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	<title>Raquel Camargo &#187; Comunicação</title>
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	<description>Atualidades úteis e fúteis</description>
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<title>Raquel Camargo</title>
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		<title>Teorias de comunicação, Twitter e TV</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 19:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Teoria da agulha hipodérmica]]></category>
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		<description><![CDATA[O ato de assistir TV desde que o Twitter se tornou uma ferramenta mais popular se transformou em um hábito não-individual, onde podemos ver a necessidade que as pessoas têm de compartilhar opiniões sobre o que vêem e até mesmo narrar o que está sendo exibido, como se nenhum de seus outros seguidores pudessem sintonizar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-880" title="twitter-tv" src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/twitter-tv.jpg" alt="twitter-tv" width="695" height="271" /></p>
<p>O ato de <strong>assistir TV</strong> desde que o Twitter se tornou uma ferramenta mais popular se transformou em um hábito não-individual, onde podemos ver a necessidade que as pessoas têm de compartilhar opiniões sobre o que vêem e até mesmo narrar o que está sendo exibido, como se nenhum de seus outros seguidores pudessem sintonizar no programa.</p>
<p>Para quem não é de comunicação, é interessante saber sobre <strong>Lasswell</strong>. Um dos fundadores da psicologia política, Harold Dwight Lasswell, estudou relações da comunicação e persuasão. Ao falar mais especificamente de propaganda, o cara disse que a audiência dos meios noticiosos era “um alvo <strong>amorfo que obedece cegamente</strong> ao esquema de estímulo-resposta&#8221;.</p>
<p>Mais ou menos a partir dessa discussão surgiu a teoria da agulha hipodérmica (também conhecida como teoria da correia de transmissão e da bala mágica &#8211; <em>obs: povo ruim pra arrumar nome de teoria, né?</em>), que buscava discutir o efeito que as mídias de massa causavam na sociedade de massa.</p>
<p>A polêmica disso aí está na preposição que havia nessa teoria: acreditava-se que as mensagens dos veículos de comunicação de massa eram recebidas pelo público de forma passiva, uniforme e com o mesmo efeito em toda a audiência. A partir desse tipo de análise, Laswell criou um modelo de comunicação linear:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-879" title="receptor-emissor" src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/midia.jpg" alt="receptor-emissor" width="500" height="111" /></p>
<p>O esquema que foi, na verdade, uma adaptação do modelo de Aristóteles de <strong>Emissor-Mensagem-receptor</strong>.</p>
<p>Muita gente concorda, muita gente é contra essa teoria, mas o fato é que hoje podemos ver reflexos da mídia graças às redes sociais, que têm sido encarada muitas vezes como divã.</p>
<p>Um programa na TV repercute no Twitter, e lá podemos ver<strong> inúmeras interpretações sobre uma única mensagem</strong>. Cada indivíduo produz seu entendimento conforme seus conhecimentos anteriores, meio que vive e vários outros fatores influenciadores.</p>
<p>É difícil ter uma receita de produção de conteúdo que alcance exatamente os objetivos esperados, e podemos comprovar isso fazendo a simples e chata tarefa de acompanhar no Twitter comentários sobre jogos de futebol, matérias polêmicas dos meios de comunicação de massa, além de comentários que são deixados nesses veículos.</p>
<p>Apesar de termos ao nosso alcance ferramentas que nos ajudam a entender os <strong>reflexos de cada produção em meios de massa</strong>, o que está na nossa frente agora, na real, é um<strong> desafio</strong> enorme, de tentar identificar isso e traduzi-lo como uma oportunidade. Perceber a interpretação das pessoas, ouvir/ler os fragmentos de pensamentos que elas deixam por aí é um ato pró-ativo, que se bem adaptado em ações pode se tornar uma chance de melhor comunicar e conquistar relevância.</p>
