Raquel Camargo
Aleatoriedades online
Aleatoriedades online
By uskatpayday loans
Eis que as redes sociais começam a ser usadas no Brasil também com o objetivo de reduzir a violência nas cidades. Uma iniciativa muito interessante está sendo realizada no Rio de Janeiro aliando o Twitter e denúncias de situações de perigo.
Pelo site DDAlertaRio, do disque-denúncia do Rio de Janeiro (2253-1177), é possível verificar como está o quadro de segurança em cada região.
Som alto após as 22 horas, assaltos, má conservação de ruas, carro roubado, pessoas desaparecidas e até mesmo local com jogos de azar podem ser identificados através do mapa exibido no site.
Qualquer pessoa pode colaborar registrando alguma ocorrência, que será devidamente apurada pelos órgãos responsáveis.
Além de ter todas as ocorrências disponíveis para consulta através do mapa que contém diversos filtros, as alertras também são enviadas para o Twitter @ddalertario.
Veja abaixo um vídeo que explica melhor a iniciativa e apresenta uma entrevista com o coordenador do Disque-Denúncia.
A iniciativa em questão é ótima, contudo, apenas para o Rio de Janeiro. Esse post foi feito especialmente para o blog do Nestoria, e amanhã (terça dia 02 de agosto) será publicado por lá uma alternativa a esse serviço para pessoas de todo o Brasil!
02/08/2011 - 20:55
Não sabia dessa do Twitter mas sem dúvida tudo o que vier para melhorar a vida das pessoas é sempre bem-vindo. Principalmente em se tratando de assuntos de segurança pública, pois o Brasil precisa melhorar muito nesse quesito.
05/08/2011 - 16:07
Também não conhecia essa. Tudo o que for para ajudar vale a pena.
30/08/2011 - 22:10
Qualquer atividade que possa ser realizada por muitas mãos florece na internet. Tudo que se beneficia do colaborativismo vai funcionar melhor na rede. Acho que podemos dizer isso sem qualquer excessão.
11/09/2011 - 08:04
Mais uma boa iniciativa para tentar frear a violência.
25/09/2011 - 14:41
Bom dia Raquel,
Li em um post que voce fez uma palestra na PUC Minas onde dizia que as pessoas nao iriam deixar de comprar na Zara por causa dos casos de escravidao. Fiquei chocada por que voce, além de acreditar nisso, estava propagando a ideia.
O post me chocou tanto que vim até o seu blog para perguntar se é verdade mesmo, se esta é a sua opinião ou se isso se trata de um mal entendido.
Raquel
26/09/2011 - 11:14
Bem, respondendo aos comentários
O comentário do usuário identificado Anrkos foi apagado por conter palavrões e insultos.
–
Respondendo ao comentário enviado por uma homônima, Raquel= Sim, um grande mal entendido. Infelizmente pegaram uma fala com contexto irônico e fizeream isso.
Não faz o menor sentido isso tudo e eu estou ficando cada vez mais chocada com as pessoas acreditando nisso!
Eu me pergunto o motivo dessa crítica não ter sido feita diretamente à mim na própria sala, uma vez que a pessoa que fez a manifestação escrita estava presente! É lamentável…
Eu torço pelo bom-senso das pessoas em acreditarem ou não nisso!
–
O Comentário do Pedro também foi removido por conter insultos.
26/09/2011 - 13:08
Raquel,
também fiquei chocado ao ler sobre sua palestra na PUC, onde foram feitas declarações infelizes sobre o trabalho escravo na Zara.
Como voce respondeu que o ocorrido foi “um grande mal entendido” gostaria, como também jornalista e cidadão, de uma ERRATA, uma retratação pública sobre esse assunto (o ideal seria no site ou meios de comunicação da PUC-Minas).
Acredito que seja de seu interesse esclarecer essa situação para a sociedade e também aos colegas de profissão.
Att,
Marcos de Castro
26/09/2011 - 13:27
TRISTE, Raquel.
Muito triste.
Tenho muita vergonha por você.
