O algoritmo do Facebook, sentimentos e marketing digital

Já se foram 12 meses desde que as reações de emoção se tornaram botões e métricas do Facebook.

E o que foi possível observar nesse 1 ano de cliques de amor, raiva, surpresa, humor e like?

1- Big Data Emotion

O desafio de automatizar análises de sentimentos através de algoritmos volta a ser um tema em destaque.

Sabemos que as mais profissionais e avançadas ferramentas de monitoramento e análise de conteúdo de redes sociais sempre se depara com ironias ao tentar concluir sem auxílio humano para classificação de sentimentos.

Essa limitação do Facebook com os botões aproxima os analistas de alguns insights.

A linguística os botões podem ainda sugerir algumas confusões. Por exemplo, uma pessoa pode clicar no emoticon de triste não pelo fato de estar chateado com o dono da publicação, e sim com a mensagem contida ali. É possível deixar essa análise complexa também se formos tentar entender se uma marca ou pessoa recebe mais reações positivas ou negativas, uma vez que isso não reflete diretamente uma impressão sobre o emissor da mensagem, e sim (na maioria dos casos), sobre o texto.

2- O amor ganha da raiva

Vejam só o que disse um porta-voz do Facebook: “Durante o ano passado, descobrimos que se as pessoas deixam uma reação em um post, é um sinal ainda mais forte de que eles gostariam de ver esse tipo de postagem do que se deixassem apenas um like”.

E sobre a caixa-preta que é o Edge Ranking, podemos entender mais um pouco com essa fala: “Então estamos atualizando o News Feed para pesar as reações um pouco mais em relação ao que cada pessoa gosta e leva em conta para a relevância da história.”

Isso quer dizer que o botão do like será um critério de priorização dos posts que aparecem no feed dos usuários.

Mas veja bem a fragilidade dessa classificação:

  • vamos supor que você é uma pessoa extremamente interessada em assuntos políticos e judiciários
  • aparece na sua timeline um link sobre um tema relacionado à uma polêmica política atual, que é extremamente do seu interesse
  • todavia, aquela notícia deixa você revoltado e, instintivamente, seu cursos faz o clique no botão que expressa raiva (grrr)
  • o que você quis dizer com essa reação registrada: “essa notícia me deixou bravo. Que absurdo, etc, arf”
  • o que o algorítimo entende que você quis dizer com essa reação: “odiei esse conteúdo, não quero mais ver coisas do tipo”

Entende o tamanho do problema?

Páginas que tratam de assuntos não tão otimistas assim serão, naturalmente penalizadas.

Consequentemente, as marcas que usam o engajamento do Facebook para gerar vendas, alimentar funis de venda e todas suas estratégias precisarão prestar mais atenção ainda em que tipo de reação provocam com seus conteúdos!

 

3- Quem manda é o “Coração”

Outra informação divulgada nessa semana sobre essas interações é que o ícone do coração recebeu mais da metade de todas as reações registradas em 2016. Só no ano passado foram mais de 300 bilhões de expressões dos usuários do Facebook.

Além disso, o Natal foi o dia de maior “amor” distribuído na rede. Foi um recorde de registros de corações na rede.

4 – O sentimento continua o mesmo

Estamos perdidos? Não está fácil pra ninguém…

O sentimento dos profissionais que trabalham lidando com a caixa preta que é o algoritmo que controla o feed do Facebook continua sendo o de angústia e desconhecimento dos fatos.

Quando o Facebook começou com os botões de reações havia dito que todas elas teriam o mesmo peso de impacto na distribuição de conteúdo, porém com as atuais declarações já gera dúvidas sobre o assunto.

A maneira como a rede de Marc vai lidar com esses dados ainda é um mistério para todos, mas o que não se pode negar é que há um tesouro grande e poderoso nas mãos de sua equipe de Big Data Analytics.

E você? Como expressa suas emoções nas redes sociais?

Fonte das informações mais recentes

O que são leads qualificados e qual a importância para a sua empresa?

Que nome dar a uma pessoa que tem potencial para ser seu cliente? Quando o assunto é marketing digital, o termo usado é “leads”. Sim, essa palavra tão usada significa exatamente o que dissemos no parágrafo acima.

