Raquel Camargo
Atualidades úteis e fúteis
Atualidades úteis e fúteis
fev 21st
Tem ficado cada vez mais popular a técnica de animações chamada Stop Motion. Usada tanto em produções milionárias quanto em criações caseiras, a técnica nada mais é que uma disposição de fotografias diferentes em sequencia, simulando movimentos.
A história do Stop Motion começa lá nos primórdios do cinema, quando o ilusionista e mágico francês George Mélies usou essa arte em seus truques. Na sétima arte a técnica foi aparecer no filme “Viagem à Lua” em 1902.
Durante o século xx, a técnica foi sendo aprimorada e ajudou muito na evolução de efeitos especiais de filmes, já que ainda era difícil criar algo a partir de computadores. Para se ter ideia, até em “Star Wars” o recurso foi usado por George Lucas.
Em um papo mais técnico, o Stop Motion só é tão bacana assim para os nossos olhos por causa do fenômeno chamado Persistência Retiniana, já que a sequencia das fotos como é feita acaba provocando no cérebro humano uma ilusão de movimento contínua quando existem mais de 12 quadros por segundo. A história completa dessa arte pode ser conferida aqui.
O Stop Motion tem sido cada vez mais usado, e mais do que nunca tem ganhado também a atenção dos que trabalham com músico. É forte a tendência de se fazer clipes musicais a partir dessa tecnologia, e tudo isso costuma render produções incríveis.
Por isso, fiz uma seleção de 8 clipes em stop motions. Existem vários por aí, é lógico, mas filtrei os mais bacanas que eu encontrei e já conhecia! E a ordem deles não teve muito critério, então, recomendo que vejam todos!
ago 4th
Para quem despreza lixos, pedaços de ferro, papel e pilhas que são descartadas, permitam-me apresentar as obras de artes de Tim Noble e Sue Webster.
Com a ideia base de reaproveitar materiais para criar esculturas com luz e sombra, os artistas revelam desenhos super detalhados através de suas artes.
Vejam abaixo o “lixo” de Tim e de Sue.






jul 3rd
Nosso jeito de ver o mundo é tão condicionado, que pensar na hipótese de encher tudo por baixo assusta.
O diretor Varathit Uthaisri fez um curta batizado Surface. No trabalho, vemos um vídeo com um novo “ponto de vista”. Uthaisri usou uma câmera por baixo de um chão semitransparente e conseguiu captar as ações do nosso dia-a-dia de maneira inusitada. No site do filme é possível ainda ver detalhes da execução do filme.
Vejam o vídeo.
SURFACE : A film from underneath from tu on Vimeo.
SURFACE : A film from underneath from tu on Vimeo.
Vi no Comunicadores
mai 15th
Falo pouco de cinema por aqui, mas o Filmefobia merece atenção.
Trata-se de um longa-metragem cheio de polêmicas. Com ritmo inquietante, o filme apresenta cenas de ficção mescladas com cenas reais. Todas envolvem medos, fobias e pânicos.
Segundo a revista Época, o diretor chegou a desmaiar ao ver fotos de um corpo feminino mutilado no processo de produção, e vários outros casos de bastidores assustam. Enfermeiro e psiquiatra foram fundamentais durante as filmagens.
Apesar disso tudo, o filme em questão não é uma obra de terror, segundo o cineasta Kiko Goifman. “Esse tema é um tabu, as pessoas não falam de suas fobias. É como se falar sobre isso fosse assumir uma fraqueza”, declarou.
O material do filme foi baseado em histórias enviadas pela internet por pessoas que têm fobias. A trama apresenta a vida do pesquisador de Jean-Claude, diretor de um documentário que organiza o encontro dos fóbicos com seus pânicos.
O filme entrou em cartaz agora em maio. Veja o trailler. (Esse não é um post pago haha apenas gostei mesmo!)
abr 17th
Não sou publicitária, designer e tal, mas sempre gostei de acompanhar e apreciar desenhos de marcas e suas respectivas evoluções.
Mudança de foco, conceitos evoluídos, ou simplesmente a vontade de querer mudar são fatos que incentivam a decisão de empresas…
Nem sempre sutis, os redesenhos de marcas sempre tentam passar novas mensagens. Já eu, nem sempre as capto.
O site Function Web Design fez um post bem bacana com 50 grandes exemplos de redesenhos de marcas. Alguns eu publico aí abaixo, e quem quiser ver mais visita lá.





abr 7th
O efeito que várias vozes juntas podem provocar é legal demais.
O grupo teatro Voca People é especialista nisso, “tocar” músicas sem usar nada mais além da voz.
Olhaí: