A história do clássico ícone “smiley” vc conhece?

Eu resolvi fazer esse post por causa da foto acima, eu confesso. A dicotomia entre a criação de Harvey Ball (a famosa carinha feliz) com a expressão não-feliz da foto me fez rir alto. Depois da crise de riso resolvi trazer o assunto para cá. #prontofalei

Mas fora a zueira, esse moço, o Harvey Ball, foi quem desenhou e lançou o clássico emoticon que conhecemos e usamos para expressar alegria, felicidade, simpatia e tantas outras coisas boas na internet :)

Embora a gente tenha começado a ver essa carinha nas telas em meados de 1999, dizem por aí que a criação do desenho em si foi feita há mais de 50 anos.

criador do smileyDizem as fontes da internet que, em 1963 uma empresa de Massachusets decidiu lançar uma campanha que tinha como objetivo estimular a interação entre seus funcionários e o público-alvo. Batizado “Campanha da Amizade”, o projeto procurou um grupo de designers locais para a criação de uma imagem sugestiva que divulgasse a ação e aí surgiu o Harvey Ball.

Em um papel amarelo, Harvey teria desenhado uma bola com a intenção de fazer referência ao sol. Em seguida desenhou os olhos e o sorriso. Em menos de 10 minutos e pelo valor de 45 Dólares surgiu essa “marca”, que na ocasião sequer patenteada foi.

Já em 1970 a imagem teria sido reutilizada por dois irmãos (Murray e Bernard Spain) em camisetas, bonés e canecas. A imagem ia acompanhada da frase “Have a Nice Day”(tenha um bom dia). Eles venderam mais de 50 milhões de objetos em menos de dois anos.

Enquanto isso, acontecia também a guerra do Vietnam. Claro, o mundo inteiro estava acompanhando o fato e usavam bandeiras, camisas e diversas outras formas de comunicação para propagar mensagens à favor da paz (já que na época não dava para trocar o avatar, né? rs). E foi aí que Harvey teve mais um momento de glória. A carinha sorridente virou um emblema americano, sobretudo pelas bandeiras hippies, sempre atrelada às críticas contra a guerra.

A :) começou a ser chamada de “smiley”em 1971, quando o francês Franklin Loufrani usou o ícone em um jornal para identificar as notícias e reportagens alegres das edições. Foi ele que patenteou, finalmente, a carinha e hoje isso dá mucho diñero!

Bem louco, não é?

Infelizmente o moço da foto, o Harvey, faleceu em 2001. Embora sua criação tenha impactado comercialmente o mundo inteiro, ele nunca pediu os direitos de uso ou procurou registrar a imagem.  :)

profissões do futuro

Quais são as profissões do futuro?

Se eu perguntar qual profissão vai estar em alta em pleno 2030, você consegue dar pelo menos um palpite? De acordo com uma pesquisa britânica, o papo futurista está bem perto da nossa realista.

Claro que até lá os robôs já vão ser parte da nossa rotina e também é fato que eles vão mudar significativamente nossos mercados de trabalho, todavia isso não significa que vamos ficar totalmente obsoletos. O grande fato é que nossas profissões serão totalmente ressignificadas!

Consultor de robôs, fabricante de partes do corpo, arqueólogo digital e policial climático são algumas da profissões do futuro.

Os estrategistas em prospecção do Canadian Scholarship Trust Plan (CST) criaram uma lista em que descrevem como serão os empregos que você irá encontrar disponível no mercado daqui a mais de 15 anos. Com a tecnologia mudando toda nossa realidade como está sendo, podemos ter uma ideia do quão fascinante serão nossas carreiras em questão de décadas. E se um dia seu filho te disser que quer ser um Especialista em Simplicidade quando crescer? E se você namorar um fabricante de orelhas?

Fiz um vídeo falando dessas tendências. Descubra quais são as profissões do futuro! :) Dá o play aí e entenda o que vem pela frente! :)

Um pouco de Ahimsa no mundo

ahimsa

– Que roupa horrorosa, terrível!
– Obrigada

Tive contato com a palavra “Ahimsa” recentemente. Ela vem do sânscrito e significa não-violência.