Um lead é um cliente em potencial! No post de hoje vamos falar sobre a importância dos leads qualificados para a sua empresa. Acompanhe!

A princípio, como identificar os leads?

Existem diversas formas de identificar o interesse de uma pessoa em algo que você e sua empresa oferecem. Por exemplo, uma pessoa visitando simplesmente seu e-commerce, pode ou não ser um lead.

Em alguns casos, essa pessoa pode estar simplesmente dando aquela clássica “olhadinha”, contudo essa mesma pessoa pode pesquisar também nos sites dos seus concorrentes, e ansiosa já para fechar a compra, afinal, como saber quem é quem nessa história?

A resposta para essa pergunta está no processo chamado de “qualificação de leads”. A seguir explicaremos melhor do que se trata essa relevante questão no marketing digital.

Leads qualificados

Chamamos de “leads qualificados” as pessoas que estão potencialmente em busca daquilo que sua empresa está oferecendo. O ideal é enviar a mensagem certa para as pessoas que realmente estão em busca dela.

Algumas empresas compram mailing (listas de emails e contatos) e disparam, por exemplo, emails oferecendo serviços e produtos. Sabe-se lá quem são as pessoas que estavam na mira dessa mensagem, pois o foco está apenas na quantidade de endereços.

Enviam uma oferta para 15 mil pessoas, mas poucos preocupam-se, de fato, com a “qualidade” dessa base de contatos. A probabilidade de se encontrar leads qualificados nessa lista gigante é mínima.

A importância dos leads qualificados para minha empresa

Se você fizer uma mensagem e mirar seu envio para milhares de pessoas, para uma multidão aleatória, dificilmente terá um bom resultado.

Em outra situação, se sua empresa preparar um discurso segmentado, apropriado para um perfil específico de pessoas e encontrar um jeito adequado de entregar essa mensagem, provavelmente terá uma performance mais relevante.

Leads, conteúdo e marketing digital

Somos assediados o tempo todo com infinitos links, posts e informações. Se observar o seu próprio comportamento enquanto consumidor de conteúdo digital, perceberá que você segue alguns padrões e que ignora grande parte daquilo que recebe.

Isso acontece, provavelmente, porque você não era um lead qualificado para as marcas que tentam estabelecer comunicação. A ideia das estratégias de marketing digital é criar engajamento e relacionamento entre o lead e a marca. Dessa forma, aquela pessoa passa a enxergar a empresa com credibilidade, a dar autoridade a ela e, atualmente, se qualifica como lead.

Quando um lead se qualifica, geralmente pode-se considerar que ele já não está mais no topo do seu funil de vendas, pois, de fato, aquela pessoa já conhece o que você oferece e talvez já conhece seu diferencial.

Com os próximos passos que sua marca der (por exemplo, enviando email marketing de qualidade, posts relevantes, etc) é possível que o lead passe a levar em consideração a hipótese de fechar negócio com a sua empresa e não com o seu concorrente.

Atualmente suas estratégias estão com foco em leads qualificados? Deixe seu comentário e conte-nos!

 

14 ferramentas para criar apresentações profissionais

Já não é de hoje que o Power Point deixou de ser a principal ferramenta para criarmos apresentações de impacto.

Seja para trabalhos de faculdade ou para apresentações empresariais, existem inúmeros sites, aplicativos e recursos que nos empoderam.

Se você não é “o cara” do design, vai conseguir acertar na tipografia e nas imagens. Se você não é “o cara” da arquitetura de conteúdo, conseguirá também organizar bem todo o slide…

Confira abaixo uma série de ferramentas que vão poder te ajudar na hora de criar slides e apresentações.

 

Canva

Ferramenta linda, serve pra muita coisa, inclusive para criar conteúdos para apresentação. Ali você cria gráficos, apresentações e outros tipos de conteúdo para blogs, usando layouts de design bem legais.

FlowVella

Esse é focado nos dispositivos Apple. Nele você coloca o o conteúdo e recebe a apresentação prontinha.

eMaze

Ferramenta ótima para quem gosta de desenvolver trabalhos diretamente no browser. Ele permite até que você faça traduções dentro das apresentações.