Abraços,
Alexandre
26/09/2011 - 14:02
O tal mal entendido citado pelas “Raquéis” está nesse post: http://goo.gl/udFXi
Como autor do post, repito aqui a minha resposta ao comentário da Raquel Camargo de que houve ali um mal entendido
Prezada Raquel Camargo,
Uma leitura mais atenta do meu texto fará você perceber que além da minha indignação frente aos seus comentários impertinentes em relação à questão da Zara, há também uma pequena avaliação do conteúdo da palestra como um todo: fraco e antiético. Atermo-nos à questão da Zara seria quase injusto se levarmos em conta a gravidade da proposta que você fez, por exemplo, à construtora. Vou copiar o trecho aqui para que você não tenha o trabalho de voltar à postagem original:
“Peraí! A menina estava falando com os alunos de publicidade que uma das soluções que ela via para o problema era fazer a revolta da proprietária de um apartamento (provavelmente um investimento de uma vida inteira) parecer insignificante no único lugar onde ela consegue ter o mínimo de relevância? Vale ressaltar que essa não é uma “jornalista prática”, mas sim uma jornalista com um diploma e que no ato da formatura jurou utilizar seus conhecimentos para elevar, ao máximo, a criatura humana, respeitando sempre os postulados da ética profissional.”
A questão da Zara é, de fato, extremamente problemática e a forma como foi tratada é nauseante. Não por acaso, logo depois dos seus comentários supostamente irônicos e da inexistência de qualquer manifestação contrária por parte dos colegas, retirei-me da sala e quase cometi o equívoco de ir embora da escola. Voltei e me manifestei. Coloquei para a turma a minha opinião: é muito diferente o problema de uma cervejinha, de uma geladeirinha ou de um pontinho de acesso de tv por assinatura, da questão dos ESCRAVINHOS! (abstive-me de comentários sobre a tosqueira da proposta para a construtora). Exaltado, triste, indignado, tive um pouco menos de clareza naquele momento do que ao relatar o caso como no texto acima, mas dirigi-me à turma e a você. Sua resposta, entretanto, foi categórica: “confesso que em caso de NECESSIDADE compraria novamente produtos da Zara, ainda que produzidos por escravinhos”.
Parar de comprar Zara é uma atitude política e importante, ainda que outras empresas tenham sido alvo de denúcias semelhantes:
C&A – http://goo.gl/VF5Te
Marisa – http://goo.gl/3AVXm
A situação é muito complexa:
http://goo.gl/bg63c
É, portanto, importante refletir sobre a sociedade como um todo.
Se esse post estimular em você uma reflexão mínima, é pouco, mas já é bom. Se estimular um posicionamento da universidade, sobretudo baseada nas missões e valores citadas abaixo pelo Adalberto, melhor ainda.
É preciso cultivar e estimular discussões na universidade que transcendam àquelas voltadas exclusivamente para o mercado. É preciso repensar o mercado e a nossa atuação dentro dele. Raquel, não é possível propor algo como você propôs à construtora tendo a justiça como princípio inquestionável.
Isso aqui nada mais é do que a proveitosa oportunidade de tornar pública a minha indignação diante do ocorrido e abri-la a um debate público.
Cordialmente
Augusto Barros
26/09/2011 - 14:06
Ok, Augusto! Muito obrigada pela atenção e reflexão proposta! Eu já comentei o que eu tinha para comentar, mas estou atenta! Com certeza o feedback de vocês será importante para mim. Att, Raquel
26/09/2011 - 14:08
Olá Marcos, a minha resposta está nos comentários onde fala sobre mim.
Obrigada pela atenção.
26/09/2011 - 16:21
Sinceramente, acho que você como uma jornalista, não deveria em momento algum, mesmo que de forma ironica se referir a pessoas como “escravinhos”…Isto foi horrível, de péssimo gosto. Acho que não se trata apenas de uma questão de ética na profissão, mas sim de EDUCAÇÃO, dessas que custumamos ter em casa. Você minha cara, foi extremamente INFELIZ e deveria se retratar publicamente, seja com uma postagem aqui ou utilizando qualquer outro meio de comunicação. E vale lembrar um ditados que aprendemos desde pequenos (certamente não foi o seu caso), QUEM FALA O QUE QUER, OUVE O QUE NÃO QUER. Passar bem Raquel
13/01/2012 - 13:29
Gosto de ver quando as redes sociais assumem um papel importante, e mais, quando as pessoas utilizam da forma correta. Muito legal.
PS: Não ligue para o que estão dizendo, acho que não entenderam o que você quis dizer.
Um grande abraço Raquel.
16/01/2012 - 09:15
Obrigada, “Novo Siena!. É bom mesmo ver a internet fazendo a diferença no dia a dia das pessoas! =)
28/03/2012 - 15:19
Existem excelentes idéias baseadas na API do Twitter e do Facebook. Cada vez mais estão saindo projetos bem promissores na área filantrópica e de denúncias, tanto de crimes como de descasos do governo.