<h3><span style="color: #993300;">Esse papo todo, na prática, pode ser discutido com o caso de Plínio Arruda no debate: <a href="http://eleicoes.raquelcamargo.com/2010/08/07/os-tuitadores-…inio-de-arruda/" target="_blank">Os &#8220;tuitadores&#8221; e Plínio de Arruda</a></span></h3>
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		<title>Departamento de Governo Eletrônico cria Cartilha de redação web</title>
		<link>http://raquelcamargo.com/blog/2010/06/departamento-de-governo-eletronico-cria-cartilha-de-redacao-web/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 12:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Habemus Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de web]]></category>
		<category><![CDATA[Cartilha]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Governo Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo online]]></category>
		<category><![CDATA[redação web]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi recentemente lançada pelo Departamento de Governo Eletrônico (DGE) uma Cartilha de redação web, um documento elaborado para auxiliar a organização e elaboração de informações para o meio digital. Com objetivo de moldar orientações para a criação de conteúdos online, as 49 páginas do documento tentam apresentar e destacar boas práticas de organização de informações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi recentemente lançada pelo D<strong>epartamento de Governo Eletrônico</strong> (DGE) uma<strong> Cartilha de redação web</strong>, um documento elaborado para auxiliar a organização e elaboração de informações para o meio digital.</p>
<p>Com objetivo de moldar orientações para a criação de conteúdos online, as 49 páginas do documento tentam apresentar e destacar <strong>boas práticas de organização de informações para o contexto digital.</strong> Não se trata de um trabalho &#8220;ditador&#8221; e fixo, mas o material tenta orientar e dar norte às produções.</p>
<p>Manuais de redação e trabalhos desse tipo costumam ajudar bastante, mas nunca conseguem abranger de forma total as situações adversas do dia-a-dia. Cartilhas de redação dedicadas ao<strong> jornalismo-online </strong>já foram criadas por alguns veículos, mas ainda não há um modelo específico que é tido como padrão e base para o desenvolvimento de outros, como muitas vezes acontece no <strong>jornalismo impresso</strong> (uma vez que o manual da Folha de SP é uma das referências nacionais). Torna-se ainda mais desafiante ter um trabalho do gênero nos dias de hoje, em que as <strong>mídias digitais </strong>mandam e desmandam qualquer coisa e são capazes de fazer qualquer fato frequente e rotineiro se tornar raro, ou o oposto.</p>
<p>Ainda não li tudo, e com certeza na prática questionamentos sobre o material irá surgir, mas a iniciativa de se elaborar e deixar à disposição de todos é muito válida e merece nossa atenção crítica.</p>
<p><strong>Conheça a cartilha de redação web através do <a href="http://www.governoeletronico.gov.br/biblioteca/index_html_biblioteca">site da Biblioteca do Governo Eletrônico</a>.</strong></p>
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		<title>Chat Roulette e sua privacidade</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 05:04:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo de web]]></category>
		<category><![CDATA[chat]]></category>
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		<description><![CDATA[Você já conhece o ChatRoulette? Nem ouviu falar? Trata-se de um chat &#8220;aleatório&#8221;. Você entra sem precisar se identificar e liga a webcam e, se quiser o microfone também, então o sistema vai sortear uma pessoa de qualquer parte do mundo para falar com você. A relação dentro do ChatRoulette pode ser encarada como algo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já conhece o <a href="http://chatroulette.com" target="_blank"><strong>ChatRoulette</strong></a>? Nem ouviu falar?</p>
<p>Trata-se de um <strong>chat &#8220;aleatório&#8221;</strong>. Você entra sem precisar se identificar e liga a webcam e, se quiser o microfone também, então o sistema vai sortear uma pessoa de qualquer parte do mundo para falar com você.</p>
<p>A relação dentro do ChatRoulette pode ser encarada como algo absolutamente descartável e se você não vai com a cara do sujeito clica em &#8220;next&#8221; e é direcionado para uma nova sala de bate-papo com mais algum estranho (ou não).</p>
