Posts tagged facebook

Empresas no Facebook: perfil ou fanpage?

Empresa do Seu Zé quer ser seu amigo.
Açougue do Tio Souza quer ser seu amigo.
Fã Clube Luiz Caldas quer ser seu amigo.

Esse tipo de solicitação no Facebook é frequente, e me deixa perplexa. Por que isso acontece tão frequentemente? Ao indagar essa minha revolta no Twitter percebi que muita gente que trabalha com social media não sabe a diferença de Perfil para Fan Page e/ou não reconhece o papel de cada uma. Com base nisso, resolvi fazer esse post e defender meu ponto de vista.

Vamos lá. Você tem uma empresa ou está aí atuando no mercado de social media e quer marcar presença no Facebook. Para você chegar nesse ponto, suspeito que você já pensou direitinho se o Facebook é realmente uma rede social adequada para o negócio e quais as métricas que você vai usar para trabalhar. Sendo assim, vamos às justificativas de forma didática…
fanpage
Empresas no Facebook: Fanpage ou perfil?
Resposta: Fanpage!
Por que fazer uma Fanpage para a empresa, e não um perfil?

1- Linguística

A relação de um perfil do Facebook com o de outro usuário é a de AMIZADE.
O significado do substantivo masculino amigo, nesse sentido, é diretmente ligado à uma pessoa. Quem é amigo, sustenta uma relação com alguém. Ainda não tive uma amiga torneira, loja ou mesa. Logo, perfis do Facebook são para pessoas!

2- Limitações de vínculos

Parece que o Facebook não bota fé no papo do Roberto Carlos de ter um milhão de amigos http://www.youtube.com/watch?v=fj8Ge_0rWqs&feature=related.
Quando se tem um perfil de usuário por lá é possível ter “apenas” 5 mil amigos. Ou seja, quando tua empresa chegou nesse número você vai fazer o que? Ter síndrome de Orkut e criar 10 perfis da empresa, que sempre estarão lotados das mesmas pessoas?

Se a empresa tem uma página, o problema não existe. A relação não é de amizade mas de “admiração”, digamos. O usuário (esse sim, pessoa física) curte a sua marca, produto, etc. A sua Fanpage vai poder receber infinitos “jóinhas” sem transtorno!

3- Administração

Imagina você administrando um perfil da uma empresa famosona, que todo mundo “curte”. Aí você, profissional de mídias sociais, vai receber um zilhão de pedidos de amizades por dia e vai ter que clicar um a um para aceitá-los.

Assim, o usuário que deseja ter alguma relação com a sua marca não precisar esperar o seu “aceitar”, com a FanPage, ele poderá curtir, ou seja, criar o vínculo que deseja com a página sem depender de alguma ação sua.

4- Estatísticas

No fundo, é isso que o seu chefe vai te cobrar, não é mesmo? Relatórios com números, métricas, estatísticas!

Se você trabalha com um perfil e for fazer esse trabalho vai passar um aperto para fazer um relatório digno, pois não consegue ter com facilidade o controle de interações (curtir, visualizações, etc).

Agora, se estamso falando de uma FanPage, tudo muda. Como a função dela é especialmente para essa situação institucional, o próprio Facebook mastiga e nos dá relatórios através do Insights. Existem outros aplicativos que dão mais dados ainda!

Depois fica por sua conta interpretar os dados.

5- URL personalizada

Se a página tiver pelo menos 25 seguidores você pode criar um endereço personalizado. Basta ir nessa página e definir o nome de utilizador, igualzinho como se faz em um perfil de usuário.

Exemplo: facebook.com/empresacasadamaejoana

6- Promoções e eventos

Não faltam aplicativos para criarmos promoções nas FanPages.

Além disso, é possível promover eventos por lá também.

7- Anúncios

O Facebook têm programas de venda de anúncios para páginas. Ou seja, caso queira divulgar alguma ação específica ou simplesmente a própria página, você terá recursos prontos para fazê-lo e avaliá-lo.

8- Atualizações e gerenciamento

Com um perfil você vai ter que compartilhar a senha com o coleguinha que ajuda no trabalho de mídias sociais.

