Design Thinking para Comunicação e Marketing Digital

Você sabia que design thinking combina (e muito) com todos os processos de comunicação e marketing digital?

Desde o planejamento até a criação de textos, imagens e o momento das estratégias de segmentação de anúncios: dá pra colocar o usuário no centro dos processos, trazer empatia e inovar nessa hora.

Quer aprender a colocar isso em prática? Fica a dica para a nossa terceira turma do curso de Design Thinking para Comunicação e Marketing digital.

Não precisa ter conhecimento prévio sobre os assuntos, pode ser empreendedor, profissional ou um mero curioso sobre o assunto. Todos são bem vindos e a metodologia e didática serão válidas para todos os públicos.

Clique aqui para se inscrever. Vagas limitadas ;)

Que tal colocar INOVAÇÃO, COLABORAÇÃO E EMPATIA no seu processo de Planejamento de Comunicação e Marketing Digital?

Conteúdo programático

  • O que é design Thinking
  • Práticas, tipos e estratégias de inovação
  • Pensamento voltado para quebra de paradigmas
  • Empatia
  • Imersão
  • Propósito do negócio
  • Persona
  • Empatia
  • Jornada do cliente
  • Ideação
  • Brainstorm
  • Técnicas de inovação 
  • Prototipação
O evento acontecerá no MGTI, no aconchegante café do Terceiro andar :) Avenida Afonso Pena, 4000, Belo Horizonte.
 
O café irá vender lanchinhos para que vocês mantenham as energias e o estômago em harmonia :)
Saiba como foi a última turma:
 

Inteligência artificial aplicada a negócios: tecnologia desenvolvida na UFMG transforma-se em realidade

Na abordagem tradicional, os computadores operam a partir de algoritmos que detalham passo a passo todas as etapas que a máquina deve executar. Dessa forma, o computador consegue resolver problemas específicos a partir de instruções precisas. Existem, porém, problemas para os quais nós não conseguimos detalhar um passo a passo da solução – exemplo clássico é o reconhecimento de imagens. Para esses casos, é aplicado o Aprendizado de Máquina (do inglês, Machine Learning), uma subárea da Inteligência Artificial: a partir de exemplos de problemas com solução conhecida, o computador é capaz de aprender a resolver um novo problema de forma semelhante ao ser humano.

Na prática, a tecnologia pode ser aplicada para fins muito diversos, e um exemplo são os carros autônomos – veículos capazes de se locomoverem sem motorista. “Antes, imaginávamos que seria necessário instalar sensores nas vias para que o carro pudesse se guiar. Mas a tecnologia que está em funcionamento hoje usa justamente o Aprendizado de Máquina, “ensinando” o veículo a dirigir através de gravações que registram a forma como pessoas dirigem nas mais diversas situações – chuva, neve, avenidas movimentadas”, esclarece Juliano Viana, CTO da Kunumi. Essa nova prática de Aprendizado de Máquina, que se utiliza das chamadas redes neurais para fazer com que a máquina “aprenda”, é conhecida como aprendizado profundo (do inglês, Deep Learning), e é uma das principais especialidades da empresa, que conta hoje com engenheiros mundialmente renomados nessa área.

Dispondo de arranjos institucionais diferenciados, a Kunumi, fundada em 2016, conta com a expertise de pesquisadores que trabalham há muito tempo na área de Aprendizado e Máquina e Inteligência Artificial. “Queremos ser proponentes nessa discussão, e não vítimas dela”, explica Alberto Colares, CEO da empresa, sediada no Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC).

Insight automatizado

Atuando na área de tecnologia voltada para tratamento da informação, Alberto conta que, ao longo da última década, a comunidade científica trabalhou muito voltada para o armazenamento de dados – o que gerou a grande tendência conhecida hoje como Big Data. A ideia era que, em algum momento, esse grande volume de dados estocados poderia ser convertido em informação, a partir do ganho de perspectiva histórica.

O volume e a complexidade de dados gerados se tornou tão grande que é impossível, para profissionais, criar um padrão claro para obter respostas. Foi necessário, portanto, desenvolver uma tecnologia capaz de automatizar insight, algo tipicamente humano.

A partir da análise de um grande volume de dados disponíveis, a plataforma desenvolvida pela Kunumi é capaz de mapear padrões invisíveis anteriormente aos olhos humanos e responder perguntas complexas, melhorando a performance em diversas áreas dentro da indústria, empresa ou mesmo instituições governamentais.

Identificando padrões, esses dados são capazes de realizar uma análise preditiva. “Mais que organizar dados, o nosso sistema é capaz de aprender e sugerir ações, considerando variáveis como o perfil de determinado cliente, prevendo comportamentos, detectando anomalias e fraudes”, explica Juliano. Os produtos já estão em fase de desenvolvimento, voltados para instituições financeiras, hospitais, indústrias e governos.

Linguagem natural

Com interesse descomplicar a interação com a tecnologia, outra aposta da empresa é que a plataforma seja capaz de interagir com seres humanos usando de uma linguagem natural – outra possibilidade viabilizada pelo Aprendizado Profundo. “A ideia é que interagindo com a plataforma, por voz ou por texto, as pessoas possam, de certa forma, conversar com a sua empresa, saber como vai a sua saúde financeira, a satisfação de seus clientes. Tudo isso em um papo contínuo, eficaz e prazeroso”, completa Alberto.

Um Modelo de Negócio Inovador

A Kunumi foi criada a partir da transferência de know-how obtido através de resultados de pesquisa desenvolvida dentro da UFMG. A universidade participa do negócio como sócia na forma de usufruto de ações, tendo os mesmos direitos que qualquer acionista, mas sem direito a voto. “É um arranjo que beneficia ambas as partes. Enquanto a Kunumi tem acesso a laboratórios e pesquisadores de ponta – fundamental para o desenvolvimento de tecnologias disruptivas, a UFMG recebe benefícios do trabalho que comercializamos” explica o professor Nívio Ziviani, Presidente do Conselho de Tecnologia e Membro do Conselho de Administração da empresa.

Este modelo de negócio, embora seja muito comum em universidades de destaque como o Massachusetts Institute of Technology (MIT) e a Universidade de Stanford, ainda é incipiente no Brasil. “É importante que a pesquisa e desenvolvimento trabalhe em temas inovadores, que sejam de interesse tanto da universidade quanto da empresa. A Kunumi pode proporcionar para os laboratórios da UFMG dados do mundo real que dificilmente poderiam ser obtidos pela instituição. Em troca, temos acesso a conhecimento que permite que possamos competir com os maiores players do mercado internacional”, completa Ziviani.

 

profissões do futuro

Quais são as profissões do futuro?

Se eu perguntar qual profissão vai estar em alta em pleno 2030, você consegue dar pelo menos um palpite? De acordo com uma pesquisa britânica, o papo futurista está bem perto da nossa realista.

Claro que até lá os robôs já vão ser parte da nossa rotina e também é fato que eles vão mudar significativamente nossos mercados de trabalho, todavia isso não significa que vamos ficar totalmente obsoletos. O grande fato é que nossas profissões serão totalmente ressignificadas!

Consultor de robôs, fabricante de partes do corpo, arqueólogo digital e policial climático são algumas da profissões do futuro.

Os estrategistas em prospecção do Canadian Scholarship Trust Plan (CST) criaram uma lista em que descrevem como serão os empregos que você irá encontrar disponível no mercado daqui a mais de 15 anos. Com a tecnologia mudando toda nossa realidade como está sendo, podemos ter uma ideia do quão fascinante serão nossas carreiras em questão de décadas. E se um dia seu filho te disser que quer ser um Especialista em Simplicidade quando crescer? E se você namorar um fabricante de orelhas?