<p>Aí sempre tem a galera mais criativa e tal. Tem gente que já não vê o site como um simples chat e o-usa como espaço para manifestações bem curiosas. Pegadinhas, &#8220;apresentações&#8221;, teatros e várias outras coisas inusitadas podem ser vistas por ali. Além de todas essas situações diferentes e engraçadas, conectado ali você também corre o risco de ver o órgão sexual de algum indivíduo inútil de alguma parte desse mundinho (nesse caso clique em REPORT e mande o infeliz pra longe).</p>
<p>Mas o grande lance que me surpreendeu pra caramba foi o<strong> <a href="http://www.chatroulettemap.com/" target="_blank">ChatRouletteMAPA</a></strong> (que vai comprovar a sua sensação de “só tem gringo nesse negócio?????”).</p>
<p>Para dar uma noção ao usuário das pessoas que estão conectadas na rede, criaram um sistema baseado no Google Maps que mostra especificamente quantas pessoas estão online e de quais lugares do mundo.</p>
<p>Como sabemos, o zoom do GMaps é potente e juntando isso ao ChatRoullete o que acontece? Sua privacidade vai pro limbo.</p>
<p>É possível através do site ver, por exemplo, quantas pessoas da cidade de Belo Horizonte estão conectadas ao chat e, muito além disso, chegar perto de saber QUEM é essa pessoa.</p>
<p>Dando zoom a um determinado ponto do mapa é possível ver o <strong>avatar desse usuário</strong>, sendo totalmente possível reconhecê-lo. Podemos dizer que isso é um detalhe muito sério a respeito da<strong> exposição do usuário que entra no ChatRoulette.</strong></p>
<p>Tentei fazer um teste com proxy e não pude me certificar se eu seria ocultada do mapa, uma vez que ele não foi atualizado durante meu período de observação.<strong></strong></p>
<p>Sem falar da possibilidade do<strong> uso de sua imagem por terceiros</strong> por estar conectado ali.</p>
<p>Fica a dica para aqueles que gostam do site ou querem conhecê-lo. Você estará totalmente exposto e possivelmente identificado por qualquer pessoa da rede ali. É possível ir aproximando o mapa ao ponto de se ver algumas vezes a <strong>rua da pessoa conectada</strong>. Um detalhe que percebi também é que o mapa não é real-time, e que demora um tempo para ser atualizado, mas não consegui identificar de quantos em quantos minutos acontece isso.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-769" title="chat" src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/chat.jpg" alt="chat" width="500" height="320" /></p>
<p>Encontrei um <a href="http://www.chatroulettemap.com/FAQ.txt" target="_blank">FAQ sobre o Mapa</a> e com ele alguns esclarecimentos. O mapa é atualizado pela própria equipe sem um período fixo pelo que eles respondem e todos os dados são obtidos através do IP de conexão. Está no plano da equipe um recurso para fazer uma busca no mapa se baseando em uma região geográfica.</p>
<p>Para amenizar para o lado dos criadores do site, há uma mensagem de esclarecimento ao abrir o mapa. Lá eles dizem que, caso queira excluir uma imagem do mapa basta enviar um email para chatroulettemap@gmail.com com a imagem em questão anexada. Além disso, eles informam que &#8220;pelo menos por enquanto&#8221; decidiram ocultar informações de IP dos usuários, a fim de resguardar um pouco da privacidade daquele que entre no site. Mas será que isso é o suficiente? <strong>Quantas pessoas passam horas por ali sem nem ter conhecimento do mapa?</strong></p>
<p>Veja abaixo alguns exemplos de <strong>usos inusitados do Chat Roulette </strong>que, além de tudo, fazem uso de imagem de terceiros (que muito provavelmente não assinaram nenhum termo autorizando isso).</p>
<p><object style="width: 500px; height: 301px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="301" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lscEOe7W6Q8&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><embed style="width: 500px; height: 301px;" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="301" src="http://www.youtube.com/v/lscEOe7W6Q8&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1"></embed></object></p>
