Gestão de crises em mídias sociais digitais: é possível se preparar?

Texto escrito por convidado especial :)

 

Por Marcelo Massensini
Analista da Área de Acesso a Mercados do Sebrae Minas

De acordo com o estudo publicado em 2016 pela ComScore, o Brasil possui 86 milhões de usuários conectados em pelo menos uma rede social. As redes sociais tomam, em média, 9,7 horas mensais dos usuários brasileiros, 60% mais que a média mundial. Quase 80% do tempo gasto nas redes sociais acontece via mobile

Com tamanha representatividade – que, vale ressaltar, só aumenta a cada dia – é impossível pensar qualquer estratégia de comunicação para os dias de hoje que não envolvam pelo menos uma dessas mídias. O Instagram, por exemplo, ganha U$595 milhões de dólares em receita de publicidade móvel por ano, um número cada vez maior e mais de 50 milhões de empresas usam o Facebook Business.

Não que investir nessas plataformas seja importante apenas por uma imposição de mercado. Pelo contrário, a natureza dinâmica dessas redes traz inúmeros benefícios tanto às empresas quando aos consumidores. Ainda não existem levantamentos oficiais, mas é facilmente comprovável por qualquer usuário o quão longe uma campanha online – que muitas vezes pode ter custo zero – pode chegar. Nos últimos anos, campanhas virais como “Eduardo e Mônica” da Vivo, “Pônei Maldito” da Nissan, “Bebê sem Papel” do Itaú entre várias outras, atingiram números de visualizações exorbitantes e resultados comerciais inéditos (tanto em vendas como em ativos intangíveis) com investimento financeiro infinitamente menor do que em períodos pré internet.

Também é empiricamente notável o poder adquirido pelos consumidores através das mídias digitais. Facebook e Twitter, principalmente, se tornaram canais quase que diretos com os setores de relacionamento das empresas. Esses perfis (ou fanpages) se tornaram espaços de sugestão, reclamações, críticas ou simples interação que, repito, proporcionam uma relação de ganha-ganha. O cliente ganha em serviços mais ágeis e, às vezes, exclusivos e a empresa ganha em imagem – novamente os ativos intangíveis, preocupação constante das empresas na atualidade.  

Porém, esses espaços são tão democráticos e dinâmicos que não é possível que alguém consiga controlar ou suprimir determinadas opiniões e/ou questionamentos indesejados. Isso torna esses ambientes propícios a possíveis crises.

A CRISE

Antes de falarmos da gestão de crises, é necessário reforçar o conceito da palavra. Segundo Martha Gabriel, a definição de crise é: “Qualquer situação que ameace causar danos a uma entidade, seus stakeholders ou ao público geral.”. Já para Fábio Marão, “Para tudo o que é previsto, existe uma solução já elaborada. Quando a situação é imprevista, nos deparamos com uma crise. Sendo assim, a crise pode ser definida como um momento de crescimento e ajuste nos trilhos — ou não”. (MARÃO, Fábio. As redes sociais na gestão de crises, 2013)

Dito isso, é importante que saibamos distinguir o que é uma crise de redes sociais e uma crise em redes sociais. Em seu artigo Mídias Sociais e Gestão de Crise, Luísa Barwinski destaca essas diferenças:

A crise de redes sociais está ligada ao uso da rede em si e ao conteúdo que é postado nela. Portanto, cuide da comunicação como um todo – alinhe as mensagens e crie manuais de boas práticas. Pode ser, também, que a sua equipe não esteja preparada para assumir essas responsabilidades.

A crise em redes sociais significa que algo externo às plataformas aconteceu e logo encontraram no Facebook, Twitter e outros espaços, o lugar ideal para tomarem proporções gigantescas.

Com esses conceitos em mente, podemos dar continuidade ao assunto retornando à questão inicial:

É POSSIVEL SE PREPARAR?

A resposta é um tanto quanto complicada. O conceito de crise subentende-se algo inesperado, normalmente, sem precedentes. E é difícil se preparar para algo tão novo, nunca experimentado anteriormente. Difícil, não impossível. O grande segredo para gerenciar melhor uma crise é ter uma espécie de plano pré-crise que pode – e deve – ser criado a partir de casos de sucesso – ou de fracasso – de colegas de profissão.