Google Slides

Eu só trabalho dentro dele. É a versão online e colaborativa do Power Point e agrupado com o Google docs.

Slides

Aqui você pode criar apresentações compatíveis com qualquer dispositivo. Você também pode usar designs e layouts de outros usuários.

Slidebean

Você coloca o conteúdo e, plim!: a identidade visual surge automaticamente. Você pode fazer os ajustes que precisar rapidamente.

Piktochart

Aqui você cria infográficos rapidamente.

Info.gram

Parecida com a ferramenta de cima. Permite a criação de infografias para compor seus slides. Você pode também usar dados de uma planilha e ter gráficos automaticamente.

Easel.ly

Vários modelos que você pode usar também na hora de criar infográficos.

10 Venngage

Mais uma opção para quem precisa colocar gráficos perfeitos nos slides. Ele é bem simples de ser usado.

11 SlideTemple

Mais de uma centena de ícones personalizáveis. Vai te poupar um bom tempo caso precise!

12 BeFunky

Muitos efeitos para edição de fotografias.

13 Skitch

Essa ferramenta faz parte do Evernote e O Skitch faz parte do EverNote e permite adicionar anotações, esboços e outros recursos para transmitir a sua mensagem.

14 Keynote

Essa provavelmente você já ouviu falar e é a queridinha de grande parte dos usuários de Mac. Mais conhecida como a versão do PowerPoint da Apple. Você deve salvar a apresentação em formato PDF para carregá-la no SlideShare.

Os horários nobres das redes sociais

Foi divulgado um estudo realizado pela Sprinkler revelando o comportamento dos usuários e das marcas no Facebook, Instagram e Twitter durante o ano de 2015.

Como foi feita a pesquisa

Com base em 160.244.070 menções coletadas durante o ano de 2015 inteiro através do Scup, o estudo levantou comportamentos padrões dos usuários nas redes.

Por que essa pesquisa é legal para vc, caro leitor do blog da Raquel Camargo?

Simplesmente pelo fato de que esses dados podem ser uma bússola para vc. Sabe aquela hora que bate a dúvida sobre qual é o melhor momento para publicar o que e em qual rede? Então! Essa pesquisa te ajuda a entender o comportamento das pessoas e, consequentemente, orienta nas suas estratégias.

Claro, os dados são de 2015 e o nosso comportamento muda muito e rapidamente, todavia é o que temos para hoje. Não é fácil ter pesquisas tão grandes em tempo real, então boa estudar isso aqui!

A pesquisa toda ficou muito interessante e fala, inclusive, de segmentos. Dê uma olhada no trabalho completo deles clicando aqui. Enquanto isso, veja alguns destaques abaixo.

Veja alguns fatos destacados na pesquisa

facebook dia para postar

horário nobre mídias sociais horários para postar no facebook e instagram

facebook dias

A história do clássico ícone “smiley” vc conhece?

Eu resolvi fazer esse post por causa da foto acima, eu confesso. A dicotomia entre a criação de Harvey Ball (a famosa carinha feliz) com a expressão não-feliz da foto me fez rir alto. Depois da crise de riso resolvi trazer o assunto para cá. #prontofalei

Mas fora a zueira, esse moço, o Harvey Ball, foi quem desenhou e lançou o clássico emoticon que conhecemos e usamos para expressar alegria, felicidade, simpatia e tantas outras coisas boas na internet :)

Embora a gente tenha começado a ver essa carinha nas telas em meados de 1999, dizem por aí que a criação do desenho em si foi feita há mais de 50 anos.

criador do smileyDizem as fontes da internet que, em 1963 uma empresa de Massachusets decidiu lançar uma campanha que tinha como objetivo estimular a interação entre seus funcionários e o público-alvo. Batizado “Campanha da Amizade”, o projeto procurou um grupo de designers locais para a criação de uma imagem sugestiva que divulgasse a ação e aí surgiu o Harvey Ball.

Em um papel amarelo, Harvey teria desenhado uma bola com a intenção de fazer referência ao sol. Em seguida desenhou os olhos e o sorriso. Em menos de 10 minutos e pelo valor de 45 Dólares surgiu essa “marca”, que na ocasião sequer patenteada foi.