<p><object style="width: 500px; height: 301px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="301" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/32vpgNiAH60&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><embed style="width: 500px; height: 301px;" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="301" src="http://www.youtube.com/v/32vpgNiAH60&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1"></embed></object></p>
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		<title>Retorno de investimento para trabalhos de mídias sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 01:52:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Habemus Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de web]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Return Of Investment&#8230; Retorno de investimento. Quem já sofreu com esse papo? Carinhosamente chamado de ROI, esse fator responsável por mostrar os reais ganhos de um projeto tem perturbado muita gente que trabalha com mídias sociais. O lance é que o tradicional ROI é trabalhado há muito tempo pro várias áras. Existem estudos e mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Return Of Investment&#8230; Retorno de investimento</strong>. Quem já sofreu com esse papo?</p>
<p>Carinhosamente chamado de <strong>ROI</strong>, esse fator responsável por mostrar os reais ganhos de um projeto tem perturbado muita gente que trabalha com mídias sociais.</p>
<p>O lance é que o tradicional ROI é trabalhado há muito tempo pro várias áras. Existem estudos e mais estudos a respeito de metodologias para se calcular resultados de ações. Dá uma olhadinha na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Retorno_sobre_investimento" target="_blank">Wikipedia</a> se quiser saber mais.</p>
<p>Mas o problema é que nos tempos atuais tudo parece ser mais relativo e calcular ganhos se tornou uma tarefa mais delicada.</p>
<p><strong>Cem retwitts podem não ser exatamente a prova do sucesso de um trabalho.</strong> Número de acessos do site oficial bombante também pode ter outros significados atrelados. Nessas condições, como trabalhar com o bendito ROI?</p>
<p>Acho que antes de tudo o melhor é pensar bem quais serão os critérios para a avaliação, de fato, se possível antes de começar o projeto. Aí você pensa ironicamente: &#8220;nossa, não me diga!&#8221;, mas eu digo de novo. Por mais que pareça idiota a dica, ela é importante, porque tem gente que põe a mão na massa sem consultar antes o estado do projeto em que ele está se enfiando.</p>
<p>Se um dos lances do teu negócio é um site, não deixe de conferir o Analytics ou outro sistema de <strong>métricas de acessos </strong>antes de prometer alguma coisa pro cliente. Se o assunto envolve atividades em redes sociais, não deixe de fazer um benchmark para ver como está o cenário e o &#8220;estilo de vida online&#8221; daquele público que se quer alcançar.</p>
<p>Na real, se estiver em busca de uma<strong> fórmula para calcular ROI</strong> de trabalhos de mídias sociais vou ser sincera e dizer para você desistir. Todos os ambientes que constituem esse ciberespaço têm dinâmicas diferentes do que se costumava ver por aí. Um vídeo publicado no Youtube pode receber votos, pode ser compartilhado pelos usuários através de email, outras redes sociais ou pela própria rede, pode também ser &#8220;embedado&#8221; em blogs e outras dezenas de coisas podem acontecer com ele. Não dá para fechar isso tudo de forma exata, com uma fórmula, IMHO.</p>
<p><strong>Monitore tudo e todos, sempre,</strong> e assim conseguirás mais facilmente o que precisas! <em>(Em terceira pessoa dá mais impacto).</em></p>
<p>Abaixo um vídeo muito bacana sobre o assunto. E aqui fica a dica do post do <a href="http://www.mediapost.com/publications/?fa=Articles.showArticle&amp;art_aid=117581" target="_blank">blog MediaPost</a> com várias sugestões do que pode ser medido no projeto.</p>
<p><object style="width: 500px; height: 304px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="304" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ypmfs3z8esI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x402061&amp;color2=0x9461ca" /><embed style="width: 500px; height: 304px;" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="304" src="http://www.youtube.com/v/ypmfs3z8esI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x402061&amp;color2=0x9461ca"></embed></object></p>
