Raquel Camargo

O algoritmo do Facebook, sentimentos e marketing digital

Já se foram 12 meses desde que as reações de emoção se tornaram botões e métricas do Facebook.

E o que foi possível observar nesse 1 ano de cliques de amor, raiva, surpresa, humor e like?

1- Big Data Emotion

O desafio de automatizar análises de sentimentos através de algoritmos volta a ser um tema em destaque.

Sabemos que as mais profissionais e avançadas ferramentas de monitoramento e análise de conteúdo de redes sociais sempre se depara com ironias ao tentar concluir sem auxílio humano para classificação de sentimentos.

Essa limitação do Facebook com os botões aproxima os analistas de alguns insights.

A linguística os botões podem ainda sugerir algumas confusões. Por exemplo, uma pessoa pode clicar no emoticon de triste não pelo fato de estar chateado com o dono da publicação, e sim com a mensagem contida ali. É possível deixar essa análise complexa também se formos tentar entender se uma marca ou pessoa recebe mais reações positivas ou negativas, uma vez que isso não reflete diretamente uma impressão sobre o emissor da mensagem, e sim (na maioria dos casos), sobre o texto.

2- O amor ganha da raiva

Vejam só o que disse um porta-voz do Facebook: “Durante o ano passado, descobrimos que se as pessoas deixam uma reação em um post, é um sinal ainda mais forte de que eles gostariam de ver esse tipo de postagem do que se deixassem apenas um like”.

E sobre a caixa-preta que é o Edge Ranking, podemos entender mais um pouco com essa fala: “Então estamos atualizando o News Feed para pesar as reações um pouco mais em relação ao que cada pessoa gosta e leva em conta para a relevância da história.”

Isso quer dizer que o botão do like será um critério de priorização dos posts que aparecem no feed dos usuários.

Mas veja bem a fragilidade dessa classificação:

  • vamos supor que você é uma pessoa extremamente interessada em assuntos políticos e judiciários
  • aparece na sua timeline um link sobre um tema relacionado à uma polêmica política atual, que é extremamente do seu interesse
  • todavia, aquela notícia deixa você revoltado e, instintivamente, seu cursos faz o clique no botão que expressa raiva (grrr)
  • o que você quis dizer com essa reação registrada: “essa notícia me deixou bravo. Que absurdo, etc, arf”
  • o que o algorítimo entende que você quis dizer com essa reação: “odiei esse conteúdo, não quero mais ver coisas do tipo”

Entende o tamanho do problema?

Páginas que tratam de assuntos não tão otimistas assim serão, naturalmente penalizadas.

Consequentemente, as marcas que usam o engajamento do Facebook para gerar vendas, alimentar funis de venda e todas suas estratégias precisarão prestar mais atenção ainda em que tipo de reação provocam com seus conteúdos!

 

3- Quem manda é o “Coração”

Outra informação divulgada nessa semana sobre essas interações é que o ícone do coração recebeu mais da metade de todas as reações registradas em 2016. Só no ano passado foram mais de 300 bilhões de expressões dos usuários do Facebook.

Além disso, o Natal foi o dia de maior “amor” distribuído na rede. Foi um recorde de registros de corações na rede.

4 – O sentimento continua o mesmo

Estamos perdidos? Não está fácil pra ninguém…

O sentimento dos profissionais que trabalham lidando com a caixa preta que é o algoritmo que controla o feed do Facebook continua sendo o de angústia e desconhecimento dos fatos.

Quando o Facebook começou com os botões de reações havia dito que todas elas teriam o mesmo peso de impacto na distribuição de conteúdo, porém com as atuais declarações já gera dúvidas sobre o assunto.

A maneira como a rede de Marc vai lidar com esses dados ainda é um mistério para todos, mas o que não se pode negar é que há um tesouro grande e poderoso nas mãos de sua equipe de Big Data Analytics.

E você? Como expressa suas emoções nas redes sociais?

Fonte das informações mais recentes

Design Thinking para Comunicação e Marketing Digital

Você sabia que design thinking combina (e muito) com todos os processos de comunicação e marketing digital?

Desde o planejamento até a criação de textos, imagens e o momento das estratégias de segmentação de anúncios: dá pra colocar o usuário no centro dos processos, trazer empatia e inovar nessa hora.