Fiz um vídeo falando dessas tendências. Descubra quais são as profissões do futuro! :) Dá o play aí e entenda o que vem pela frente! :)

Uma startup que ajuda brasileiros a encontrarem trabalho no Canadá

Descobri esses dias a existência da VanHack, uma startup que surgiu com objetivo de facilitar a vida dos brasileiros que têm o sonho de ir vivr no Canadá mas sabem o abacaxi enorme que é conseguir visto de trabalho e todos os outros desafios que existem.

Além de vídeos com várias instruções sobre o assunto, a Vanhack também criou uma forma inovadora para ajudar os brasileiros interessados. Através de um Hackathon ela propõe um novo conceito na hora de conectar empresas de lá com profissionais daqui. Fica a dica, minha gente :)

Com o objetivo de aquecer a economia e promover a imigração de profissionais para o Canadá, a VanHack, empresa canadense que ajuda brasileiros a trabalhar no mercado digital do país da América do Norte, promove a VanHackathon, um hackathon completamente virtual, nos dias 20, 21 e 22 de maio, para conectar novos talentos a empresas do país.

Esse hackathon, que será voltada para profissionais formados em design e programadores de TI que possuem a intenção de trabalhar no Canadá e seguir uma carreira promissora no país, reunirá aproximadamente 20 empresas que estarão em busca de pessoas com essas habilidades para fazer parte da equipe.

O evento custará CAD$ 10 para profissionais participarem dessa interação, e poder ter acesso a cursos, consulta profissional pelo LinkedIn, Webinars e vídeos semanais no site. Quem optar pelo pacote premium, além dessas facilidades, terá acesso à equipe de profissionais da empresa para auxiliar na capacitação e ingresso no mercado de trabalho canadense, suporte na criação do currículo, 2 horas de prática de entrevista em inglês, apresentações e vídeos exclusivos feitos pela equipe VanHack.

“Nosso objetivo é buscar novos talentos e auxiliar pessoas que querem trabalhar no Canadá, mas não encontram oportunidade ou para aqueles que acham que essa é uma realidade muito distante. Queremos quebrar barreiras físicas, promover troca de experiências e possibilitar o aumento do círculo de networking entre as duas partes envolvidas”, afirma Ilya Brotzky, CEO da VanHack.   

Os profissionais de tecnologia que forem contratados poderão contar com um salário mensal de aproximadamente CAD$ 6 mil, que representa em torno de R$ 18 mil. Já os de design receberão em torno de CAD$ 4 mil. Também existe a possibilidade de ganhar emprego remoto e ganhar em dólar, melhorar seu inglês e aumentar seu network international.

Devido a atual situação financeira e política do Brasil, nos últimos anos houve um aumento expressivo no número de pessoas interessadas em trabalhar fora do país. De acordo com a Receita Federal e o Fisco, o número de declarações de emigração qualificada aumentou em 67% de 2011 para 2015. Em 2011, a Receita recebeu em torno de 8 mil declarações, em média 21 para cada dia do ano. Já em 2015, foram 13 mil, com uma média diária de 36.

“Queremos aproveitar que o Brasil é um país que possui profissionais altamente qualificados e ideias inovadoras, mas na maioria das vezes não existe oportunidade para todos eles. Em contrapartida, o Canadá possui muito mercado, mas há pouca mão de obra. Por isso, queremos oferecer trabalhos a essas pessoas e movimentar os setores de design e TI no país”, reforça Brotzky.

O VanHackathon será em inglês, então é uma ótima oportunidade de prática seu inglês e mostrar suas habilidades para empresas canadenses. As inscrições podem ser feitas pelo nesse link.   

Quem anima participar? :)

 

Experiência para hackear a educação - Uma nova experiência em Belo Horizonte

Manifesto Mesha Lab

Aqui não tem grupo fechado, não tem fórmula pronta e nem verdades absolutas. Mas tem coragem, audácia, inovação, um plano pra testar novas possibilidades e tem você.

Tempos difíceis desafiam a criatividade e nos provocam a pensar diferente. Pessoas e organizações dependem da capacidade de enxergar o mundo com outros olhos e se adaptarem com velocidade para construir o futuro, ao invés de serem surpreendidas por ele.

Espalhados por aí, estão vários conectores e facilitadores da inteligência coletiva, que têm em comum a coragem, a vontade e um plano para experimentar novas possibilidades. Esse movimento, que começou com diversas iniciativas isoladas, precisa dar um próximo passo. Não somos nós que estamos dizendo isso, é o mundo.

É daí que nasce o Mesha LAB.

Estamos integrando pela primeira vez essas pessoas reconhecidas por seus cursos, projetos, eventos, experiências e subversões, para sermos mais que uma multiplicidade de iniciativas. Queremos correr juntos, num movimento que só é possível a partir de mentes criativas conectadas para inspirar, transformar e cocriar jornadas de aprendizagem significativas pra você lidar com o contexto de incerteza.

Agora, te convidamos pra viver com a gente um programa-workshop-laboratório diferente de todos os outros. A gente quer reduzir o abismo entre a escola e o mundo real, hackeando os paradigmas tradicionais para empoderar você a aplicar o conhecimento na sua vida, na sua organização, no seu negócio e na sua comunidade.

Se você anda inquieto com o seu mundo, os seus negócios, o lugar em que vive e o rumo que as coisas estão tomando, você é dos nossos. Você é MESHA.

Um encontro de pessoas, mentes, corações e propósitos que tentam lidar com as incertezas do nosso tempo de um jeito diferente. Gente que procura subverter o que está estabelecido e dar novos significados àquilo que faz.

Aprender, por exemplo. A gente acredita que algumas pessoas podem nos inspirar a trilhar novos caminhos. Mas é você quem vai construir o seu caminho e aprender o que é realmente importante. Na bagagem, é preciso ter coragem, determinação e humildade.

Read more

A uberização de cada dia

Imagina se os fabricantes de fogão ficassem revoltados com a invenção do microondas.

Imagina se Platão impedisse o desenvolvimento da escrita pela ideia de que isso poderia “acabar” com a oralidade e a memória.

Imagina se as empresas especializadas em  calculadoras abominassem os aparelhos celulares.

Imagina!

Agora imagina taxista achando muito ruim o fato de agora ter um tal de Uber que é muito melhor para alguns consumidores. Imagina que alguns taxistas estão até inventando histórias de “fulana que foi assaltada no Uber ontem” para desmoralizar um serviço que é diferente do dele e não percebe a oportunidade de inovar e melhorar. Imagina o motorista de um táxi que acredita ter o direito de privar um passageiro de escolher qual serviço ele quer ter!

Para mim, isso é visão limitada. Vejo tanta oportunidade de negócio, de evolução e de disruptura nisso que quase abro uma aba do navegador para pesquisar o preço de um Toyota Preto e ser motorista. Brinks, eu odeio dirigir.

Se você quiser ver com o Uber é legal e pode ser o serviço ideal para você, toma aqui R$20 de crédito. É só se cadastrar usando o código “uberlhama” clicando aqui

Você prefere Uber ou Táxi?
Polêmica entre Uber e taxistas não termina!
História de empreendedorismo de Raquel CAmargo

Entre o status “desempregado” e “empreendedor”

História de empreendedorismo de Raquel CAmargo
Aquele sábado, 23 de maio de 2015, foi um dia muito interessante de ser vivido.

Fui convidada para contar minha trajetória de vida para uma turma do Lab-x, da Fundação Estudar, que aconteceu em Contagem.