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		<title>Introdução às mídias sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 02:06:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ego-posts]]></category>
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		<description><![CDATA[Pessoal, quero mais uma vez fazer um convite! Novamente irei dar um curso de extensão no Centro Universitário Newton Paiva, em BH. O tema é o mesmo do ano passado, apenas com nome diferente: Introdução às  mídias sociais. Abaixo as infos do curso: PÚBLICO-ALVO Estudantes e profissionais da área de comunicação. OBJETIVOS Apresentar as novas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, quero mais uma vez fazer um convite!</p>
<p>Novamente irei dar um curso de extensão no Centro Universitário Newton Paiva, em BH. O tema é o mesmo do ano passado, apenas com nome diferente: Introdução às  mídias sociais.</p>
<p>Abaixo as infos do curso:</p>
<p><span style="border-collapse: collapse; font-family: arial,sans-serif; font-size: 13px;"></p>
<div>PÚBLICO-ALVO</div>
<div>Estudantes e profissionais da área de comunicação.</div>
<div>OBJETIVOS</div>
<div>Apresentar as novas possibilidades oferecidas pela web 2.0. Ferramentas que proporcionam autonomia para o profissional e funcionamentos estratégicos de redes sociais. Ajudar o aluno a entender e trabalhar melhor Blogs, Twitter, Orkut, Facebook, Flickr e Myspace.</div>
<div>FACILITADOR</div>
<div>Yo <img src='http://raquelcamargo.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </div>
<div></div>
<div><em>Atenção! A inscrição deve ser realizada até 5 dias antes da data do início do curso. A Newton Paiva reserva-se o direto de não oferecer o curso caso não haja o número mínimo de participantes, bem como o direito de alterar o local com aviso prévio aos inscritos.</em></div>
<div>
<div><strong>Dias 20 e 27 de março e 10 e 17 de abril, de 8h às 12h.</strong></div>
<div><strong><span style="color: #990000;">Investimento: </span></strong></div>
<div><strong><span style="color: #990000;">Inscrição: R$20,00 </span></strong></div>
<div><strong><span style="color: #990000;">+ 2 parcelas de R$56,00</span></strong></div>
<div>Local: Newton Paiva  Campus Carlos Luz.</div>
<div><strong><span style="color: #cc0000;">As inscrições devem ser feitas no site da <a href="http://www.newtonpaiva.br/cursos/Curso.aspx?cid=6517" target="_blank">Newton Paiva</a> </span></strong><a style="color: #0065cc;" href="http://www.newtonpaiva.br/cursos/Curso.aspx?cid=6517" target="_blank"><strong> </strong></a></div>
</div>
<p></span></p>
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		<title>&#8220;Não sabe brincar, não desce da nave&#8221;</title>
		<link>http://raquelcamargo.com/blog/2009/08/nao-sabe-brincar-nao-desce-da-nave/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 03:28:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu não sei ao certo de quem é a frase acima, mas ela hoje foi bastante usada no Twitter e descreve bem o assunto do momento. Quando fiz um post falando sobre a entrada da Xuxa no Twitter, eu não esperava que tal fato fosse se tornar uma grande e curiosa novela vivenciada no microblog. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sei ao certo de quem é a frase acima, mas ela hoje foi bastante usada no Twitter e descreve bem o assunto do momento.</p>
<p>Quando fiz um post falando sobre a <a href="http://raquelcamargo.com/blog/2009/08/em-menos-de-cinco-horas-xuxa-consegue-mais-de-8-mil-seguidores-no-twitter/" target="_blank">entrada da Xuxa no Twitter</a>, eu não esperava que tal fato fosse se tornar uma grande e curiosa novela vivenciada no microblog.</p>
<p>Muita pauta rendeu&#8230; Uso insistente de letras maiúsculas, <a href="http://fofoca.org/sasha/erro-de-portuges-de-sasha-gera-bafafa-no-twitter.html" target="_blank">erro de português</a> cometido pela Sasha em uma publicação, a <a href="http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/posts/2009/08/27/xuxa-se-aborrece-com-tweet-217545.asp" target="_blank">defesa</a> (justa) da mãe pela filha &#8211; que recebeu <a href="http://news.google.com.br/news/url?sa=t&amp;ct2=pt-BR_br%2F0_0_s_28_0_t&amp;usg=AFQjCNFDcUwBI9IQAgEjP3mm-c7rmhEPtg&amp;sig2=l-JgqV1QcPhiPubP-rCY6w&amp;cid=1257570890&amp;ei=AESXSrCEI5Dq8gTDwuHIAQ&amp;rt=STORY&amp;vm=STANDARD&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.titinet.com.br%2Fnews%2Fapresentadora-xuxa-briga-com-fas-pelo-twitter-voces-nao-merecem-falar-comigo-31823.html" target="_blank">severas e ácidas</a> críticas pelos usuários do sistema&#8230; Isso tudo em menos de uma semana.</p>