O que nos traz ao ponto principal do planejamento: recursos humanos. Ter funcionários experientes, capacitados e preparados é peça chave para burlar qualquer crise.  Inúmeros cursos e treinamentos têm surgido nesse sentido, o que facilita a busca por esse tipo de profissional. Esses cursos, juntamente com a recente – porém surpreendentemente vasta – bibliografia online sobre o assunto são unânimes em listar uma espécie de passo a passo para se preparar para crises. inúmeros checklists obtidos através da observação de crises pregressas.

Citaremos aqui uma seleção feita por Mauro Segura em seu artigo Como Gerenciar uma crise nas mídias Sociais.

Monitore a rede

Tudo começa por aqui. Antes de planejar qualquer ação ou tratar qualquer estratégia para tempos de crise – ou de calmaria – é preciso saber o que os consumidores falam da sua marca.

Monte um time de resposta à crise

É importante que esse comitê tenha pessoas de áreas variadas da empresa, com poder de tomada de decisões.

Reconheça o problema e peça desculpas

Não dá pra fugir do problema, nem interna nem externamente. O cliente merece – e valoriza – a sinceridade da empresa.

Defina audiência

Entenda quem deve receber as respostas: clientes, sociedade, funcionários, imprensa etc. É importante segmentar esses públicos e entender qual é a melhor mensagem para cada um deles, mesmo considerando que na internet todos ouvem todos.

Combata a crise na mesma mídia social onde ela apareceu

Ë uma questão óbvia. A empresa pode até usar outras mídias para tentar corrigir o problema. Mas não deve, de maneira nenhuma, deixar de lado a plataforma onde esta começou.

Seja veloz

Tudo na internet acontece rápido. Soluções não devem ser diferentes.

Defina uma mensagem principal

Assim que entender a situação, defina duas ou três principais mensagens, não mais do que isso. Elas serão a âncora para toda a sua comunicação externa.

Crie uma webpage de “Perguntas & Respostas” da crise

Um dos segredos de qualquer crise é isolá-la e confiná-la em poucos canais. Além de responder a crise no mesmo canal que ela apareceu, é recomendável criar uma webpage de “Perguntas & Respostas” da crise.

Crie um local para os queixosos desabafarem
Se você não construir proativamente um local para as pessoas reclamarem, certamente os queixosos vão criar o seu próprio local, não dando a você nenhum recurso de monitoramento ou controle.

Esteja preparado para levar a conversa para o off-line, se necessário
É importante é identificar quando a conversa está saindo do controle e da razão, nessas horas é melhor sair do ringue público e tentar uma conversa privada.

Mantenha os funcionários de sua empresa informados
Logo que aparecer o primeiro sinal de crise, trate de informar os seus funcionários do que está acontecendo e os seus planos. No mundo super conectado em que vivemos, os seus funcionários serão porta-vozes poderosos da empresa.

 

Tenha um porta-voz

Dependendo do tamanho da crise, a empresa terá que se posicionar através de um porta-voz, que poderá usar a mídia social como canal de comunicação com o público. Tenha alguém capacitado na empresa para cumprir este papel.

Suspenda as ações de marketing e de promoções

Desative as mensagens nas mídias sociais não relacionadas à crise. Desligue os tweets automáticos, desative o e-mail marketing e promoções etc. Manter as mensagens de marketing poderá ser catastrófico e muito mal interpretado por seus clientes. Faça um pente fino sobre isso.

Aprenda com a crise

Faça uma análise pós crise. Crie relatórios, faça pesquisas, reuniões. Existem empresas especializadas em analisar a efetividade das ações relacionadas à crise.

Esse último ponto servirá para crises futuras, para compartilhamento com outras empresas e até para criação de materiais acadêmicos. Dada a contemporaneidade do assunto, com certeza, diferentes crises sem precedentes acontecerão e servirão como base para novos estudos e novas estratégias.