Já em 1970 a imagem teria sido reutilizada por dois irmãos (Murray e Bernard Spain) em camisetas, bonés e canecas. A imagem ia acompanhada da frase “Have a Nice Day”(tenha um bom dia). Eles venderam mais de 50 milhões de objetos em menos de dois anos.

Enquanto isso, acontecia também a guerra do Vietnam. Claro, o mundo inteiro estava acompanhando o fato e usavam bandeiras, camisas e diversas outras formas de comunicação para propagar mensagens à favor da paz (já que na época não dava para trocar o avatar, né? rs). E foi aí que Harvey teve mais um momento de glória. A carinha sorridente virou um emblema americano, sobretudo pelas bandeiras hippies, sempre atrelada às críticas contra a guerra.

A :) começou a ser chamada de “smiley”em 1971, quando o francês Franklin Loufrani usou o ícone em um jornal para identificar as notícias e reportagens alegres das edições. Foi ele que patenteou, finalmente, a carinha e hoje isso dá mucho diñero!

Bem louco, não é?

Infelizmente o moço da foto, o Harvey, faleceu em 2001. Embora sua criação tenha impactado comercialmente o mundo inteiro, ele nunca pediu os direitos de uso ou procurou registrar a imagem.  :)

profissões do futuro

Quais são as profissões do futuro?

Se eu perguntar qual profissão vai estar em alta em pleno 2030, você consegue dar pelo menos um palpite? De acordo com uma pesquisa britânica, o papo futurista está bem perto da nossa realista.

Claro que até lá os robôs já vão ser parte da nossa rotina e também é fato que eles vão mudar significativamente nossos mercados de trabalho, todavia isso não significa que vamos ficar totalmente obsoletos. O grande fato é que nossas profissões serão totalmente ressignificadas!

Consultor de robôs, fabricante de partes do corpo, arqueólogo digital e policial climático são algumas da profissões do futuro.

Os estrategistas em prospecção do Canadian Scholarship Trust Plan (CST) criaram uma lista em que descrevem como serão os empregos que você irá encontrar disponível no mercado daqui a mais de 15 anos. Com a tecnologia mudando toda nossa realidade como está sendo, podemos ter uma ideia do quão fascinante serão nossas carreiras em questão de décadas. E se um dia seu filho te disser que quer ser um Especialista em Simplicidade quando crescer? E se você namorar um fabricante de orelhas?

Fiz um vídeo falando dessas tendências. Descubra quais são as profissões do futuro! :) Dá o play aí e entenda o que vem pela frente! :)

Como o Snapchat pode ser usado para negócios?

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ÚLTIMAS VAGAS PARA O CURSO “FACEBOOK E SNAPCHAT PARA NEGÓCIOS” em BH. Este link dá um desconto exclusivo de 10% para inscrições realizadas até o dia 04/05. Garanta sua vaga ;)


 

No meio de tantas ferramentas digitais de compartilhamento de conteúdo, dentre as mais antigas (como o Facebook) e as mais emergentes (como o Periscope), tem uma especial que vem chamando atenção e confusão: o Snapchat.

Embora tenha sido criado em 2011, somente em 2015 ele começou a fazer sucesso de verdade, principalmente aqui no Brasil.

Mais usado como um espaço de entretenimento e compartilhamento de trivialidades, o Snapchat tem grande potencial também como um recurso capaz de aumentar as vendas e melhorar a comunicação de empresas de diversos segmentos.

Veja aqui x coisas que vc precisa saber para entender como o Snapchat pode ser usado para negócios:

1- Ser ouvido na multidão
O Snapchat é um espaço que recebe inúmeros conteúdos a cada momento. Contabiliza-se que mais de 8 mil fotos sejam compartilhadas por segundo ali dentro. Então, a gente precisa ser muito criativo e competente para criar um conteúdo interessante e não ficar perdido nessa multidão toda!

2- Tudo o que vc publicar será apagado!
Essa é a principal característica do aplicativo! Vídeos e fotos serão descartados automaticamente em 24 horas. Sendo assim, use de forma inteligente seu tempo: não adianta gastar muito na produção de um vídeo apenas para o Snap se ele deixará de existir em breve.

