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Category : Ego-posts

Redes sociais para gastronomia: quais ingredientes para o sucesso?

Pensando nos nichos que podem potencializar seus negócios e trabalhos com as redes sociais, mas não dominam as ferramentas, métricas, técnicas e todos os demais paranauês que são importantes, eu e a Cínthia Demaria decidimos criar um curso para ajudar os profissionais da gastronomia.

redes sociais - gastronomia

 

Veja aqui os detalhes :)
Redes sociais para profissionais de gastronomia
Data: 15 de dezembro – de 9 às 17h
Local: Espaço Vila da Serra (próximo à Praça do Papa) – Belo Horizonte

Objetivo: Capacitar profissionais da área de gastronomia para usarem de forma adequada as Redes Sociais com intuito de garantirem credibilidade, confiança e encantamento do público.

Saiba sobre o que vamos falar:

- Onipresença digital: você está fazendo isso errado?
- Foco no conteúdo: qual o melhor tipo de publicação e quais técnicas de redação usar na hora de falar com seu público pela internet?
- Planejamento: medir para acertar: entenda mais sobre planejamento sazonal, com assuntos relevantes para o público de gastronomia e comportamento nas redes sociais.
- Atividades práticas com os cases dos participantes
- Técnicas de engajamento e Psicologia do Consumo
- Técnicas de storytelling

Valores:
Até dia 25 de novembro: 180 reais
Após dia 26 de novembro: 200 reais

Facilitadoras da troca de conhecimentos:
Raquel Camargo – jornalista, mestre em Estudos de Linguagens pelo Cefet-MG com projeto sobre apropriação Literária no Twitter, já trabalhou com redes sociais com personalidades como Eduardo Costa, Itamar Franco e marcas como UOL, Uni-BH e projetos do Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas.

Cinthia Demaria – jornalista, especialista em Mídias e graduanda em Psicologia, já trabalhou em diversas agências de publicidade e também atuou no setor de comunicação do Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas.

Você conhece alguém que precisa desse curso? Compartilhe esse post com ela, por favor! =D Todo mundo sai ganhando com profissionais de gastronomia que alcançam bem seus públicos =)

Para fazer inscrições, é só clicar aqui =)

Essa é uma iniciativa do Projeto Efusão, criado pela Cinthia e eu. Nosso objetivo é criar eventos, experiências, cursos e demais vivências que permitam o compartilhamento de conhecimento. Curtam no Facebook e acompanhem as novidades.

Participe da Semana de Mídias Sociais, em BH

midias sociaisConvido todos vocês para o evento ‘Semana de Mídias Sociais‘, que acontecerá em BH. Estarei por lá falando sobre essa coisa linda de deus, essa xoxô-mídia amada, na abertura (10/11). O evento é 0800 e restam poucas vagas! Corre :)

A Graduação em Mídias Sociais e o MBA em Comunicação Digital da UNA estão juntos para promover uma semana de boas conversas sobre como estudantes, profissionais e empresas podem utilizar a internet como ferramenta de comunicação e de criação de relacionamentos.

PROGRAMAÇÃO:

Segunda-feira, 10/11:
19:00h – Raquel Camargo – Futurização da Mídias Sociais (lhama.me)
19:40h – Ayala Melgaço – Empreendedorismo nas Mídias Sociais (Mafalda Comunica)
20:10h – Bruno Borges – Panorama do mercado profissional
20:40h – Guilherme Avila – Jornalismo e Mídias Sociais (O Tempo).

Terça-feira, 11/11:
19:00h – Daniel Coquieri – Facebook Ads (Ezlike)
19:40h – Alexandre Estanislau – desafio do mercado de comunicação (Abradi – Bolt)
20:10h – Bernardo Cançado – Mídias Sociais Aplicadas (Mentes Sociais | Circuito do Rock)
20:40h – Fabiano Cancela – Introdução ao Marketing de Conteúdo
(RockContent)

Quarta-feira, 12/11:
19:00h – (via web): Hangout com Pri Loredo – Humanização das Marcas
Importante: nesta data NÃO haverá programação no auditório

Quinta-feira, 13/11
19:00h – Gutenberg Almeida – O Poder das Conexões
19:40h – Ana Paula – O que as pessoas esperam das marcas nas mídias sociais (Open)
20:10h – Wander Veroni – Novos tempos para os blogs (Café com Notícias)

Evento GRATUITO!
Faça a sua inscrição no link http://bit.ly/1phR3Ce

Das mudanças de rumo: nasce uma Lhama

Tirando a poeira desse blog, porque já passou da hora, venho através desse contar para vocês as novidades da vida profissional.