Quer aprender a colocar isso em prática? Fica a dica para a nossa terceira turma do curso de Design Thinking para Comunicação e Marketing digital.

Não precisa ter conhecimento prévio sobre os assuntos, pode ser empreendedor, profissional ou um mero curioso sobre o assunto. Todos são bem vindos e a metodologia e didática serão válidas para todos os públicos.

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Que tal colocar INOVAÇÃO, COLABORAÇÃO E EMPATIA no seu processo de Planejamento de Comunicação e Marketing Digital?

Conteúdo programático

  • O que é design Thinking
  • Práticas, tipos e estratégias de inovação
  • Pensamento voltado para quebra de paradigmas
  • Empatia
  • Imersão
  • Propósito do negócio
  • Persona
  • Empatia
  • Jornada do cliente
  • Ideação
  • Brainstorm
  • Técnicas de inovação 
  • Prototipação
O evento acontecerá no MGTI, no aconchegante café do Terceiro andar :) Avenida Afonso Pena, 4000, Belo Horizonte.
 
O café irá vender lanchinhos para que vocês mantenham as energias e o estômago em harmonia :)
Saiba como foi a última turma:
 

Inteligência artificial aplicada a negócios: tecnologia desenvolvida na UFMG transforma-se em realidade

Na abordagem tradicional, os computadores operam a partir de algoritmos que detalham passo a passo todas as etapas que a máquina deve executar. Dessa forma, o computador consegue resolver problemas específicos a partir de instruções precisas. Existem, porém, problemas para os quais nós não conseguimos detalhar um passo a passo da solução – exemplo clássico é o reconhecimento de imagens. Para esses casos, é aplicado o Aprendizado de Máquina (do inglês, Machine Learning), uma subárea da Inteligência Artificial: a partir de exemplos de problemas com solução conhecida, o computador é capaz de aprender a resolver um novo problema de forma semelhante ao ser humano.

Na prática, a tecnologia pode ser aplicada para fins muito diversos, e um exemplo são os carros autônomos – veículos capazes de se locomoverem sem motorista. “Antes, imaginávamos que seria necessário instalar sensores nas vias para que o carro pudesse se guiar. Mas a tecnologia que está em funcionamento hoje usa justamente o Aprendizado de Máquina, “ensinando” o veículo a dirigir através de gravações que registram a forma como pessoas dirigem nas mais diversas situações – chuva, neve, avenidas movimentadas”, esclarece Juliano Viana, CTO da Kunumi. Essa nova prática de Aprendizado de Máquina, que se utiliza das chamadas redes neurais para fazer com que a máquina “aprenda”, é conhecida como aprendizado profundo (do inglês, Deep Learning), e é uma das principais especialidades da empresa, que conta hoje com engenheiros mundialmente renomados nessa área.

Dispondo de arranjos institucionais diferenciados, a Kunumi, fundada em 2016, conta com a expertise de pesquisadores que trabalham há muito tempo na área de Aprendizado e Máquina e Inteligência Artificial. “Queremos ser proponentes nessa discussão, e não vítimas dela”, explica Alberto Colares, CEO da empresa, sediada no Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC).

Insight automatizado

Atuando na área de tecnologia voltada para tratamento da informação, Alberto conta que, ao longo da última década, a comunidade científica trabalhou muito voltada para o armazenamento de dados – o que gerou a grande tendência conhecida hoje como Big Data. A ideia era que, em algum momento, esse grande volume de dados estocados poderia ser convertido em informação, a partir do ganho de perspectiva histórica.

O volume e a complexidade de dados gerados se tornou tão grande que é impossível, para profissionais, criar um padrão claro para obter respostas. Foi necessário, portanto, desenvolver uma tecnologia capaz de automatizar insight, algo tipicamente humano.

A partir da análise de um grande volume de dados disponíveis, a plataforma desenvolvida pela Kunumi é capaz de mapear padrões invisíveis anteriormente aos olhos humanos e responder perguntas complexas, melhorando a performance em diversas áreas dentro da indústria, empresa ou mesmo instituições governamentais.

Identificando padrões, esses dados são capazes de realizar uma análise preditiva. “Mais que organizar dados, o nosso sistema é capaz de aprender e sugerir ações, considerando variáveis como o perfil de determinado cliente, prevendo comportamentos, detectando anomalias e fraudes”, explica Juliano. Os produtos já estão em fase de desenvolvimento, voltados para instituições financeiras, hospitais, indústrias e governos.