<p>E nesta quinta-feira, no fim da manhã, começa a circular um post do blog Jogando Praga, com o título: <a href="http://jogandopraga.blogspot.com/2009/08/xuxa-entra-com-processo-contra-twitter.html" target="_blank">&#8220;Xuxa entra com processo contra Twitter e ameaça censurar o serviço no Brasil&#8221;</a>.</p>
<p>A tal manchete assusta, é claro, e no Brasil que estamos não é de se duvidar que uma parada dessas role por aqui, né? Afinal, eu mesma já <a href="http://raquelcamargo.com/blog/2008/09/tre-atira-contra-o-twitter-e-acerta-a-vitima-errada/" target="_blank">fui processada</a> ao ser confundida como a &#8220;representante do Twitter no Brasil&#8221;. Não custa nada&#8230;</p>
<p>Mas ao chegar ao fim do post, que narra a suposta iniciativa jurídica de <a href="http://twitter.com/xuxameneghel" target="_blank">Xuxa</a> contra o microblog por causa dos problemas que teve nos últimos dias, há um destacado aviso, que comunica que aquela notícia não passa de uma brincadeira de mau gosto. Ou seja, é fake, é mentira, é &#8220;brincadeira&#8221;.</p>
<p><a href="http://jogandopraga.blogspot.com/2009/08/xuxa-entra-com-processo-contra-twitter.html"><img class="aligncenter size-full wp-image-504" title="xuxatwitter11" src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/xuxatwitter11.jpg" alt="" width="400" height="122" /></a></p>
<p>Tem teorias aí que falam que nós, em suma, não somos mais que meros leitores de títulos, de manchetes, e só. Que não interessa a todos a profundidade do texto&#8230; E esse episódio comprova essa hipótese.</p>
<p>O que teve de gente chorando no Twitter por acreditar na notícia falsa&#8230; Nos próprios comentários do post existem mensagens do gênero, de indivíduo que tenta não acreditar, e de outros que já se descabelam com a possibilidade de ter o site bloqueado.</p>
<p><a href="http://twitter.com/#search?q=xuxa%20processa%20twitter"><img class="aligncenter size-full wp-image-507" title="xuxatwitter4" src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/xuxatwitter4.jpg" alt="" width="400" height="418" /></a></p>
<p>Logo que vi esse post ser retuitado várias e várias vezes, logo pensei (e twittei):</p>
<p><a href="http://twitter.com/raquelcamargo/status/3580623166"><img class="aligncenter size-full wp-image-505" title="xuxatwitter21" src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/xuxatwitter21.jpg" alt="" width="400" height="186" /></a></p>
<p>Pois veja só, profetizei. Tô boba.</p>
<p>Não são somente aqueles chamados &#8220;receptores&#8221; que absorvem apenas o título de um post, mas também &#8220;jornalistas&#8221;. O site do jornal Meio Norte publicou a notícia como <strong>verdadeira</strong>.</p>
<p><a href="http://www.meionorte.com/noticias,xuxa-processa-e-quer-acabar-com-twitter,80751.html"><img class="aligncenter size-full wp-image-506" title="xuxatwitter31" src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/xuxatwitter31.jpg" alt="" width="400" height="264" /></a></p>
<p>Além de provar uma grave deficiência no setor de apuração dos fatos, o site ainda coloca como fonte da notícia &#8220;GloboNews&#8221;. Tenso. Lembra <a href="http://www.cocadaboa.com/arquivos/007469.php" target="_blank">aqueles tempos do Cocadaboa</a>, não?</p>
<p>Está sendo bem traumática essa experiência da rainha dos baixinhos pelo Twitter, não?</p>
<p>Por enquanto a apresentadora disse que ficará afastada do microblog. &#8220;fui vcs não merecem falar comigo nem com meu anjo (sic)&#8221;, encerrou a última twittada de Xuxa.</p>
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		<title>A interação enquanto característica comum entre  Blogs  e  Twitter</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 03:08:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ego-posts]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[monografia]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade da informação]]></category>