3- É a melhor ferramenta atual para falar com jovens
O Snapchat se auto-intitula como a melhor maneira de alcançar pessoas de 13 a 34 anos.
Sabe-se, por exemplo, que nos Estados Unidos 23% dos usuários têm entre 13 e 17 anos; que 37% possuem entre 18 e 24 anos; que 26% do público tem entre 25 e 34 anos e que 12% está na faixa entre 35 e 54 anos. Aqueles que têm mais de 55 representam apenas 2% dos usuários.

publicidade snapcht

4- Existem formas de anunciar no Snapchat
A publicidade oferecida para empresas dentro do Snapchat é chamada de 3V (Vertical Video Views). Trata-se, basicamente, da venda de vídeos verticais (formato mais utilizado dentro do app).

Hoje vc pode escolher 3 formas de anúncio:

Snapchat Geofiltros
. Geolfilters: filtros por localização. Eles são usados quando o usuário vai fazer um snap em um local específico.
. Discover: aquela parte da direita, que oferece conteúdos. Existem artigos, notícias e vídeos em geral que são atualizados diariamente.
. Live: é aquela opção que aparece logo acima da timeline das pessoas que vc segue. Geralmente está associada à eventos ao vivo e assuntos que chamam atenção mundialmente. Por exemplo, naquele fatídico domingo de impeachment, eles criaram um live para mostrar pessoas que estavam em manifestações.

5- Filtros exclusivos
Ah sim! Essa é outra opção de fazer uma ação para uma marca no Snapchat. Os filtros são muito divertidos e todo usuário adora. No exemplo abaixo o McDonalds fez esses filtros exclusivos que podiam ser usados quando alguém estivesse em alguma de suas unidades.

filtro patrocinado snapchat

6- Storytelling
Para fazer sucesso no Snap é fundamental saber contar bem histórias. Que sejam histórias triviais, bastidores, etc, mas o grande fato é que se houver senso de humor e criatividade, o conteúdo poderá ser muito bem recebido.

snapchat raquel camargo

7- Humanização do conteúdo
Como o foco aí é trabalhar com vídeos, e se possível diários, é inevitável dar uma “cara” para a marca.
As marcas que têm trabalhado com Snapchat têm desapegado da imagem “sisuda” que a vida inteira se fez no mercado (onde apareciam apenas logo, discurso institucional e tudo mais de uma forma fria e impessoal) e optado em colocar um colaborador (ou até mesmo sócio) de cara para a câmera. Isso é muito legal, pois humaniza a relação, mostra que tem uma pessoa real cuidando daquilo e cria a possibilidade de empatia por parte do usuário.

 

Se ainda falta argumentos para você e sua empresa pensarem realmente se vale a pena dar atenção para o Snapchat, fica apenas uma dica: foco nos dados! O Snapchat hoje já ultrapassa o Facebook e o Whatsapp em volume de imagens compartilhadas!

snapchat para negocios dados

2 eventos em BH para você entender melhor o Snapchat

BH está com a agenda agitada e estou muito feliz por poder participar disso :)

Nesse post estão dois eventos que interessarão todos que estão em busca de entender esse mundo novo do Snapchat. Vamos? :)

Evento 1- Conect@ados sobre Snapchat

O professor e amigo Gutemberg está organizando periodicamente um encontro chamado Conect@ados. E recebi um convite bem especial e agora gostaria de chamar os queridos leitores desse humilde blog :)

tudo sobre snapchat raquel camargo

 

Vem com a gente: https://lnkd.in/entBn9y Em BH no dia 28/4. Vai ser gratuito! :)

Evento 2- Curso Snapchat e Facebook para Negócios

No dia 07 de maio acontecerá também em Belo Horizonte a primeira turma do primeiro curso que se dedicará ao uso do Snapchat!

As vagas são limitadas e a proposta do curso é ter uma abordagem introdutória! Então, vem!

Serviço:
Data: 07 de maio, sábado
Horário: de 9h às 18h
Local: Techmall (Bairro Floresta, BH)
Valores:  R$420,90

Veja aqui todos os detalhes e se inscreva!