Linguagem natural

Com interesse descomplicar a interação com a tecnologia, outra aposta da empresa é que a plataforma seja capaz de interagir com seres humanos usando de uma linguagem natural – outra possibilidade viabilizada pelo Aprendizado Profundo. “A ideia é que interagindo com a plataforma, por voz ou por texto, as pessoas possam, de certa forma, conversar com a sua empresa, saber como vai a sua saúde financeira, a satisfação de seus clientes. Tudo isso em um papo contínuo, eficaz e prazeroso”, completa Alberto.

Um Modelo de Negócio Inovador

A Kunumi foi criada a partir da transferência de know-how obtido através de resultados de pesquisa desenvolvida dentro da UFMG. A universidade participa do negócio como sócia na forma de usufruto de ações, tendo os mesmos direitos que qualquer acionista, mas sem direito a voto. “É um arranjo que beneficia ambas as partes. Enquanto a Kunumi tem acesso a laboratórios e pesquisadores de ponta – fundamental para o desenvolvimento de tecnologias disruptivas, a UFMG recebe benefícios do trabalho que comercializamos” explica o professor Nívio Ziviani, Presidente do Conselho de Tecnologia e Membro do Conselho de Administração da empresa.

Este modelo de negócio, embora seja muito comum em universidades de destaque como o Massachusetts Institute of Technology (MIT) e a Universidade de Stanford, ainda é incipiente no Brasil. “É importante que a pesquisa e desenvolvimento trabalhe em temas inovadores, que sejam de interesse tanto da universidade quanto da empresa. A Kunumi pode proporcionar para os laboratórios da UFMG dados do mundo real que dificilmente poderiam ser obtidos pela instituição. Em troca, temos acesso a conhecimento que permite que possamos competir com os maiores players do mercado internacional”, completa Ziviani.

 

O que são leads qualificados e qual a importância para a sua empresa?

Que nome dar a uma pessoa que tem potencial para ser seu cliente? Quando o assunto é marketing digital, o termo usado é “leads”. Sim, essa palavra tão usada significa exatamente o que dissemos no parágrafo acima.

Um lead é um cliente em potencial! No post de hoje vamos falar sobre a importância dos leads qualificados para a sua empresa. Acompanhe!

A princípio, como identificar os leads?

Existem diversas formas de identificar o interesse de uma pessoa em algo que você e sua empresa oferecem. Por exemplo, uma pessoa visitando simplesmente seu e-commerce, pode ou não ser um lead.

Em alguns casos, essa pessoa pode estar simplesmente dando aquela clássica “olhadinha”, contudo essa mesma pessoa pode pesquisar também nos sites dos seus concorrentes, e ansiosa já para fechar a compra, afinal, como saber quem é quem nessa história?

A resposta para essa pergunta está no processo chamado de “qualificação de leads”. A seguir explicaremos melhor do que se trata essa relevante questão no marketing digital.

Leads qualificados

Chamamos de “leads qualificados” as pessoas que estão potencialmente em busca daquilo que sua empresa está oferecendo. O ideal é enviar a mensagem certa para as pessoas que realmente estão em busca dela.

Algumas empresas compram mailing (listas de emails e contatos) e disparam, por exemplo, emails oferecendo serviços e produtos. Sabe-se lá quem são as pessoas que estavam na mira dessa mensagem, pois o foco está apenas na quantidade de endereços.

Enviam uma oferta para 15 mil pessoas, mas poucos preocupam-se, de fato, com a “qualidade” dessa base de contatos. A probabilidade de se encontrar leads qualificados nessa lista gigante é mínima.

A importância dos leads qualificados para minha empresa

Se você fizer uma mensagem e mirar seu envio para milhares de pessoas, para uma multidão aleatória, dificilmente terá um bom resultado.

Em outra situação, se sua empresa preparar um discurso segmentado, apropriado para um perfil específico de pessoas e encontrar um jeito adequado de entregar essa mensagem, provavelmente terá uma performance mais relevante.