REFERËNCIAS

MARÃO, Fábio. As redes sociais na gestão de crises, 2013 <https://imasters.com.br/midia-e-marketing-digital/redes-sociais/as-redes-sociais-na-gestao-de-crises/> Acesso em: 20/03/2014

BARWINSKI, Luísa. Mídias Sociais e Gestão de Crise < http://motdigital.com/planejamento/midias-sociais-e-gestao-de-crise/ acesso em 20/03/2014> Acesso em: 20/03/14

SEGURA, Mauro. Como gerenciar uma crise nas mídias sociais?, 2013 < http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/06/07/Como-gerenciar-uma-crise-nas-midias-sociais > Acesso em: 20/03/2014

6 ferramentas para você agendar posts nas mídias sociais

Independentemente de qual segmento e das estratégias digitais de empresas nas mídias sociais, todo profissional de marketing digital necessita de uma boa lista de ferramentas para facilita o agendamento de suas publicações em ambientes diversos.

Mas atente-se em um fator importante: é preciso acompanhar sempre as performances dessas ferramentas em suas páginas e/ou perfis. Um olhar analítico, principalmente sobre possíveis erros de publicações e alcance de seus posts, pode determinar se as mesmas estão de acordo com suas expectativas. Lembre-se: você está colocando todo o seu trabalho em ferramentas externas desses ambientes digitais. Todo cuidado é pouco!

Confira abaixo uma seleção de ferramentas para você implementar em sua rotina, além de conhecer algumas especificações que podem aumentar ainda o seu rendimento:

HOOTSUITE

Hootsuite: excelente ferramenta para você integrar diversas redes sociais ao mesmo tempo, com Facebook, LinkedIn (vale para company pages também), Twitter, dentre outras. É uma ferramenta bem recomendada pelos profissionais de Marketing Digital, mesmo com um plano gratuito limitado. Mas para quem deseja mais funcionalidade, há diversos planos que podem entrar em seu planejamento financeiro mensal. Clique aqui e confira mais.

INSTAMIZER
Instamizer:
essa é a ferramenta que ajuda a você programar publicações no Instagram, sejam elas em posts de vídeos, imagens, álbuns e até mesmo os novos queridinhos Stories. Há um plano gratuito, mas bem limitado. O investimento na ferramenta não é exorbitante, principalmente para agências e profissionais independentes que administram diversas contas de clientes. Clique aqui e confira mais.

 

BUFFER

Buffer: já bem famosa no meio digital, essa ferramenta permite agendamentos em redes sociais como Facebook, LinkedIn, Twitter, Pinterest, dentre outros. Com um plano gratuito limitado, dependendo de seu planejamento digital, suas demandas serão muito bem atendidas. O diferencial é que você conta com aplicativos para Android e iOS, proporcionando ainda mais mobilidade e praticidade no dia a dia. Clique aqui e confira mais.

 

POST PLANNER

PostPlanner: caso você tenha uma boa verba para suas campanhas digitais, essa ferramenta será muito interessante para suas estratégias. Além dos agendamentos em mídias sociais, você conta com um sistema que busca as imagens e links virais, fanpages recomendadas e os melhores status com engajamentos de sucesso. O plano mais básico tem o preço de U$9. Clique aqui e confira mais.

 

SPROUT SOCIAL

Sprout Social: além dos agendamentos em redes sociais, com essa ferramenta você conta com relatórios de desempenhos de retornos de clientes por meio dos canais digitais selecionados, tornando-se uma excelente ferramenta de CRM (direcionado para gerenciamento de clientes). Mesmo com um preço de U$99 mensais, vale a pena conhecer. Clique aqui e confira mais.

 

MLABS

MLabs: muito requisitada por diversos profissionais de marketing digital, essa ferramenta traz para você opções como agendamento de posts, relatórios para mídias sociais como Facebook, Twitter, Instagram e Google Analytics, além de ter opção de colocar colaboradores e parceiros de trabalhos em uma única conta, facilitando ainda mais a rotina de trabalho no dia a dia. Há planos que certamente cabem em seu orçamento. Clique aqui e confira mais.