		<category><![CDATA[tcc]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Concluí o curso de jornalismo no final de 2008, e como trabalho de conclusão de curso decidi encarar o desafio de fazer uma monografia abordando microblogs e blogs. O maior problema que eu encontrei foi a carência de bibliografia específica. Poucos estudos sobre microblogs existem até hoje, mas preferi encarar tal fato como incentivo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concluí o curso de jornalismo no final de 2008, e como trabalho de conclusão de curso decidi encarar o desafio de fazer uma monografia abordando microblogs e blogs. O maior problema que eu encontrei foi a carência de bibliografia específica. Poucos estudos sobre microblogs existem até hoje, mas preferi encarar tal fato como incentivo e fazer o trabalho.</p>
<p>A falta de tempo foi uma pedra no sapato durante os quase seis meses de estudo. Com a correria do dia-a-dia, a monografia concorria com inúmeras outras prioridades da minha vida, fazendo com que eu não me dedicasse o quanto eu queria ao trabalho. Mas fiz o que pude, acreditem!</p>
<p>Depois que apresentei a banca e passei, sinceramente não tive disposição para parar e  corrigir alguns detalhes citados pelos professores avaliadores. E o tempo foi passando, passando, e o conteúdo aqui engavetado. Resolvi meio que chutar o balde e publicar assim mesmo, afinal, acho que eu não faria a tal revisão tão cedo.</p>
<p>Aí está então a minha cria. A monografia que trabalha com a interação presente nos blogs e no Twitter.</p>
<p>Na banca de avaliação estava o querido e prezado <a href="http://www.verbeat.org/blogs/exu/ " target="_blank">Exu Caveira Cover</a> e o professor João de Castro. O trabalho foi orientado pelo também querídissimo <a href="http://twitter.com/leomagno" target="_blank">Léo Magno</a>.</p>
<p>Foi super importante a ajuda de todos os amigos blogueiros, twitteiros e colegas de listas de discussão. Agradeço demais a todos, e principalmente à <a href="http://raquelcamargo.com/blog/wp-admin/www.verbeat.org/blogs/gabrielazago" target="_blank">Gabi Zago</a>, que foi (e continua sendo) uma fonte de inspiração!</p>
<p>Fica aí então o &#8220;lançamento online&#8221; da minha monografia (se é que isso existe rs).</p>
<p><a style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;" title="View Interação Em Blogs e Twitter on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/11446750/Interacao-Em-Blogs-e-Twitter">Interação Em Blogs e Twitter</a> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100%" height="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="id" value="doc_453197987207369" /><param name="name" value="doc_453197987207369" /><param name="align" value="middle" /><param name="quality" value="high" /><param name="play" value="true" /><param name="loop" value="true" /><param name="scale" value="showall" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="devicefont" value="false" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="menu" value="true" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="salign" /><param name="src" value="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=11446750&amp;access_key=key-19po2elc659jbbgkx8sl&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode=" /><embed id="doc_453197987207369" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="500" src="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=11446750&amp;access_key=key-19po2elc659jbbgkx8sl&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode=" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" menu="true" bgcolor="#ffffff" devicefont="false" wmode="opaque" scale="showall" loop="true" play="true" quality="high" align="middle" name="doc_453197987207369"></embed></object></p>
<div style="margin: 6px auto 3px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block;"><a style="text-decoration: underline;" href="http://www.scribd.com/upload">Publish at Scribd</a> or <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.scribd.com/browse">explore</a> others:            <a href="http://www.scribd.com/browse/Academic-Work/Study-Guides?style=text-decoration%3A+underline%3B">Study Guides</a> <a href="http://www.scribd.com/browse/Academic-Work/?style=text-decoration%3A+underline%3B">Academic Work</a> <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.scribd.com/tag/web">web</a> <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.scribd.com/tag/blogs">blogs</a></div>