Após sair de SP para trabalhar com inovação no Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas, uma secretária provisória que é (cá entre nós) um lugar surreal-de-bom dentro das estruturas da gestão pública, eu agora sou empreendedora.

Desde janeiro de 2013 estava vivendo experiências incríveis no querido E.P.E. Cheguei lá para trabalhar no projeto Movimento Minas, como contei nesse post aqui, e quando saí estava no Dataviva, que é um grande case na área de dados abertos. Olha, foi tudo muito enriquecedor!

Eu saí porque senti um impulso. A ideia da empresa veio quando outros órgãos públicos e instituições começaram a me chamar para conversas relacionadas à formatos de evento e conteúdo. A experiência de participar da construção e idealização do 1º Hackathon do Governo de Minas repercute até hoje (que orgulho!). Observando esse contexto, essa energia de criar novas oportunidades de construção coletiva me inspirou e então tomei coragem.

Daí nasceu a Lhama.me, a minha primeira empresa.

lhamame

A essência dessa empresa é INTERAÇÃO. Eu adoro ver pessoas interagindo, redes se formando, mobilização sendo construída, etc. É disso que a Lhama.me vive, portanto. Mas o lance dela não é só eventos. Com esse laboratório de interação, eu também pretendo compartilhar minhas experiências e conhecimento no contexto online, oferecendo assim estratégia e conteúdo para as mídias digitais.

O primeiro fruto da empresa é o evento Futurização, que pode ser entendido mais aqui.

Enfim, apresento a você a querida Lhama.me. O melhor jeito de entender mais essa querida é visitando o site.

Fiquem à vontade para entrar em contato, compartilhar impressões e, quem sabe, criarmos projetos juntos. Llama me.

Saiba como foi o Café Controverso sobre Política e Cultura Hacker

Como falei por aqui, tive a honra de participar de um debate muito legal sobre política e cultura hacker, no Espaço UFMG do Conhecimento, em BH.

“O termo “Ética Hacker”, cuja criação é atribuída ao jornalista Steven Levy, autor do livro Hackers: Heroes of the Computer Revolution, refere-se ao conjunto de valores filosóficos que guiam as ações da comunidade hacker. A visão é norteada principalmente pelo princípio do livre acesso à informação. Em um contexto em que o ciberativismo se faz cada vez mais presente, com a apropriação dos meios tecnológicos como uma das formas de exercício da cidadania, como a cultura hacker pode interferir na política?”

Com o professor Carlos Falci e uma plateia extremamente participativa e crítica, o papo rendeu. Melhor que eu contar aqui o que rolou, é você dar o play aí abaixo :)

Café com C – Cultura Hacker e Política by Espaço Do Conhecimento Ufmg on Mixcloud

Jogo permite que deputados sejam escalados em time de futebol

Como sabem, faço parte da equipe de um projeto de alta relevância, principalmente agora pro contexto eleitoral.

Para relembrá-los dessa ferramenta e também pedir que nos ajudem a compartilhar essa ideia, publico aqui o release do game.

Fiquem à vontade para copiar, colar, compartilhar e tudo mais =)

pec3

Além de ter dinâmica divertida, o game pode impactar diretamente o poder de decisão das pessoas através
dos dados de atuação dos parlamentares.

 

Com objetivo de auxiliar eleitores que buscam deputados para votar, mineiros desenvolveram o fantasy­game Política Esporte Clube, que mistura futebol e cidadania. Usando dados da Câmara dos Deputados e Tribunal Superior Eleitoral, o jogo permite escalar um time de futebol composto por parlamentares.