 

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Veja 5 dicas de bom uso de imagem para redes sociais

 

De acordo com os conceitos antigos do marketing, as marcas devem sempre mirar na necessidade do cliente e fazer com que a compra aconteça de forma natural. Isto foi dito muito antes da massificação das trocas digitais, e ainda hoje, este conceito deve ser levado em conta também no que diz respeito à resposta do consumidor: é importante confiar que realmente se faz parte da vida de quem consome.

O destaque das marcas no meio digital pode ser percebido pela maneira como se instalam no imaginário do público alvo. Algo que também faz parte dos antigos conceitos de marketing , mas que neste novo ambiente se mostra muito mais complexo que nas estruturas tradicionais de propaganda. Para se alcançar este sucesso, embora não haja uma receita, existem algumas dicas (selecionadas por nossa colaboradora Karina Marçal) que podem ajudar:

 

1- Seja o mesmo, independente da rede social.

A mudança de tom que muitas marcas adotam de acordo com a rede em que estão, muitas vezes transformam sua identidade e as torna irreconhecíveis e, além de não conquistar novos consumidores, também terminam passando pelo próprio público sem serem percebidas. Para não cairmos neste tipo de avesso, uma importante DICA é: Conheça a sua marca e saiba tudo sobre ela. Tudo que a representa em termos de imagem e identidade visual, e não subestime o poder de comunicação que têm estas representações.

exemplo post facebook empresa

2- Cada mídia tem suas regras.

Nunca devemos subestimar a importância de se conhecer a fundo as regras de cada plataforma de mídia social. É preciso pesquisar muito para conhecer cada uma delas, sobretudo porque junto com a mudança de mídia, geralmente, muda-se o público receptor.

Relacionando isso com o tópico anterior: não deixemos de lado a nossa identidade, é importante ser reconhecido, porém deve-se levar sempre em conta a cultura e o formato específico que cada plataforma nos coloca. A DICA importante aqui é: jogue o jogo sem ferir as regras!

Mesmo que a postagem do Facebook tenha sido um sucesso com uma determinada linguagem, ela não valerá para o twitter. Pesquise, conheça cada mídia, e tenha sucesso em todas elas.

Marketing digital imagem twitter netflix

3- Não economize cuidado na escolha da imagem

O Clichê que disse que “uma imagem vale mais que mil palavras” ainda é um paradigma a ser quebrado. Esse ditado nunca teve tanto sentido quanto na era digital, que tornou voláteis os encontros da marca com o consumidor.

Se antes, através da TV, as narrativas publicitárias eram pensadas para alguém que está sentado no sofá com os olhos postos no que a TV estava dizendo, agora este consumidor está, initerruptamente, avançando através da barra de rolagem em busca de algo interessante. Só as boas imagens podem fazer com ele pare para ver o que está sendo dito.

A DICA é: capte a atenção através do melhor que puder, em termos de imagem.

facebook case marketing digital coca cola

4- Saia da mesmice, proponha algo novo.

Dentro do universo digital, o sucesso de algumas marcas têm nos afirmado que as velhas narrativas fotográficas já não servem tanto como regra para as novas formas de se comunicar um produto. Temos visto que o sucesso das imagens nas mídias digitais está muito mais atrelado ao seu potencial sugestivo que ao produto em si.

Para simplificar podemos dizer que mais sugestivo que a foto de um bom rótulo de cerveja, pode ser a de um brinde entre amigos, num entardecer de happy hour.

A DICA é: pense nas situações que envolvem o seu produto, e vá além do óbvio.

despacito meme cemiterio marketing digital

5- Seja você mesmo

É comum que todas as marcas cobicem a geração que mais consome mídias digitais, porém é preciso ter atenção à linha que divide o natural do forçado. É importante que tenhamos diferentes maneiras de se dizer as mesmas coisas, mas muitas vez o pecado das marcas é de se vestir de algo que não são para alcançar o público jovem. A delicadeza desta questão está justamente no fato de serem tão conectados: a mesma capacidade que eles têm de viralizar uma imagem e de dar amplitude ao seu alcance, também vale para a disseminação do que lhe é desagradável e lhe pareça falso. A DICA é: use o bom senso para não dar margem para não dar margem para críticas destrutivas.