Leads, conteúdo e marketing digital

Somos assediados o tempo todo com infinitos links, posts e informações. Se observar o seu próprio comportamento enquanto consumidor de conteúdo digital, perceberá que você segue alguns padrões e que ignora grande parte daquilo que recebe.

Isso acontece, provavelmente, porque você não era um lead qualificado para as marcas que tentam estabelecer comunicação. A ideia das estratégias de marketing digital é criar engajamento e relacionamento entre o lead e a marca. Dessa forma, aquela pessoa passa a enxergar a empresa com credibilidade, a dar autoridade a ela e, atualmente, se qualifica como lead.

Quando um lead se qualifica, geralmente pode-se considerar que ele já não está mais no topo do seu funil de vendas, pois, de fato, aquela pessoa já conhece o que você oferece e talvez já conhece seu diferencial.

Com os próximos passos que sua marca der (por exemplo, enviando email marketing de qualidade, posts relevantes, etc) é possível que o lead passe a levar em consideração a hipótese de fechar negócio com a sua empresa e não com o seu concorrente.

Atualmente suas estratégias estão com foco em leads qualificados? Deixe seu comentário e conte-nos!

 

Mídias Sociais e Big Data: o que os dados podem fazer por nós?

Esse final de ano está uma delícia :) Tenho participado de tantos eventos legais, reebido tantos convites bacanas que mal tenho tido tempo de atualizar aqui. Mas, hoje venho para convidar todos que estão em BH para uma palestra que darei amanhã. Olha a dica aí:
raquel-camargo-midias-sociais

E você? Já pensou como é diretamente afetado
pelos dados e pelos algoritmos que fazem as
mídias sociais funcionarem?
Muita gente pensa que o trabalho das mídias sociais se resume em publicar posts no Facebook, navegar no Twitter e aumentar as vendas através das redes. Todavia, esse trabalho envolve uma série de outras estratégias e se olharmos profundamente, entenderemos que a grande interseção entre tudo que é feito é a análise de dados.

Já vivemos o tempo inteiro influenciados pela análise de dados. Big Data é uma realidade já para setores de tecnologia e afeta diretamente o trabalho também de comunicadores.

Se você atua como profissional de comunicação em empresas de TI e convive com essas dúvidas ou se você tem como contribuir com as respostas, venha para o Comitê de Marketing da Assespro-MG de dezembro, onde esse assunto será discutido por especialistas e por praticantes.

 

 

01 de dezembro, de 9h às 11h, no Auditório MGTI
Avenida Afonso Pena, 4000, 3º andar – Cruzeiro – BH/MG
INSCREVA-SE AGORA!
ASSOCIADOS – GRATUITO NÃO ASSOCIADOS – R$20

5 ferramentas para agendar posts no Instagram

É sempre uma dúvida recorrente que temos ao trabalhar com gestão de mídias sociais: qual a ferramenta mais adequada e mais justa no quesito custo-benefício para gerenciar os canais?

Muita gente ainda tem esperanças de conseguir fazer tudo com ferramentas gratuitas e suas contas trial, todavia, quando o volume de trabalho aumenta não tem jeito: a gente precisa assinar uma ferramenta mais profissional e que nos dê liberdade de gerenciar bem o conteúdo.

Esse post apresentará uma lista com as principais ferramentas para agendamento de posts no Instagram.

  1. Etus
    Essa permite agendamento de posts também no Facebook, Twitter e Instagram. Ainda oferece uso com diversos usuários e relatórios
  2. Instamizer
    É a ferramenta mais recomendada pelos profissionais mais experientes de social media. Costuma ter sempre um valor interessante e oferece uma ferramenta estável e simples de ser usada. Tem planos a partir de 30 Reais, mas também existe um plano gratuito que quebra um galho.
  3. M Labs
    A
     Mlabs vem ganhando grande fatia do mercado. Amigos meus falam muito bem e recomendam essa daí também.
    Além de agendamentos também oferece relatórios que podem ajudar na mensuração. Tem planos que custam a partir de 12 Reais.
  4. Latergram
    Plataforma toda em inglês focada exclusivamente no Instagram. Pelo visto não oferece suporte para nós, brasileiros.
  5. Schedugram
    Também em inglês e especialmente desenvolvida para atender os produtores de conteúdo para Instagram. Permite gerenciamento com multi-usuários.