Com a Fanpage você não precisa disso, pois é possível acrescentar administradores à página. Assim, toda a equipe terá autonomia para deixar a casa em ordem, apagando possíveis spam’s, respondendo comentários e enviando atualizaçõe com o nome da empresa.

9- Atualização colaborativa

Afinal, qual é o vínculo que você quer ter com o seu público? Quando alguém curte a página da empresa, ela pode publicar fotos, textos e vídeos sem limitações naquele espaço, que é de todos.

10- Aplicativos

Além dos já citados aplicativos de promoção, é fácil associar outras funções na página com aplicativos. Por exemplo, o RSS Grafitti vai ajudar a levar leitores para a sua página principal publicando as atualizações!

Além disso, com um bom planejamento (e orçamento também é bom) é possível criar o seu próprio aplicativo e agregar ainda mais à experiência do usuário. Exemplo? A Coca-Cola tem um tanto de usos diferenciados dentro da FanPage.
cocacola1

11- A Lei do Facebook

Você leu a Política de Uso do Facebook antes de criar o perfil da empresa? Não? Um atalho então, retirado da página de ajuda do site.

A conta que criei para promover meus negócios, banda ou outra organização foi desativada. O que fazer?

Resposta do Facebook: De acordo com a nossa Declaração de direitos e responsabilidades, os perfis do Facebook devem representar um indivíduo. Não é permitido que os usuários mantenham uma conta sob o nome de uma organização ou usem contas pessoais para fazer propaganda ou promovê-los profissionalmente. Se o seu perfil foi listado sob um nome de um indivíduo ou usado primeiramente para promoção profissional, esse é provavelmente o motivo pelo qual ele foi removido.

Ok, encerro aqui meus argumentos.

Se você ainda vai começar a trabalhar com isso, é só ir na página de criação de Fanpages. Agora, se você se convenceu de que o melhor para o seu trabalho é manter uma FanPage e não um perfil, porém, já havia criado a página da empresa como a de um usuário comum, há uma segunda chance: você pode solicitar a migração do perfil para a página empresarial.

Basta preencher os dados nessa página e torcer para que seu pedido seja atendido, pois o Facebook não promete resposta à todas apelações enviadas.

Aproveitando o assunto, se curtiu o post e o blog, aproveita e curte também a fanpage deste humilde blog clicando aqui embaixo, à direita ou indo diretamente à página. Gracias! :)

A arte de escolher as redes sociais de uma campanha

Vez ou outra podemos ver profissionais da web, e principalmente das mídias sociais, desprezando uma rede social ou outra na hora de planejar alguma campanha.
O fato é que o filtro pessoal influencia diretamente na estratégia profissional, e isso não deveria acontecer.
Se teu público está no Orkut, me diga, por qual motivo você deveria ignorar o espaço e investir esforços no Facebook, por exemplo, caso ele não seja o espaço ideal?
Tentar mudar o mundo através de uma campanha pode até parecer um argumento ideológico, mas pode ser também egoísta e utópico. O papel de um trabalho de mídias sociais, de fato, é levar uma informação até o seu foco e não fazer o foco chegar até a algum lugar, forçar um movimento.
A escolha de uso de um site ou de outro por um indivíduo qualquer é feita puramente com base em seu contexto social, portanto, uma promoção incrível não necessariamente irá forçá-lo a criar um perfil em uma rede onde ele não terá relacionamentos. Caso ele crie esse perfil, ele terá interação e relevância por ali? Pouco importa? Não é bem assim.
E a realidade do Brasil é bem diferente do que a que muitos profissionais das mídias sociais gostariam que fosse. A agência F/Nazca divulgou nessa semana uma pesquisa que mostra que o Orkut ainda reina por aqui. Segundo eles, 80% dos brasileiros preferem o Orkut, enquanto 14% ficaria com o Facebook. Os dados coletados sáo de novembro e dezembro do ano passado, portanto, muita coisa pode ter mudado.
Hoje podemos perceber já um movimento que subverte a lógica de quem cria uma promoção. O cara pensa: “Rá! Vou fazer uma promoção no Twitter para divulgar nosso perfil, o cara vai ter que seguir a gente e dar RT. Assim, daqui a pouco estaremos com vários novos seguidores”.
Ok, faz sentido o pensamento de quem faz essa lógica, contudo, hoje inúmeras pessoas têm dois ou mais perfis, e um dos fatores que alimenta esse movimento é exatamente o das promoções. Ficar dando RT em promoção pode ser chato, o seguidor do usuário pode se irritar com isso sendo feito em demasia e abrir mão de seguí-lo, sem dó, fazendo isso tudo resultar em vários unfollows. Para evitar a fadiga para quem o segue, um puro e simples “criar nova conta” resolve os problemas.
E como isso afeta o cara lá de cima, que bolou o conceito da promoção? O perfil do cliente dele vai ganhar novos seguidores? Vai sim, claro, afinal é a regra da promoção, contudo, esse número não terá o mesmo valor (aliás, avaliações quantitativas são extremamente perigosas).
Do que importa ter 100 mil seguidores “fantasmas”, que sequer fazem leitura de seus updates ou clica em seus links? No fundo, nada.
Portanto, a dica é essa. Atenção na escolha dos espaços a serem escolhidos para um trabalho é mais que necessário e pede uma porção de malícia.