O algoritmo do Facebook, sentimentos e marketing digital

Já se foram 12 meses desde que as reações de emoção se tornaram botões e métricas do Facebook.

E o que foi possível observar nesse 1 ano de cliques de amor, raiva, surpresa, humor e like?

1- Big Data Emotion

O desafio de automatizar análises de sentimentos através de algoritmos volta a ser um tema em destaque.

Sabemos que as mais profissionais e avançadas ferramentas de monitoramento e análise de conteúdo de redes sociais sempre se depara com ironias ao tentar concluir sem auxílio humano para classificação de sentimentos.

Essa limitação do Facebook com os botões aproxima os analistas de alguns insights.

A linguística os botões podem ainda sugerir algumas confusões. Por exemplo, uma pessoa pode clicar no emoticon de triste não pelo fato de estar chateado com o dono da publicação, e sim com a mensagem contida ali. É possível deixar essa análise complexa também se formos tentar entender se uma marca ou pessoa recebe mais reações positivas ou negativas, uma vez que isso não reflete diretamente uma impressão sobre o emissor da mensagem, e sim (na maioria dos casos), sobre o texto.

2- O amor ganha da raiva

Vejam só o que disse um porta-voz do Facebook: “Durante o ano passado, descobrimos que se as pessoas deixam uma reação em um post, é um sinal ainda mais forte de que eles gostariam de ver esse tipo de postagem do que se deixassem apenas um like”.

E sobre a caixa-preta que é o Edge Ranking, podemos entender mais um pouco com essa fala: “Então estamos atualizando o News Feed para pesar as reações um pouco mais em relação ao que cada pessoa gosta e leva em conta para a relevância da história.”

Isso quer dizer que o botão do like será um critério de priorização dos posts que aparecem no feed dos usuários.

Mas veja bem a fragilidade dessa classificação:

  • vamos supor que você é uma pessoa extremamente interessada em assuntos políticos e judiciários
  • aparece na sua timeline um link sobre um tema relacionado à uma polêmica política atual, que é extremamente do seu interesse
  • todavia, aquela notícia deixa você revoltado e, instintivamente, seu cursos faz o clique no botão que expressa raiva (grrr)
  • o que você quis dizer com essa reação registrada: “essa notícia me deixou bravo. Que absurdo, etc, arf”
  • o que o algorítimo entende que você quis dizer com essa reação: “odiei esse conteúdo, não quero mais ver coisas do tipo”

Entende o tamanho do problema?

Páginas que tratam de assuntos não tão otimistas assim serão, naturalmente penalizadas.

Consequentemente, as marcas que usam o engajamento do Facebook para gerar vendas, alimentar funis de venda e todas suas estratégias precisarão prestar mais atenção ainda em que tipo de reação provocam com seus conteúdos!

 

3- Quem manda é o “Coração”

Outra informação divulgada nessa semana sobre essas interações é que o ícone do coração recebeu mais da metade de todas as reações registradas em 2016. Só no ano passado foram mais de 300 bilhões de expressões dos usuários do Facebook.

Além disso, o Natal foi o dia de maior “amor” distribuído na rede. Foi um recorde de registros de corações na rede.

4 – O sentimento continua o mesmo

Estamos perdidos? Não está fácil pra ninguém…

O sentimento dos profissionais que trabalham lidando com a caixa preta que é o algoritmo que controla o feed do Facebook continua sendo o de angústia e desconhecimento dos fatos.

Quando o Facebook começou com os botões de reações havia dito que todas elas teriam o mesmo peso de impacto na distribuição de conteúdo, porém com as atuais declarações já gera dúvidas sobre o assunto.

A maneira como a rede de Marc vai lidar com esses dados ainda é um mistério para todos, mas o que não se pode negar é que há um tesouro grande e poderoso nas mãos de sua equipe de Big Data Analytics.