Há alguns meses comecei a estudar comunicação-não-violenta, e comecei a me encantar com o tema. São ações simples, lógicas de raciocínio básicas que transformam todo um contexto.

Ação gera reação. O instito humano é reagir, sempre. Muitas vezes, esse “reflexo” se torna o primeiro rolar de uma grande bola de neve e gera consquências grandes, e nem sempre positivas.

A paz começa dentro da gente :)

7 motivos para usar emoticons nas redes sociais, segundo a ciência

4175299981_7752cbe323_o

 

Você se lembra da primeira vez em que viu um emoticon? :)

O primeiro uso documentado de “:-)” é de 1982, quando Scott Fahlman propôs que ele fosse usado com uma forma de “fazer piadas” em uma mensagem para os cientistas da computação do conselho da universidade de Carnegie Mellon. Essa foi a sua mensagem que mudou a internet:

“Eu proponho que a sequência de caracteres seguinte seja usada para fazer piadas:

 “:-)”

“Leia de lado.”

Hoje, emoticon não precisam de tanta explicação. Junto com o crescimento das redes sociais (e o encolhimento dos seus limites de caracteres), essas representações pictográficas de emoções são usadas para dar mais intensidade e significado à comunicação.

Se você ainda não está certo de que os emoticons caem bem para a sua marca nas redes sociais, nós separamos sete razões bem embasadas por estudos científicos de que os emoticons podem fazer você aparentar mais amigável, aumentar a sua popularidade nas redes sociais e ainda te fazer mais feliz offline.

 

A gente já está se sentido mais feliz. :D

 

    1. Emoticons te tornam mais popular nas redes sociais

 

Em análise, mais de 31 milhões de tweets e meio milhão de posts no Facebook comprovam o fato de que emoticons positivos podem ser marcador de status nas redes sociais.

Simo Tchokni e seus colegas do laboratório de computação da universidade de Cambridge usam várias métricas como números de seguidores e a pontuação no Klout (ainda não conhece? Falamos dele nesse post aqui) para determinar traços de influência entre os compartilhamentos em redes sociais e os emoticons foram um fator comum.

 

“As características de um emoticon alcançaram alta performance, sugerindo que existe um link sólido entre o uso de emoticons e a influência social. Usuários mais influentes que tendem a usar emoticons e um placar alto no Klout está fortemente associado com emoticons positivos.” Concluiu o estudo.

  1. Nós reagimos aos emoticons como se fossem um rosto humano real

Se você já quis poder chegar e conversar com os seus seguidores e fãs cara a cara, eis as boas notícias: Um emoticon pode ser a melhor opção!

Cientistas descobriram que quando nós olhamos para um rosto sorridente online, são ativadas as mesmas e bem específicas partes do cérebro que reagem a um real rosto humano.

Uma ressalva: Isso só funciona no formato “esquerda para a direita”. Em outras palavras, o cérebro humano lê “:-)” da mesma maneira que um sorriso humano, mas “(-:” não.

“Emoticons são a nova forma de linguagem que nós produzimos, e para decodificar essa linguagem nós produzimos um novo padrão de atividade cerebral”. Disse o pesquisador Dr. Owen Churches, da escola de psicologia na universidade de Flinders em Adelaide para a ABC Science.

Porque isso pode fazer a diferença quando se trata de redes sociais e marketing? Porque os rostos humanos são particularmente efetivos mecanismos para chamar a atenção.

“A maior parte de nós presta mais a atenção em rostos do que em qualquer outra coisa” Disse Churches, que vem estudando a percepção da neurociência da face por anos. “Nós sabemos experimentalmente que as pessoas respondem de forma diferente a rostos e outras categorias de objetos.