As pontuações das equipes são baseadas em uma análise quantitativa dos principais índices de contribuição na cena política nacional. Presenças nas sessões, proposições realizadas, gastos com gabinetes e votações realizadas são alguns dos itens considerados pelo tratamento de informações feito pelo jogo. Para ter maior competitividade entre os times criados no site, um ranking nacional é atualizado semanalmente com o nome dos times e suas respectivas pontuações.

Para participar do Política Esporte Clube, basta preencher um rápido cadastro e eleger os 4 deputados que vão compor o seu time. Como um campeonato de futebol, o PEC tem rodadas semanais que definem as classificações dos times.

Eleições

Em 2012, o Brasil teve mais de 140 milhões de eleitores, de acordo com informações do TSE. Com a proximidade do período eleitoral, a busca por informações relacionadas aos políticos por parte desses milhares de cidadãos tende a crescer.

O Política Esporte Clube explora o poder cognitivo dos jogos e possibilita que qualquer pessoa saiba sobre a atuação dos parlamentares enquanto joga. Portanto, o jogo ganha relevância social pela importância do conhecimento relacionado às atividades dos deputados por parte dos cidadãos.

Assim como aqueles que buscam opções de voto para as eleições de 2014, os próprios candidatos que já atuam na Câmara dos Deputados poderão fazer uso do jogo para obter uma nova visualização das atividades parlamentares e sobre a interação que os cidadãos/jogadores têm feito através dos times de futebol.

Dados abertos e premiação nacional

Além de servir à sociedade civil, o Política Esporte Clube também chamou atenção de governantes.

O Política Esporte Clube recebeu um reconhecimento nacional vencendo o “1o Desafio Participa.BR”. O concurso, promovido pela Secretaria­Geral da Presidência da República, teve como objetivo construir um banco de ideias para aplicativos que materializem um espaço de participação social.

Todo o site do jogo é alimentado com dados abertos, publicados pela própria Câmara dos Deputados. “Acreditamos que a política de abertura de dados seja fundamental para a ampliação da participação social também nas novas mídias”, afirmam os integrantes da equipe do jogo.

Quem faz o “Política Futebol Clube”

O projeto conta com uma equipe de Belo Horizonte. Conheça o perfil de quem colabora com o projeto:

Daniel Silva é formado em Ciências Econômicas, é pós graduado em Economia pela UFMG. Atualmente trabalha no Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas como analista de regras de negócio no Núcleo de Análise Avaliação e Informação.

Mário Mol é formado em Ciência da Computação, é pós graduado em Engenharia de Software e tem MBA em Gestão de Projetos. Atualmente trabalha no Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas como desenvolvedor do Núcleo de Sistemas e Gestão.

Raquel Camargo é formada em jornalismo, é mestre em Estudos de Linguagens. Atual em projetos de inovação aberta no Governo de Minas e hoje trabalha como diretora da empresa Lhama.me.

 

Café Controverso debate Cultura Hacker e Política

Pessoal,

participarei nesse sábado de um debate muito bacana. Fica a dica do release =)

O termo “Ética Hacker”, cuja criação é atribuída ao jornalista Steven Levy, autor do livro Hackers: Heroes of the Computer Revolution, refere-se ao conjunto de valores filosóficos que guiam as ações da comunidade hacker. A visão é norteada principalmente pelo princípio do livre acesso à informação. Em um contexto em que o ciberativismo se faz cada vez mais presente, com a apropriação dos meios tecnológicos como uma das formas de exercício da cidadania, como a cultura hacker pode interferir na política? As questões levantadas serão debatidas no Café Controverso de sábado, 23 de agosto, com o tema “Cultura Hacker e Política”, que conta com as presenças de Raquel Camargo, integrante do grupo Transparência Hacker e proprietária da Lhama.me, e de Carlos Henrique Falci, professor da Escola de Belas Artes da UFMG. O evento é aberto ao público e acontece a partir das 11h, na cafeteria do Espaço do Conhecimento UFMG.