Ano passado eu estava ali, sentada no meio dos vários participantes do Laboratório Na Prática, também da Fundação Estudar. Eu sentia era frio na barriga até mesmo na unha. Estava no ápice da minha transição. Eu tinha acabado de sair de um emprego e começava a falar para os outros que eu era empreendedora, que fazia uma empresa acontecer (nesse caso, a Lhama.me, até então ao lado da querida amiga e super profissional Priscilla Fujiwara). Parte de mim dizia para eu me desesperar, que eu estava sem grana e sem estabilidade nenhuma e que eu devia mais era “caçar um trabalho”. É difícil fazer a mente mudar a lógica.

Durante a experiência do Laboratório eu fui entendendo a minha vida e o tanto que eu gosto de quebrar minhas próprias zonas de conforto. Em um exercício que propunha fazer o story-board de nossas vidas, eu deixei bem claro que estou sempre em transição, mas que nenhuma transição até aqueles 28 anos de vida estava sendo tão misteriosa como essa de escolher empreender.

No processo do Laboratório (que dura 1 mÊs) minha ficha caiu pesadamente e me fez sentir que eu estava fazendo uma tatuagem na alma, e que isso não seria apagado mais. A experiência de fazer uma marca nascer, de ver pessoas acreditando naquilo que você propõe e muita gente comprando suas ideias é profunda e viciante.

Ficar por conta da firma

Meu primeiro dezembro empreendedor foi pura pindaíba, digamos. Mas foi libertador. Não tinha ninguém para cortar minhas asas, para me limitar o espírito e tal. Aí sim eu me senti empreendedora (com todo o ônus e bônus que se podia ter). Enfim, eu estava “por conta”.

O meu namorado, empreendedor de “nascença”, outro dia conversava com alguém que perguntou o que eu fazia. O diálogo foi assim:

Pessoa aleatória: – E você está trabalhando onde?
Meu namorado: – Em casa mesmo
Pessoa aleatória: – Ah, que legal, é bom ser empreendedor assim. E sua namorada, onde trabalha?
Meu namorado: – Em casa mesmo
Pessoa aleatória: – Ah, é dona de casa?

Não, cara pálida. Mulher é capaz de trabalhar em casa fazendo outras coisas além de “pilotar fogão” e lavar roupa, mané.

De fato, cada situação dessas que pulam no meu caminho desde que resolvi assumir essa vida de empreendedora me fortalece. Me tira mitos, me faz construir verdades e me motiva a continuar. Apenas continuar. Acho que estou mandando bem, e fazendo o melhor de mim.

Nesse sábado bacana que eu tive me deram a oportunidade de contar minha história de vida para um grupo de jovens interessados em empreender e/ou intraempreender. Do fundo do meu coração, espero que confiem muito em suas ideias e construam projetos lindos e de sucesso. E é importante falar que sucesso significa, em várias situações, fracasso. Os erros são mensagens, e a gente precisa acolhê-los em busca do aprendizado. É só assim que a gente redescobre o mundo e constrói a realidade que escolhemos para nós mesmos.

Se eu pudesse voltar ali no ano passado e dar uma dica para a Raquel, eu diria pra ela continuar confiante, e sem esse apego do status de um emprego. E com disse o Tim Ferris, ter muito trabalho não significa ser PRODUTIVO. No meu caso, pelo menos, eu busco é o fazer, o movimento, e não o acúmulo. Para mim, empreender é isso, mover o que eu acredito, no sentido que eu acredito ser o mais adequado :)

 

5 dicas de apps para ser mais produtivo em 2015

Tempo, tempo, mano velho. Como é possível perder ou ganhar tanto tempo com pequenas mudanças de atitudes?

Se você tem dificuldade de controlar o tempo e produtividade, fica aqui umas dicas Se você tem problemas com o horário, se perde na sua agenda ou vem esquecendo algumas datas que não podia esquecer, os aplicativos certos podem ser uma mão na roda para evitar problemas. Pensando nisso (e também sofrendo disso) separamos uma lista com cinco aplicativos que podem facilitar e organizar a sua rotina, é só escolher o que combina melhor com as suas necessidades. Ah, e não se preocupe, são todos gratuitos e compatíveis com sistemas Android e iOS.