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		<title>Não, sim!</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 18:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aleatórios]]></category>
		<category><![CDATA[Pra rir]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Resposta]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Se tem algo que eu prezo em uma pessoa, é a capacidade dela se comunicar bem, de manter uma conversa clara, sem confusões e expressiva. E aí, se tem algo que eu não gosto odeio profundamente é aquele tipo de pessoas que dizem &#8220;não&#8221; no início de uma frase afirmativa. Assim: Fulano normal: Você gostou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem algo que eu prezo em uma pessoa, é a capacidade dela se comunicar bem, de manter uma conversa clara, sem confusões e expressiva.</p>
<p>E aí, se tem algo que eu <span style="text-decoration: line-through;">não gosto</span> odeio profundamente é aquele tipo de pessoas que dizem &#8220;não&#8221; no início de uma frase afirmativa.</p>
<p>Assim:</p>
<p><em><strong>Fulano normal:</strong> Você gostou do show?</em></p>
<p><em><strong>Fulano que não sabe se comunicar:</strong> Não, sim, foi muito bom</em></p>
<p>Se a resposta é sim, para quê ele solta um &#8220;não&#8221; no início da frase? Argh.</p>
<p>Pensando nessa mesma birra que eu tenho, o <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gato_Fedorento" target="_blank">Gato Fedorento</a></strong> fez uma &#8220;matéria&#8221; sobre o assunto com um pouco mais de humor que eu. Está aí abaixo.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8Zu5ht656Dk&amp;hl=en" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://www.youtube.com/v/8Zu5ht656Dk&amp;hl=en" wmode="transparent"></embed></object></p>
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		<title>Google Bomb pró-Nassif</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 12:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Anti-jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Google Bomb]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Nassif]]></category>
		<category><![CDATA[Polêmica]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Veja]]></category>

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		<description><![CDATA[O novo projeto do jornalista Luís Nassif é o novo objeto de &#8220;campanha&#8221; dos blogueiros. Um manifesto contra a revista Veja está sendo liderado pelo jornalista. Dizendo que a publicação se tornou o maior fenômeno anti-jornalismo dos últimos tempos, Nassif apresenta vários casos polêmicos da história da Veja. Caso queira dar força ao &#8220;bombardeio&#8221; iniciado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O novo projeto do jornalista Luís Nassif é o novo objeto de &#8220;campanha&#8221; dos blogueiros.</p>
<p>Um manifesto contra a revista <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/home" target="_blank">Veja</a> está sendo liderado pelo jornalista. Dizendo que a publicação se tornou o maior fenômeno anti-jornalismo dos últimos tempos, Nassif apresenta vários casos polêmicos da história da <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/home" target="_blank">Veja</a>.</p>
<p>Caso queira dar força ao &#8220;bombardeio&#8221; iniciado pelo <a href="http://www.benderblog.com/realidade/revista-veja-a-verdade-luis-nassif-e-mais-um-bombardeio/" target="_blank">Bender</a>, basta fazer um post e linkar a palavra &#8220;<a href="http://luis.nassif.googlepages.com/home" target="_blank">VEJA</a>&#8221; com o endereço do Nassif: <a href="http://raquelcamargo.com/blog/wp-includes/js/tinymce/plugins/inlinepopups/images/spacer.gif" target="_blank">http://luis.nassif.googlepages.com/home</a></p>
<p>Quando mais vezes a palavra for linkada assim, mais fácil será a divulgação da campanha do jornalista pelo Google.</p>
<p><img src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2008/02/veja.jpg" alt="veja.jpg" /></p>
]]></content:encoded>
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