 

 

  1. Emoticons caem bem até em ambientes de negócios

 

Você já deve ter ouvido que emoticons não são profissionais para a comunicação no ambiente de trabalho. Isso pode continuar sendo verdade em algumas indústrias, porém mais e mais rostos sorridentes estão integrando e-mails de trabalho e a ciência mostra que ninguém parece se importar negativamente com isso.

Um estudante da universidade do Missouri-St. Louis quis testar como as pessoas percebem rostos sorridentes em e-mails de trabalho comparados aos e-mails sociais. Pesquisadores enviaram dois tipos de mensagem para um grupo: uma de flertes e outra que decorria de uma entrevista de trabalho, e adicionaram alguns emoticons nas duas mensagens.

Esses pesquisadores descobriram que os emoticons nos dois casos de e-mail fictício fizeram com que quem recebe a mensagem goste mais de quem a enviou e ainda se sinta mais apreciado por quem a enviou. Mesmo no e-mail para a entrevista de trabalho, a credibilidade do remetente não foi afetada pela presença de emoticons, mesmo quando eles usaram 4!

“Em um contexto de trabalho orientado, onde traços impessoais, frios e insociáveis de comunicação via computador são fortemente encorajados a fim de construir credibilidade ou profissionalismo, usar emoticons pode criar uma quebra de gelo positiva por ser amigável e pessoal.” Concluiu o estudo.

 

  1. Emoticons amenizam a dureza de uma crítica

 

Você tem alguma crítica ou feedback para compartilhar? Emoticons podem ajudar.

Estudos da comunicação no ambiente de trabalho mostram que quando um feedback negativo de um superior vem com emoticons positivos, os funcionários estão mais propensos a se sentir bem com a mensagem e tendem a fazer as mudanças solicitadas.

“Nossos resultados sugerem que o uso de emoticons amigáveis aumentam a percepção de boa intenção sobre o provedor do feedback e diminui a percepção de negatividade quando o feedback é específico.”

É importante notar que o uso de emoticons negativos ou pouco amigáveis tem o efeito contrário em alguns casos.

 

  1. Emoticons fazem você parecer mais amigável e competente

 

Quer parecer mais esperto e mais acessível? Emoticons podem ser a resposta.

Em um estudo que teve participantes de bate-papo online com especialistas em saúde e especialistas em cinema, os especialistas avaliaram em ambos os tópicos que aqueles que pareceram mais amigáveis e competentes aqueles que se comunicaram com emoticons.

Esse estudo também ressaltou um ótimo efeito colateral dos emoticons: Eles podem te ajudar a se lembrar do que você leu com mais facilidade! Os autores do estudo descreveram:

“Parece que a presença de emoticons afeta a cognição, porque a pontuação dos participantes sobrea memória para o conteúdo do bate-papo foram significativamente maiores nos contextos com emoticons do que naqueles em que não houveram emoticons envolvidos.

 

  1. Emoticons criam um ambiente de trabalho mais feliz

 

Pesquisadores já sabem a muito tempo sobre o efeito da negatividade em um e-mail, que é um fenômeno em que o destinatário está mais propenso a receber o e-mail com mais negatividade do que o remetente havia planejado. Se não tivermos a chance de compartilhar expressões faciais e pistas não verbais em nossos e-mails, eles podem ser difíceis de interpretar.

Mas emoticons podem oferecer ajuda.

Em um estudo de 2013, cento e cinquenta e dois profissionais leram a mesma mensagem em e-mail com e sem emoticons sorridentes que eram parte de uma situação fictícia de trabalho.

Quando eles foram questionados sobre o que leram, os resultados mostraram que emoticons reduziram o efeito de negatividade nos e-mails relacionados a negócios: a mesma mensagem pareceu menos negativa quando combinada com emoticons sorridentes.

“Os resultados sugerem que essas pistas emocionais simbólicas ajudam “guiar” o destinatário para uma emoção particular (nesse estudo, o emoticon sorridente representa um tom mais positivo) esclarecendo as intensões do remetente.” Disseram os autores do estudo.