EasilyDo

Como um quebra galho de primeira linha, o Easilydo integra email, Facebook, LinkedIn, Twitter e Evernote pra espremer deles as informações mais relevantes, como quando é o seu próximo compromisso com direito à informações de como chegar lá e quais serão as condições do clima na data prevista.

Ainda não te convenceu? O aplicativo também checa a sua caixa de entrada e te diz quais são os emails são mais urgentes e também te avisa quando os aniversários dos seus amigos nas redes sociais estão se aproximando (o que, diga-se de passagem, é de grande ajuda). É como ter um assistente que evita que os compromissos importantes passem em branco.

 

Timeful

Mais do que organizar sua agenda e evitar que compromissos importantes caiam no mar do esquecimento, o Timeful arranja um tempo pra fazer todas aquelas coisas que você vive dizendo que vai fazer, mas nunca tem tempo. Um reeducador! O aplicativo ordena os seus afazeres em três categorias: Eventos (reuniões de trabalho, visitas às tias distantes ou idas à sorveteria), to-dos (comprar ração pro seu bichinho, separar as roupas que já não servem mais ou tirar as teias de aranha do teto da sala) e hábitos (coisas que você quer inserir no seu dia a dia, como caminhadas, idas à academia ou alguma das coias que você estabeleceu como meta pra ese ano).

Você registra no aplicativo as suas horas de trabalho, as horas de sono e os períodos mais produtivos do dia e é aí que a mágica acontece: o aplicativo faz um planejamento pra que você possa encaixar todas essas coisas no seu dia a dia sem se enrolar. Poderíamos fazer isso, mas delegar as tarefa é quase sempre uma solução melhor, né?

 

TeamViewer

Vamos imaginar que você tenha uma reunião importante hoje e foi por causa dela que você precisou trabalhar até tarde nessa madrugada, revisando tudo pra que as planílhas estivessem impecáveis. Mas, numa falta de sorte, você não leva o arquivo pra reunião. E agora, game over? Não mesmo. O TeamViewer é um desses aplicativos que  fazem acesso remoto ao seu computador com um ou dois cliques pra copiar arquivos e pastas em segundos. Ele oferece também a possibilidade de colaborar em arquivos de outras pessoas ou que essas pessoas colaborem em seus arquivos, tudo isso com a agilidade que a sua rotina pede.

 

Doodle

Com a premissa de cooperar com o seu calendário, o Doodle torna menos provável você se esquecer de um compromisso com aquela amiga com quem você já não se encontra há algum tempo ou que você marque duas reuniões no mesmo dia e no mesmo horário (o que não é tão impossível quanto possa parecer). O aplicativo considera-se “O programa de agendamento que você que realmente usará” por ter uma interface simples e ser mais rápido  que os demais aplicativos de agendamento, ou pelo menos é o que eles dizem. Ele também oferece um controle de enquetes e eventos, para que você saiba quem poderá ir ou quem faltará, encripitação SSL e design personalizado para membros premium, o que é um serviço pago.

 

WPS Ofice

Com a necessidade de ter acesso contínuo aos seus documentos e a velocidade das informações que despencam o tempo todo de qualquer lugar, veio a preocupação pra atualizar, editar e visualizar os seus documentos, e é essa a função do WPS Ofice. Com ele, ter acesso aos seus arquivos em PDF ou do Word, PowerPoint, Excel e até mesmo os arquivos em ”.txt” fica bem mais fácil, assim como a possibilidade de editá-los. E ainda não para por aí, com o aplicativo você também pode criar novos documentos e compartilhar todos esses arquivos de forma simples. Além daqueles já salvos em seu gadget, você também pode acessar os seus arquivos no Google Drive, Box, OneDrive e Dropbox para visualizar ou fazer as edições necessárias. Pra fechar com chave de ouro, o aplicativo salva automaticamente as suas edições pra que o conteúdo não se perca em caso de algum acidente, o que faz do WPS o aplicativo número 1 dos workaholics.