    E aí? Você já usou alguma dessas? Compartilhe nos comentários!

emprego no canadá

Dica boa para quem quer trabalhar no Canadá

Há alguns meses contem aqui sobre a startup Vanhack, que se dedica a ajudar brasileiros que querem encontrar uma oportunidade legal de trabalho no Canadá. A proposta deles é bem inovadora e atrativa.

Esse post vem pra contar que eles estão, mais uma vez, promovendo um modelo de evento para cumprir o propósito da startup: uma espécie de hackathon online, que envolve a presença de grandes empresas como o nosso amado Hootsuite (sim, aquele que ajuda a gente a agendar posts para redes sociais e tal) e a Shopfy, que cria soluções para e-commerce.

O objetivo desse evento é conectar quem tá procurando um jeitinho de ir pro Canadá com empresas que estão em busca de talentos, sobretudo da área de tecnologia e tal.

Mais sobre o Vanhackathon

“Devido à grande procura e o sucesso que tivemos durante o primeiro evento, decidimos promover a 2ª edição. Nosso objetivo é alcançar o maior número de especialistas no setor que não tiveram a oportunidade de se inscrever da última vez. Nós pretendemos receber mais de 10 mil profissionais e queremos ser o segundo maior hackathon do mundo”, afirma Ilya Brotzky, CEO da VanHack.   

Na primeira edição, o VanHackathon reuniu aproximadamente 20 empresas, dentre elas Hootsuite e Shopify e contou com mais de 946 participantes distribuídos em 64 times, com a duração de 54 horas. Durante a ocasião, foram realizados mais de 267 projetos, 26 entrevistas de emprego e enviadas aproximadamente 36 mil mensagens aos representantes de cada área. Como resultado do evento, sete pessoas foram contratadas pelas empresas canadenses.  

Devido a atual situação financeira e política do Brasil, nos últimos anos houve um aumento expressivo no número de pessoas interessadas em trabalhar fora do país. De acordo com a Receita Federal e o Fisco, o número de declarações de imigração qualificada aumentou em 67% de 2011 para 2015. Em 2011, a Receita Federal recebeu em torno de 8 mil declarações, em média 21 para cada dia do ano. Já em 2015, foram 13 mil, com uma média diária de 36.

O evento custará CAD$ 10/mês para os profissionais participarem dessa interação e ter acesso a cursos, consulta pelo Linkedin, Webinars e vídeos semanais que fazem parte dos conteúdos disponíveis no pacote Pro da VanHack. Quem optar por pagar CAD$ 65/mês pelo pacote Premium, contará com uma equipe de especialistas da empresa para auxiliar na capacitação e ingresso no mercado de trabalho canadense, suporte na criação do currículo, quatro horas de entrevistas por semana que será realizada em inglês, apresentações e vídeos exclusivos feitos pelo time da empresa.

“Queremos unir a demanda e a necessidade do Canadá em buscar profissionais qualificados para vagas em aberto nas empresas de tecnologia com a atual situação econômica do Brasil e o alto número de pessoas que estão a procura de novas oportunidades de trabalho. Nosso objetivo é proporcionar novas experiências e ajudar a aumentar o círculo de networking entre as duas partes”, finaliza Brotzky.  

A segunda edição do VanHackathon será apresentada em inglês com o objetivo de mostrar as habilidades para as empresas canadenses participantes. As inscrições podem ser feitas aqui.   

Virada Política: convite pra quem está em BH

Durante todo o sábado, 01/10, acontece no espaço CentoeQuatro uma série de atividades que tem como intuito aproximar política e população de forma apartidária e sem participação de empresas privadas.

Aberta ao público, a Virada Política BH conta com uma programação que reúne palestras, oficinas, dinâmicas e intervenções artísticas. Um convite para aprofundar conhecimentos, conectar pessoas e promover discussões significativas.

Workshop de Dados Abertos

Estarei por lá na Virada Política facilitando um workshop de dados abertos. Vai ser uma experiência legal e reveladora, e todos poderão entender mais sobre participação política através do que temos disponível hoje na internet ;)

Vai ser nesse sábado, 01 de outubro, de 15h às 17h.

Sobre a Virada Política

Criada em São Paulo, em 2014, a Virada Política é um evento organizado e promovido por um coletivo independente de pessoas de diferentes áreas da sociedade civil que tem como um de seus objetivos mostrar que política não se faz apenas nas instituições e que democracia vai muito além do voto.