Eles adicionaram emoticons que pudessem ajudar os funcionários em locações remotas a “ler” de forma mais precisa o conteúdo emocional de uma mensagem e eles poderiam ajudar, também, a atenuar a cyber agressão e evitar conflitos só por tornar as mensagens mais claras.

 

  1. Emoticons estão correlacionados com a felicidade off-line

 

A última razão para considerar a adição de emoticons em seu vocabulário online? Eles podem simplesmente te fazer feliz!

Um estudo de 2008 descobriu que usuários de emoticons tem uma experiência “efetivamente positiva sobre a diversão, interação pessoal, riqueza de informações percebidas e utilidade percebida.”

O estudo também revelou que emoticons são “não apenas divertidos de usar, mas também “uma adição valiosa para os métodos de comunicação.”

 

Você usa emoticons? Já notou a diference em como eles fazem você se sentir na comunicação? Compartilhe com a gente as suas percepções sobre!

 

Fonte de inspiração do post

Sobre as formas de aprender e doutorado informal

Raquel Camargo - doutorado informal e educacao  - Comunicação digital e inovação

Essa é uma tradução do material do professor da Universidade de Utah, Matt Might, feito para explicar o que de forma didática o que é um doutorado.

Você já pensou em ser doutor em algo? Eu, desde adolescente, tinha uma ideia de fazer mestrado na cabeça, mesmo sem entender muito o que isso significaria para mim. Hoje, com a iniciativa do 1º Grupo de Estudos de Mídias Sociais e Comunicação Digital, com o projeto Lhama Knowledge, na ativa e também com a minha incessante busca por conhecimento, volto a pensar na minha carreira acadêmica (que foi despriorizada assim que terminei meu mestrado em Estudos de Linguagens).

Hoje questiono os modelos de educação, os formatos de aula, os materiais didáticos, as burocracias, critérios de avaliação, as regulamentações e quase tudo que envolva esse papo de compartilhar conhecimento. Questiono diariamente, busco novos experimentos e potenciais respostas, e claro, assim como toda a sociedade, não tenho uma fórmula mágica para isso, mas sempre topo um protótipo.

Geralmente eu tenho orgulho de conhecer os amigos que tenho. Felizmente tenho uma rede realmente muito boa, e a maioria das pessoas que tenho por perto são inspiradoras e costumam compartilhar comigo e com o mundo coisas muito legais de serem pensadas.

Nesse pacotão de gente-do-bem tem o Alex Bretas. Menino novinho e super engajado em inovações, ano passado ele fez uma baita campanha pelo Catarse para criar um livro chamado ‘Educação Fora da Caixa‘. Baseado em um discurso chamado de “Doutorado Informal“, o meu conterrâneo trouxe à tona um debate relevante sobre modelos alternativos de aprendizagem entre adultos. A jornada do Alex propõe que a jornada de busca de conhecimento seja baseada em curiosidade e autonomia. Dá pra entender melhor o projeto clicando aqui.

Eis que chego aqui por causa disso também, querendo apresentar para vocês esse conceito inovador e polêmico. Doutorado? Segundo quem? Quais referências você usa para fazer uma tese? Até onde isso é relevante? Convido todos para questionar esse tipo de dinâmica social do conhecimento através dos textos do Alex Bretas =)

Eu não consegui um hang drum, mas descobri algo bem legal

hangdrumEu gosto muito de música, sobretudo, daquelas criadas com instrumentos exóticos e que compõe um contexto étnico.

Didgeridoo, kalimba, tigelas tibetanas, berimbau de boca, flautas cherokee e tudo mais que possa parecer estranho (e provavelmente você nunca ouviu falar), eu tento tocar, quero ter e tudo mais.

Dessa lista infinita de instrumentos que eu tenho paixão, está o hang drum. Ele parece um disco voador e encanta muita gente pelo Youtube. É uma percussão harmônica, que pode ser tocada com as mãos e faz um som surreal. Claro que eu tentei comprar um desse, mas aí me deparei com vários fatores impeditivos.

Read more

“Under Pressure”: ensaio fotográfico mostra pressões enfrentadas pelas mulheres

Uma imagem diz mais que mil palavras? Seguindo essa máxima, a  fotógrafa italiana Guia Besana, que vive em Paris, criou um projeto para explorar as diversas expectativas que as mulheres precisam lidar em suas vidas.

Batizada “Under Pressure” (sob pressão), a mostra fotográfica apresenta várias situações conflituosas que qualquer mulher está sujeita a passar. Pressão para se adequar aos ideais de beleza, a luta para ter um padrão de vida digno recebendo salários desiguais e a grande tarefa de ser uma mãe perfeita são algumas das inspirações das fotos.

Em entrevista ao site The Huffington Post, a fotógrafo disse que deseja “gerar uma discussão e mostrar as contradições”. “[Espera-se que as mulheres] sejam ‘apropriadas’ e ‘poderosas’ ao mesmo tempo, o que pode se transformar em um conflito, e é isso que o ‘Under Pressure’ retrata”, completou Besana. Veja as imagens.

ensaio-fotografico1 ensaio-fotografico2 ensaio-fotografico3 ensaio-fotografico4 ensaio-fotografico5

Uma vaquinha para financiar um aborto

O financiamento coletivo de projetos de diversas áreas já é uma realidade praticada entre várias pessoas, no Brasil e fora daqui.

Projetos artísticos, acadêmicos, colaboração para financiar tratamentos médicos e muitas outras causas são realizadas graças à prática da tão tradicional “vaquinha”, dessa vez organizada pela internet.

Usando um site internacional de financiamento coletivo, o Go Fund Me, uma jovem americana chamada Bailey abriu uma campanha para arrecadar dinheiro e realizar um aborto. A situação causou polêmica e exigiu posicionamento oficial dos responsáveis pela plataforma.

Foto: Reprodução/http://img.washingtonpost.com

Aos 23 anos, a moradora de Illinios (EUA) divulgou que desejava abortar uma gravidez recém-descoberta, porém não tinha dinheiro para realizar o procedimento. Na campanha batizada “Pare a reprodução de Bailey” justificativa a decisão: “Bailey está atualmente desempregada, completamente falida, endividada, e não está em posição de manter um emprego devido a graves sintomas de uma gravidez difícil, não planejada e inesperada”, descrevia a página, que já foi retirado do ar.”

Após a extensa polêmica criada pela jovem no site, ameaças e comentários odiosos e violentos tomaram conta da página do site de financiamento coletivo. O fato forçou os representantes da plataforma a se posicionarem. Mesmo tendo como lema a frase “crowdfunding para todos”, o site decidiu criar a política de reprovação de campanhas. “Apesar da maior parte das atividades de angariação de fundos que vemos ser comovente e inspiradora, sempre haverá aqueles que tentam desafiar a existente Política de Utilização Aceitável do GoFundMe”, declarou a empresa em comunicado.

Quando a campanha de Bailey foi retirada do site, já havia sido arrecadado mais que o suficiente para pagar o procedimento de aborto.

Qual sua opinião sobre o financiamento de práticas como essa?

*Texto feito originalmente para minha coluna no site Bhaz

Garota de 11 anos cria caneca perfeita para quem tem Parkinson

Ela tinha apenas 11 anos quando teve a grande ideia. Tudo começou ao observar sua família cuidando de seu avô, que sofre de doença de Parkinson.

caneca

 

Lily Born é de Chicago e ao conviver com a família e o avô foi capaz de ter a sensibilidade de observar as dificuldades do dia-a-dia e transformar suas considerações em um produto inovador e solucionador de problemas.

Seu avô tinha muita dificuldade para tomar as coisas na xícara de cerâmica comum que usava. Ela percebeu que o material não era o adequado para ela, por causa do seu problema de saúde. Constantemente as xícaras se quebravam com ele.

