse é um caso antigo, mas que marcou bastante a época que ainda não tinha o Twitter como uma ferramenta popular.
Um estudante americano fotografava de uma manifestação no Egito. No dia 10 de abril de 2008, ao tirar fotos dos confrontos, a jovem foi detido e só teve tempo de enviar a palavra “Arrested” (preso) de seu celular para o Twitter.
Os oito caracteres foram suficientes para fazer com que amigos e familiares providenciassem um advogado e o tirassem da cadeia.

Apesar de crua e cheia de buracos, a Lei Eleitoral passa a pensar nas redes sociais nas eleições desse ano.
Carreatas, passeatas, comícios, alto-falantes e várias outras formas de atrair atenção são permitidas, e dentro das permissões estão também atividades relacionadas aos blogs e redes como Orkut, Facebook e Twitter.
Hoje temos inúmeros políticos e envolvidos no Twitter, fazendo revelações, anúncios, barracos e alguns acertos.

O acesso a algumas redes sociais na Turquia foi bloqueado, e pelo Twitter (vejam só a ironia da história) o presidente do país, Abdullah Gul, reclamou a decisão.
Pelo microblog ele disse que está ciente das reclamações sobre o bloqueio e que era contra as iniciativas. “Já ordenei que as instituições responsáveis cheguem a uma solução. Pedi que haja uma mudança nas regras”, twitou.
Pelo visto, lá na Turquia o presidente é um personagem mais simbólico e cerimonial, e não tem autonomia para tomar decisões executivas. Tomara que o primeiro-ministro e o gabinete de lá estejam seguindo o senhor Gul no Twitter.
Está lembrando de outros casos que deveriam ser citados? Comenta aí, dependendo pode ser feita uma segunda edição!
jul 5th
Já parou para pensar como seria se o Twitter e o Facebook fossem países? Quais seriam as estatísticas das nações?
Em um projeto interessante de um banco espanhol esse tipo de comparação é feito em vídeos rápidos e informativos. Batizado La Vida en Números, o projeto do Bankinter, apresenta várias reflexões sobre fenômenos dos tempos atuais com estatísticas curiosas.
Abaixo, os vídeos (em espanhol) que mostram números relacionando o Facebook, o Twitter e países.