E você? Como expressa suas emoções nas redes sociais?

Fonte das informações mais recentes

Os horários nobres das redes sociais

Foi divulgado um estudo realizado pela Sprinkler revelando o comportamento dos usuários e das marcas no Facebook, Instagram e Twitter durante o ano de 2015.

Como foi feita a pesquisa

Com base em 160.244.070 menções coletadas durante o ano de 2015 inteiro através do Scup, o estudo levantou comportamentos padrões dos usuários nas redes.

Por que essa pesquisa é legal para vc, caro leitor do blog da Raquel Camargo?

Simplesmente pelo fato de que esses dados podem ser uma bússola para vc. Sabe aquela hora que bate a dúvida sobre qual é o melhor momento para publicar o que e em qual rede? Então! Essa pesquisa te ajuda a entender o comportamento das pessoas e, consequentemente, orienta nas suas estratégias.

Claro, os dados são de 2015 e o nosso comportamento muda muito e rapidamente, todavia é o que temos para hoje. Não é fácil ter pesquisas tão grandes em tempo real, então boa estudar isso aqui!

A pesquisa toda ficou muito interessante e fala, inclusive, de segmentos. Dê uma olhada no trabalho completo deles clicando aqui. Enquanto isso, veja alguns destaques abaixo.

Veja alguns fatos destacados na pesquisa

facebook dia para postar

horário nobre mídias sociais horários para postar no facebook e instagram

facebook dias

Snapchat ultrapassa Twitter em número de usuários

O que dizer sobre esse Snapchat que a gente mal conhece, mas já usa pacas?

Para quem gosta de acompanhar o crescimento das mídias sociais e as tendências do universo digital, eis aqui uma notícia surpreendente: o Snapchat já ultrapassa o Twitter em número de usuários!

Hoje bilionários, os criadores do Snapchat, Bobby Murphy e Evan Spiegel, têm 27 e 25 anos respectivamente. 

Atualmente a plataforma dos empreendedores alcançam 150 milhões de usuários por dia. enquanto isso, o Twitter que existe desde 2006, consegue alcançar 140 frequentadores diários, ou seja, menos de 44%.

Definitivamente essa é a tendência. Outro dia mesmo, em dezembro, foi divulgado que o aplicativo tinha 110 milhões de usuários diários, portanto podemos perceber claramente um rápido crescimento.

snapchat seguir raquel camargoE você? já usa o Snapchat? Descubra aqui como o Snapchat pode ser usado para os negócios.

Ah! Aproveite e me segue no Snap ;) Meu usuário é raquel_camargo (não esquece do underline!) ou use a imagem ao lado!

Facebook e Snapchat para Negócios: o curso está de volta!

O que é bom a gente repete :)

Como falei por aqui, mês passado lançamos o curso “Facebook e Snapchat para Negócios”.  Como muita gente viu e se interessou, surgiu uma parceria com gente muito admirada e querida e agora vai ter uma nova turma ;)

Ao lado do pessoal do Mesha e do Impact Hub acabamos de lançar mais uma  edição do curso em Belo Horizonte!

E dessa vez tem novidade: Débora Amorim, uma adolescente de 14 anos também será facilitadora do módulo de Snapchat para negócios ao meu lado!

Veja aqui os detalhes:

Quando: Sexta-feira (10/06) à noite e sábado (11/06) o dia todo

Carga horária: 12 horas

Investimento
Valor integral: R$350,00

Proposta temática:
• as lógicas de funcionamento e particularidades de cada rede
• gestão estratégica de conteúdo
• como criar anúncios e trabalhar com mídia paga
• engajamento e relevância
• networking e dicas

Entenda como:
• funciona o Snapchat para uso profissional
• funciona o Facebook para negócios
• profissionalizar a sua marca
• os profissionais de marketing e comunicação digital trabalham
• você pode melhorar seu trabalho na internet

Link direto do workshop: http://bit.ly/facebookEsnapchat
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1745399502347769/

anúncio facebook

Facebook permite segmentação de anúncios por renda

Lembra daquele papo de que o Facebook estava criando uma parceria com a Serasa Experian?