A partir dessa preocupação, Lily foi capaz de criar um copo à prova de derrame inquebrável. A ideia era simples: colocar pequenas “pernas” nos recipientes para que fosse possível segurá-los com mais firmeza.

caneca1

 

Batizada Kangoroo Cups, a invenção de Lily foi adaptada por designers experientes. Dessa forma, um material maleável e um design adequado transformou em um novo modelo de copo especial.

O mais legal de tudo é que o projeto foi financiado de forma coletiva.

Hoje o Kangaroo Cup pode ser comprado pela internet. O kit com 4 canecas custa US$ 35 (R$ 79) no site Imagir0o, e é apresentado nas versões transparente com perninhas coloridas ou multicoloridas.

Assista ao vídeo (em inglês) logo abaixo:

O que você pode saber sobre o mercado de jornalismo através de dados abertos

Aqui no trabalho no Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas são desenvolvidos vários projetos interessantes, mas dentre a lista de trabalhos eu gostaria de falar hoje especificamente sobre o DataViva.

Trata-se de uma plataforma recheada com dados dos últimos 10 anos, relativos à exportações da Secretaria de Comércio Exterior – SECEX/MDIC e a ocupações da Relação Anual de Informações SociaisRAIS/MTE.

Dá para fazer cruzamentos de informações muito interessantes por lá, tirar muitas conclusões e construir informações relevantes!

A ferramenta foi desenvolvido em 2013 pelo órgão onde trabalho em parceria com o Massachusetts Institute of Technology (MIT). A flexibilidade da plataforma possibilita mais de 100 milhões de visualizações para que cada indivíduo a utilize para responder àquelas perguntas que mais lhe interessam, tornando-a um instrumento de análise democrática e plural. O negócio é fino ;)

E pra ficar mais lindo ainda, o DataViva é desenvolvido 100% em software livre, todos os dados são abertos ao acesso público. <3

Pra você entender direitinho o que dá para fazer com o site, fica aqui a dica de uma pesquisa feita com os dados só com foco na carreira dos meus amigos de profissão, os jornalistas. Fica aí a dica para fonte de pautas, de informações, e tudo mais que couber!

O quê o DataViva pode mostrar sobre o mercado de jornalismo

Em dez anos (2002 – 2012), o número de jornalistas empregados no Brasil aumentou quatro vezes. 30% estão no estado de São Paulo e os maiores salários no Distrito Federal.  

 O número de jornalistas no Brasil cresceu entre os anos de 2002 e 2012. Em 2002, o Brasil tinha cerca de doze mil profissionais empregados e, aumentou cerca de quatro vezes em 2012, atingindo 45 mil jornalistas ocupados. São Paulo é o estado brasileiro que concentrou o maior número de profissionais com 30% de participação no mercado, número que se manteve estável durante os dez anos. O segundo estado que mais empregou é o Rio de Janeiro, com uma baixa variação no período (0,54%), seguido de Minas Gerais, que teve uma redução de 0,84%.

Gráfico 1: Distribuição do número de jornalistas no Brasil por Unidades da Federação, 2002

 

Gráfico 2: Distribuição do número de Jornalistas no Brasil por Unidades da Federação, 2012

Gráfico 3: Evolução do número de Jornalistas no Brasil por Unidades da Federação, 2002-2012

Além de ter o maior número de jornalistas, o estado de São Paulo também tem o maior número de estabelecimentos que empregam jornalistas (3.739 ou 28%). Nessa análise, Minas Gerais ocupa a segunda posição, com 9% de participação no mercado.

 

Gráfico 4: Distribuição do número de estabelecimentos que empregam jornalistas no Brasil por Unidades da Federação – 2012

Setores em que os jornalistas estão empregados

Ao analisar os grupos de atividades econômicas que empregam jornalistas no Brasil, o de Informações e Comunicações se destaca. A área emprega um total de 21 mil jornalistas do país (47% do total). A Indústria e a Administração Pública também possuem uma participação significativa, com 11% e 10% respectivamente.

Quer saber mais? Visite o site do Escritório de Prioridades Estratégicas e veja a pesquisa completa