Toda a organização do evento acontece de maneira horizontal, sem nenhum vínculo partidário, ideológico, econômico, ou religioso.

viradapolitica_cartaz

 

Personal Branding para políticos

Em ritmo de eleições, inúmeras pessoas tentam se lançar nas mídias digitais em busca de votos. Elas nunca estiveram ali estrategicamente, algumas até já são conhecidas, todavia não é uma prática no Brasil trabalhar de forma consciente a marca pessoa. Em vésperas de eleições isso se torna uma necessidade e uma urgência para aqueles que estão envolvidos na campanha eleitoral, e nem sempre sabemos por onde começar, não é mesmo?

Nas últimas semanas me dediquei ao lançamento de um novo projeto: um curso focado em personal branding para candidatos políticos.

Observando as campanhas eleitorais feitas para as mídias digitais, percebi que os candidatos exploram pouco as questões das suas marcas pessoais. SEO, Facebook, Snapchat, Linkedin, discursos, personalidade e inúmeras outras questões não são levadas em conta na hora de começarem a fazer propaganda eleitoral, e por isso, muitas vezes, geram crises e afastam potenciais eleitores.

Lancei esse curso com o objetivo de auxiliar candidatos políticos e profissionais que trabalham em suas campanhas.

Certamente vai ajudar quem está envolvido nas #Eleições2016 a fazer um trabalho mais relevante e que gere mais resultados ;)

? Preço Promocional: R$87,00

LANÇAMENTO: ? http://bit.ly/eleicoes2016brand ? Curso totalmente digital ? Vídeos e textos!

 

14 ferramentas para criar apresentações profissionais

Já não é de hoje que o Power Point deixou de ser a principal ferramenta para criarmos apresentações de impacto.

Seja para trabalhos de faculdade ou para apresentações empresariais, existem inúmeros sites, aplicativos e recursos que nos empoderam.

Se você não é “o cara” do design, vai conseguir acertar na tipografia e nas imagens. Se você não é “o cara” da arquitetura de conteúdo, conseguirá também organizar bem todo o slide…

Confira abaixo uma série de ferramentas que vão poder te ajudar na hora de criar slides e apresentações.

 

Canva

Ferramenta linda, serve pra muita coisa, inclusive para criar conteúdos para apresentação. Ali você cria gráficos, apresentações e outros tipos de conteúdo para blogs, usando layouts de design bem legais.

FlowVella

Esse é focado nos dispositivos Apple. Nele você coloca o o conteúdo e recebe a apresentação prontinha.

eMaze

Ferramenta ótima para quem gosta de desenvolver trabalhos diretamente no browser. Ele permite até que você faça traduções dentro das apresentações.

Google Slides

Eu só trabalho dentro dele. É a versão online e colaborativa do Power Point e agrupado com o Google docs.

Slides

Aqui você pode criar apresentações compatíveis com qualquer dispositivo. Você também pode usar designs e layouts de outros usuários.

Slidebean

Você coloca o conteúdo e, plim!: a identidade visual surge automaticamente. Você pode fazer os ajustes que precisar rapidamente.

Piktochart

Aqui você cria infográficos rapidamente.

Info.gram

Parecida com a ferramenta de cima. Permite a criação de infografias para compor seus slides. Você pode também usar dados de uma planilha e ter gráficos automaticamente.

Easel.ly

Vários modelos que você pode usar também na hora de criar infográficos.

10 Venngage

Mais uma opção para quem precisa colocar gráficos perfeitos nos slides. Ele é bem simples de ser usado.

11 SlideTemple

Mais de uma centena de ícones personalizáveis. Vai te poupar um bom tempo caso precise!

12 BeFunky

Muitos efeitos para edição de fotografias.

13 Skitch

Essa ferramenta faz parte do Evernote e O Skitch faz parte do EverNote e permite adicionar anotações, esboços e outros recursos para transmitir a sua mensagem.

14 Keynote

Essa provavelmente você já ouviu falar e é a queridinha de grande parte dos usuários de Mac. Mais conhecida como a versão do PowerPoint da Apple. Você deve salvar a apresentação em formato PDF para carregá-la no SlideShare.