Eis aqui o fruto da conversa: o Facebook acaba de lançar a segmentação de anúncios através da renda.

Em outras palavras, agoraos posts e anúncios poderão sersegmentados para pessoas com base em sua renda individual e/ou familiar.

O Fábio Prado Lima fez um vídeo bem legal explicando tudo. Veja aí :)

Segmentar anúncio por classe social? SIM![ Ligue o som!] A parceria do Facebook com a Experian já está no ar! (o Hilário Júnior havia dado este furo de reportagem ano passado) –Gravando uma aula do curso nessa madrugada me deparei com essa novidade e fiz este vídeo explicando em detalhes e mostrando como segmentar usando essa nova opção que era muito aguardada! Fique por dentro das novidades! É só clicar aqui e autorizar →bit.ly/notificacoes-fabio (máx. 2x ao dia ;) ).

Publicado por Face Ads Descomplicado em Quarta, 2 de março de 2016

OMG! Ganhei o Prêmio Share Social Media 2015

Share11
Share7Eu realmente não acreditei. Estava concorrendo com dois profissionais de São Paulo, caras super relevantes e conhecidos. Era o Gabriel Ishida, do Atlas Media Lab, o Estevão Soares, da Estrategi.ca e o meu nome e o da Lhama.me lá no meio. Esses dois colegas são admirados e grandes profissionais, e ter meu nome no meio dessas indicações já foi um combustível forte para o coração. <3

Saí de BH na terça-feira cedo, cheguei em São Paulo e já fui praticamente direto para o evento de premiação.

Depois de palestras incríveis, começou exatamente pela categoria que havíamos sido indicados a entrega de premiações de profissionais do ano. Confesso que bateu aquela leve tremedeira de ansiedade, até que o Rafael e o AhNão (da prefs de Curitiba), anunciaram meu nome como vencedora da categoria. Que demais <3

Além disso, grandes profissionais e agências também foram contempladas. O Boticário e a Prefeitura de Curitiba foram alguns dos nomes que mais levaram prêmios para casa devido suas atuações relevantes no ano nas mídias sociais. A DM9 também levou o prêmio de Agência do Ano.

Parabéns aos indicados, aos vencedores e, claro, ao Rafael e todos os profissionais envolvidos na organização do Prêmio SHARE <3

Premiação - raquel camargo

Quero registrar um grande “muito obrigada” aqui. <3 Desde os 13 que sou blogueira, desde os 20 trabalho profissionalmente com mídias digitais e sociais (sim, na época do IRC, ICQ e Orkut eu já estava lá rs), aos 22 comecei um mestrado para estudar essa internet-amor-da-minha-vida, e receber um reconhecimento desses nas vésperas de completar 29 anos é motivo de muita alegria.
Obrigada aos jurados que indicaram meu nome, às pessoas que votaram em mim na segunda etapa e, principalmente, agradeço muito todos que passaram pelo meu caminho durante todos esses anos e me ensinaram e compartilharam conhecimento, amizade e inspiração :)

Estou sempre comprometida e determinada à melhorar sempre, compartilhar o que há de melhor e entregar o melhor do meu trabalho para aqueles que acreditam no que faço. Contem comigo <3

Fui indicada para um prêmio e agora preciso do seu voto

A gente recebe umas notícias que nos surpreendem muito. Outro dia foi bem assim.

Fiquei sabendo que os jurados do Prêmio Share Social Media havia me indicado como um dos nomes de profissionais que mais se destacaram esse ano na área de marketing digital, mídias sociais e tudo isso que eu amo.

Fiquei feliz demais. Só a indicação, ao lado de outros profissionais que admiro demais, já é motivo para muito orgulho e satisfação.

votacao share raquel camargo

Já que fui indicada, resolvi fazer o negócio direito. Para eu ganhar o prêmio, preciso agora de votos. Peço humildemente o apoio de quem conhece meu trabalho e acredita nele. Serei muito grata!

Clique aqui e vote em mim! :)

Agradeço muito =)