 

Já dá pra sentir o alívio de ter uma agenda mais organizada, não é?

Supersonas: Manoel Lemos fala sobre o blog Fazedores

:: Fiz esse post para o blog do Movimento Minas, mas curti tanto o papo que resolvi trazer para cá também ::

Foi lançado há duas semanas o blog Fazedores, que tem como principal objetivo falar da cultura maker.

Quem falou com o Movimento Minas foi o Manoel Lemos, o idealizador do projeto. Who? Veja a apresentação dele:

Olá, meu nome é Manoel Lemos e sou fundador do Fazedores. Sou engenheiro da computação pela UNICAMP, estudo estratégia e inovação no MIT, adoro inventar coisas, mergulhar com tubarões e motivar minhas filhas a conhecer o mundo e a entender como as coisas funcionam. Sou casado, mineiro de Araguari e trabalho na Abril como Chief Digital Officer. Adoro empreender, ajudar outros empreendedores e também atuo como investidor anjo em startups que queiram mudar o mundo. HeyHo!

E para contar sobre o projeto, ninguém melhor que o próprio “fazedor”. Acompanhe a entrevista :)
Quando e como você começou a se identificar com o Movimento Maker?

Manoel Lemos: Na realidade sou meio fuçador desde criança. Comecei a brincar com eletrônica e computação quando tinha uns 8 anos de idade lá em Araguari. Mas a identificação com o movimento maker de maneira mais estruturada aconteceu a uns 4 anos atrás quando resolver conhecer um pouco mais sobre o Arduino. Sempre gostei de construir coisas, especialmente as que conectam computadores e sistemas digitais ao mundo físico e quando conheci o Arduino achei que ele poderia ser o caminho para realizar algumas de minhas idéias. Depois a ligação foi crescendo naturalmente à medida em que eu estudava mais sobre Arduino também acabava sendo exposto a este fenômeno muito maior que é a cultura e o movimento maker.

Como a filosofia fazedora pode agregar política e socialmente?

Manoel Lemos: Acredito que a principal transformação é a democratização dos métodos e técnicas de fabricação de coisas. Isto aumenta de maneira drástica as possibilidades de acesso a diferentes objetos, ferramentas, máquinas, appliances e todo o tipo de sistema que antes eram oferecidos a preços inacessíveis para uma grande parte da população. Este acesso, por sua vez, traz a possibilidade de transformação da vida daquele indivíduo e da comunidade a sua volta. O potencial de impacto social é enorme. Em uma escala diferente, podemos pensar num paralelo com o que a Internet e as mídias sociais significaram. Se a Internet democratizou o acesso a informação e a comunicação, o movimento maker pode fazer o mesmo com o acesso as coisas e a diferentes tecnologias.

Qual a diferença entre a cultuar maker com a cultura hacker?

Manoel Lemos: A cultura hacker.
Esta é uma pergunta difícil, pois acredito que elas são muito parecidas. Não consigo ver a cultura hacker sem pensar nela de maneira mais ampla e na possibilidade de hackear tudo a nossa volta, computadores, medicina, culinária, moda, etc. Olhando pelo lado da cultura maker, ela fala de construção, reparação e modificação de coisas em geral. Não acredito que sejam a mesma coisa, mas que elas compartilham muito de suas idéia centrais, princípios e filosofia. É como se uma fizesse parte da outra e vice-versa.

O Movimento Maker pode absorver qualquer tipo de profissional, ou apenas aqueles que trabalham diretamente com desenvolvimento?