 Raquel Camargo - arquivo pessoal

Raquel Camargo

Carlos Falci - arquivo pessoal

Carlos Henrique Falci

Um dos casos mais emblemáticos do hackerativismo brasileiro foi a “clonagem” do Blog do Planalto, criado pela equipe do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o objetivo de estabelecer um canal de comunicação permanente com a população. Entretanto, a página não permitia comentários, o que fez com que Daniela Silva e Pedro Markun criassem uma “cópia” do blog, com os mesmos textos que estavam publicados no site original, porém abertos à interação dos leitores. O material estava sob a licença Creative Commons, o que significa que a cópia do conteúdo estava previamente autorizada, desde que fossem dados os devidos créditos. O caso ajuda a compreender alguns dos princípios desse tipo de ativismo e demonstra que a prática hacker não requer, exatamente, um conhecimento avançado de programação.

 Conforme explica Raquel Camargo, integrante do grupo Transparência Hacker, do qual Pedro Markun é um dos fundadores, o termo “hackear” significa “reapropriar, tornar de acesso público o que é de direito e é comumente tratado como bem privado”, diz. A ativista contextualiza e ajuda a desmistificar a imagem que as pessoas comumente fazem do hacker: “Nenhuma das nossas ações é ilegal. O que fazemos é criar pontes, canais para que as pessoas acessem informações ou serviços que deveriam estar ao alcance de todos”. Segundo ela, a Lei de Acesso à Informação (LAI), criada em 18 de novembro de 2011 com o propósito de garantir o direito ao acesso a informações detidas pelo Governo, ainda encontra entraves para o seu cumprimento pleno – a maior parte de ordem técnica. “Hoje os governos disponibilizam dados e informações em PDF, mas é complicado porque você não consegue trabalhar as informações que estão na imagem. Então desenvolvemos formas de ler estes dados, mas é um processo longo que poderia ser facilitado se as mesmas informações estivessem em outro tipo de arquivo”, conta.

Raquel pondera que atualmente a prática do hacker está muito associada à denúncia de questões como o mau uso do dinheiro público, entre outras, mas vê um horizonte em que a tendência é de ações propositivas, que desconstruam as barreiras.

“A atual etapa é mais fiscalizadora, o que, acredito, pode mudar na medida em que os próprios governos tendem a trabalhar numa lógica de maior transparência e participação social”, conclui.

 Quebrando o código

O professor Carlos Henrique Falci, da Escola de Belas Artes da UFMG, faz uma análise do papel do hacker e do ciberativismo. “Quando o hacker surge, ele é o sujeito que descobre o código e o quebra, liberando os dados para a utilização de todos. Hoje, em alguma medida, o ciberativismo precisa manter este espírito”, diz.

De acordo com Falci, o “quebrar o código” não está necessariamente ligado à ideia de expor as pessoas, mas sim de trazer à tona questões de interesse público, que nem sempre estão acessíveis. Ele reforça ainda que, tão importante quanto conhecer a informação, é saber quais processos conduziram seu desenvolvimento.

“As pessoas não têm a menor ideia de como a informação é construída, e isso é crucial, porque nos faz pensar sobre a própria prática jornalística: o que faz de alguém uma fonte? Como se chega a isso?”, provoca. Ainda de acordo com Falci, essa quebra de barreiras faz com que as pessoas percebam que a construção do discurso não é um oligopólio, algo destinado a poucos privilegiados. “Fomos ensinados a acreditar que a produção da informação é algo para poucos, e isso deseduca, amedronta as pessoas”, afirma, enfatizando o papel do ciberativismo na desconstrução de determinados mitos.

Café Controverso

O conhecimento raramente passa pelo consenso e sua construção se faz, sempre, pelo diálogo. Nos Cafés Controversos, os temas são amplos e diversificados, e não se detêm aos tratados no interior do Espaço do Conhecimento: abordam diferentes setores da cultura, das artes e da ciência. Um espaço de debate e troca de ideias e perspectivas.  

Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes através da utilização de recursos museais. Sua programação diversificada inclui exposições, cursos, oficinas e debates. Integrante do Circuito Cultural Praça da Liberdade, o Espaço do Conhecimento é fruto da parceria entre a operadora TIM e a UFMG e conta com o apoio da Rede de Museus e Espaços de Ciências e Cultura da UFMG.  

Serviço:

Café Controverso: Cultura Hacker e Política

Data: 23 de agosto, 11h

Local: Espaço do Conhecimento UFMG – Praça da Liberdade, 700

Entrada franca

Mais informações: www.espacodoconhecimento.org.br

Fonte: Rogério Dias - Assessor de comunicação / Espaço do Conhecimento UFMG 

BH ganha pós-graduação sobre redes sociais da internet

A FUMEC vai inaugurar em 2014 a pós-graduação intitulada “Análise de redes sociais da internet“.

É com muita alegria e empolgação que venho contar essa novidade! Vou ter a honra de fazer parte do corpo docente ao lado de grandes nomes da área como Geane Alzamora, Cristina Cypriano, Adriano C Machado (do time de computação da UFMG, que foi meu sub-orientador informalmente no mestrado), Cláudia Chaves (que foi minha professora na graduação), Carlos Falci, Carlos Conti, dentre outros!

Veja mais sobre a proposta:

OBJETIVOS

Habilitar alunos provenientes de diversas áreas de conhecimento a entender e explorar os desafios e as potencialidades que as dinâmicas típicas das Redes Sociais da Internet trazem para a realização de suas atividades. Proporcionar a aquisição de um conhecimento tanto de caráter analítico-conceitual, quanto prático que concilia o aprofundamento teórico com a execução de atividades que colocam em prática os conteúdos aprendidos.

PÚBLICO-ALVO

Profissionais com graduação superior na área de Comunicação (Assessoria de imprensa e Publicidade), da Psicologia (Recursos Humanos), Gestores de organizações públicas e privadas, Coordenadores de campanha eleitoral, Educadores.

As inscrições para o curso já estão abertas e podem ser feitas clicando aqui.

Fica a dica =)

2º Encontro Nacional de Dados Abertos

Não é de hoje que me empolgo com esse papo de dados abertos. Por aqui no blog já fiz várias publicações que envolvem o tema.

Eis que no dia do meu aniversário terei a alegria de compartilhar uma experiência enriquecedora que tive. Durante o 2º Encontro Nacional de Dados Abertos participarei de uma mesa para falar sobre a experiência da criação do 1º Hackathon do Governo de Minas.

O evento (ENDA) é aberto ao público, e fica aqui o convite para quem estiver em Brasília no próximo dia 21. Abaixo o texto de divulgação do Encontro :)

Para aprofundar a discussão sobre dados abertos governamentais e atrair novos públicos, o Ministério do Planejamento (MP), em parceria com o Escritório Brasileiro do Consórcio World Wide Web (W3C Brasil), realiza o II Encontro Nacional de Dados Abertos. O evento será realizado entre os dias 21 e 22 de novembro, na Escola de Administração Fazendária (ESAF), em Brasília.

Publicados neste formato, os dados estão disponíveis para qualquer pessoa utilizar e republicar da maneira que achar melhor. A proposta aproxima o governo do cidadão e permite que sejam criados melhores serviços em benefício da sociedade a partir desses dados. A política tem ganhado relevância internacional não só sob a ótica da inovação tecnológica, mas também como uma estratégia de modernização da gestão pública.

A Política Brasileira de Dados Abertos sempre levou o conceito da participação social em seus princípios. Desde o começo, as reuniões de planejamento e construção doPortal Brasileiro de Dados Abertos (dados.gov.br) foram abertas para qualquer cidadão interessado. O dados.gov.br já está publicado há mais de um ano e neste momento, o desejo é ampliar o horizonte da política.

O encontro conta com o apoio da Secretaria Nacional de Articulação Social da Presidência da República, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br), representado peloNúcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.Br), da Associação Software Livre, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev).

Participe, dê sua contribuição, ajude a mudar a cultura de divulgação de informações governamentais e transforme esta ação numa política de Estado.

 

Veja a programação e se inscreva aqui