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Curso Snapchat Facebook para negócios

Democratizando as mídias sociais

Minha meta atual é democratizar as técnicas, estratégias e ferramentas de mídias sociais. Eu gostaria que o máximo de pessoas, de todos os tipos e áreas de trabalho, entendessem como as redes e toda a internet podem ajudar a potencializar um negócio, a desenvolver carreiras e, sobretudo, melhorar o mundo.

Colocando em prática alguns passos para cumprir esse propósito, acabo de lançar um novo curso.

Curso Facebook e Snapchat

 

Estou convidando todos aqueles que ainda não têm familiaridade com o assunto para esse curso, que acontecerá no sábado 07 de maio, em BH.

A proposta é introdutória mesmo, é apresentar os primeiros e fundamentais passos para criar um trabalho consistente no Facebook e no Snapchat.

Quem participar vai sair de lá com conhecimentos para fazer anúncios da forma correta no Facebook, com ferramentas e técnicas profissionais para criar estratégias de conteúdo para Snapchat e Facebook e poderá melhorar a imagem da empresa ou do projeto que cuida na internet!

Você se interessa ou conhece alguém que precisa fazer esse curso? Fique à vontade para compartilhar esse post com ela :)

Até o dia 15 de abril o curso tem preço promocional.

É só clicar aqui para fazer a inscrição.

As redes sociais estão fazendo você viver em uma bolha

Todos sabemos: as redes sociais nos permitem a criação de filtros, começamos a seguir pessoas que publicam conteúdos que nos agradam, optamos por não receber conteúdos de opiniões divergentes às nossas. E quais são as consequencias dessa natural e espontânea polarização que desenhamos todos os dias na internet?

O nome disso é “filtro bolha”. O Filter Bubble é o efeito de isolamento especial de informação que todos criamos usando redes como Twitter, Facebook, Medium, Snapchat, Instagram e tantas outras.

Desde que as timelines começaram a ser regidas por algoritmos, e não apenas de acordo com a ordem de postagens, esse fenômeno cria mais força. Por exemplo, para o Facebook, quanto mais vc interage com a fanpage x, mais o algoritmo entende que aquele conteúdo é relevante para vc e mais exibe para vc posts daquele tipo. Consequentemente, as postagens de tipos e categorias completamente diferentes perde relevância e isso passa a chegar com menos força para seu consumo.

Tudo bem, isso é muito legal. É uma oportunidade para recebermos conteúdo cada vez mais qualificados e que atenda nossos critérios de interesse. Porém, há o outro lado da moeda: a polarização do debate, a imersão em apenas um lado de cada história e até mesmo cria uma ameaça para nossa criatividade, de acordo com pesquisadores.

Nos conectamos com aquilo que concordamos

“Infoxication”. A gente vive esse mal hoje. Com essa avalanche de informações diárias, nosso cérebro e nossa mente acabam por criar novas estratégias para se adaptar às demandas que o ato de estar conectado constantemente exigem.

Está sendo chamado de “viés de confirmação” um fenômeno que nos faz querer receber apenas opiniões e notícias que reforcem os nossos pontos de vista pré-existentes. Aquilo que vai contra nossas crenças a gente joga fora, a gente dá unfollow.

E no futuro?

E o que isso vai mudar em nossa vida? De fato, muita coisa (e já mudou). Acompanhar debates políticos, sobretudo, pelas redes sociais hoje já é um ato ressignificados se compararmos com crises passadas.

Não tive acesso ao livro todo, mas segundo o que consegui ver do livro “The Filtre Bubble: What the Internet is Hading From You”, a hipótese é que nosso sistema democrático é quem mais se prejudica com essa tendência. O pesquisador Eli Pariser, escritor desse livro disse:

“A democracia exige que as pessoas sejam capazes de se colocar no lugar do outro, porém, em vez disso estamos mais fechados dentro de nossas bolhas. Democracia demanda que dependamos daquilo que nós compartilhamos com os outros, mas em vez disso, estão nos oferecendo universos paralelos, separados”.

E você? O que pensa disso? Percebe que está se trancando em bolhas ou ainda consegue manter suas redes despolarizadas?