Manoel Lemos: Qualquer tipo de profissional. O Movimento Maker é bem mais abrangente do que normalmente pensamos. Claro, o lado tecnológico ligado à eletrônica e à computação acabam aparecendo bastante, mas o fenômeno é muito maior e mais eclético. Temos makers trabalhando com carpintaria, metalurgia, moda, etc. Além disto, acredito que qualquer pessoa pode desenvolver as habilidades necessárias para se tornar um maker. Isto faz parte do processo. Um aspecto fundamental do movimento é o de compartilhar seus projetos e seus conhecimentos para que outros makers possam aprender e se inspirar com eles. Hoje existem centenas de opções para quem quiser começar a aprender a programar ou trabalhar com eletrônica. Acho que na realidade somos todos Makers. Quem nunca bolou uma solução para um problema em sua casa ou tentou consertar algum objeto quebrado? Então a resposta é sim, todos podemos ser fazedores!

O que é necessário para alguém ser um “fazedor”? Que tipo de conhecimento básico é preciso ter?

Manoel Lemos: A resposta mais simples seria: tempo e vontade. E acho que é bem por ai mesmo. Começando com pequenos passos e buscando aprender a cada um deles qualquer pessoa pode se tornar um fazedor. Claro, conhecimentos básicos de programação, eletrônica, mecânica e outros ajudam muito, mas não são requisitos. A Internet está repleta de conteúdo educacional para as mais diferentes áreas. Basta começar.

Quais são os planos para o blog Fazedores? Há alguma pretensão de organizarem eventos, cursos e afins?

Manoel Lemos: O Fazedores nasceu como uma válvula de escape para minha ansiedade com as possibilidades do Movimento Maker. Resolvi canalizar o meu escasso tempo livre para construir um ponto de encontro para a comunidade maker brasileira.
A ideia é divulgar o movimento, conhecer outros makers e, principalmente, inspirar outras pessoas a se engajarem. Claro, com o tempo já penso em expandir o projeto para outras áreas como a criação de conteúdo educacional mais estruturado, encontros de fazedores e também um espaço para a colaboração e troca de conhecimento de maneira mais aberta. Mas ainda é muito cedo para falar disto. O foco agora é atrair gente para ajudar no projeto, divulgar a ideia e escrever bastante!

Clique aqui e conheça o blog Fazedores.

Twitter pode estar nos planos de investimentos do Google

O Twitter pode ser um dos próximos investimentos feitos pelo Google em breve, é o que garante o especialista no mercado de buscas e um dos fundadores da revista Wired, John Batelle.

Batelle publicou em seu blog um post que a possibilidade do Twitter despertar interesse no Google existe pela mesma razão que um dia ele se interessou pelo Youtube: pelo aumento de inventário de buscas.

“O YouTube era a nova forma de busca que mais crescia na web e o Google tirou todo mundo da jogada para comprá-lo. Não para entrar em monetização de vídeo em si, mas para controlar a mais importante forma emergente de busca”, afirmou o especialista. “Em resumo, o Google não podia se dar ao luxo de não ter o YouTube”, completou.

Se a equipe criadora do Twitter aceitará a proposta ou não é outro mistério, uma vez que os principais fundadores do microblog (Biz Stone e Evan Williams) já fizeram negócio com o Google há alguns anos, quando venderam o Blogger.

Google e microblogs

O Jaiku, microblog que concorre diretamente com o Twitter, foi comprado pelo Google em 2007.

Quando foi anunciada a compra, muitos acreditaram que a hegemonia do Twitter seria ameaçada, no entanto o serviço continuou no clima mesmo clima, sem apresentar significativo e duradouro crescimento.

A última notícia do Google relacionada ao Jaiku saiu no meio de janeiro, e parece ter sido mais um reflexo da crise financeira.

Após demitir cem funcionários, o Google quase descontinuou o serviço de microblog. Ele anunciou que o código do serviço seria liberado e deixaria nas mãos de funcionários voluntários o suporte e manutenção do mesmo. Tal notícia deixa no ar também a possibilidade do Jaiku não sobreviver, e por fim, ser um projeto abandonado reforçando a possibilidade do Twitter ser comprado pelo Google.

Imagem retirada deste blog

Post originalmente publicado por mim no Twitter Brasil