Vez ou outra podemos ver profissionais da web, e principalmente das mídias sociais, desprezando uma rede social ou outra na hora de planejar alguma campanha.

O fato é que o filtro pessoal influencia diretamente na estratégia profissional, e isso não deveria acontecer.

Se teu público está no Orkut, me diga, por qual motivo você deveria ignorar o espaço e investir esforços no Facebook, por exemplo, caso ele não seja o espaço ideal?

Tentar mudar o mundo através de uma campanha pode até parecer um argumento ideológico, mas pode ser também egoísta e utópico. O papel de um trabalho de mídias sociais, de fato, é levar uma informação até o seu foco e não fazer o foco chegar até a algum lugar, forçar um movimento.

A escolha de uso de um site ou de outro por um indivíduo qualquer é feita puramente com base em seu contexto social, portanto, uma promoção incrível não necessariamente irá forçá-lo a criar um perfil em uma rede onde ele não terá relacionamentos. Caso ele crie esse perfil, ele terá interação e relevância por ali? Pouco importa? Não é bem assim.

E a realidade do Brasil é bem diferente do que a que muitos profissionais das mídias sociais gostariam que fosse. A agência F/Nazca divulgou nessa semana uma pesquisa que mostra que o Orkut ainda reina por aqui. Segundo eles, 80% dos brasileiros preferem o Orkut, enquanto 14% ficaria com o Facebook. Os dados coletados sáo de novembro e dezembro do ano passado, portanto, muita coisa pode ter mudado.

Hoje podemos perceber já um movimento que subverte a lógica de quem cria uma promoção. O cara pensa: “Rá! Vou fazer uma promoção no Twitter para divulgar nosso perfil, o cara vai ter que seguir a gente e dar RT. Assim, daqui a pouco estaremos com vários novos seguidores”.

Ok, faz sentido o pensamento de quem faz essa lógica, contudo, hoje inúmeras pessoas têm dois ou mais perfis, e um dos fatores que alimenta esse movimento é exatamente o das promoções. Ficar dando RT em promoção pode ser chato, o seguidor do usuário pode se irritar com isso sendo feito em demasia e abrir mão de seguí-lo, sem dó, fazendo isso tudo resultar em vários unfollows. Para evitar a fadiga para quem o segue, um puro e simples “criar nova conta” resolve os problemas. Perceba a quantidade de listas que existem só com perfis de promoções e pense: quantos usuários criados só para participar destas estão seguindo estas?”.

promos-rt

E como isso afeta o cara lá de cima, que bolou o conceito da promoção? O perfil do cliente dele vai ganhar novos seguidores? Vai sim, claro, afinal é a regra da promoção, contudo, esse número não terá o mesmo valor (aliás, avaliações quantitativas são extremamente perigosas).

Do que importa ter 100 mil seguidores “fantasmas”, que sequer fazem leitura de seus updates ou clica em seus links? No fundo, nada.

Portanto, a dica é essa. Atenção na escolha dos espaços a serem escolhidos para um trabalho é mais que necessário e pede uma porção de malícia.

Se Twitter e Facebook fossem países

Já parou para pensar como seria se o Twitter e o Facebook fossem países? Quais seriam as estatísticas das nações?

Em um projeto interessante de um banco espanhol esse tipo de comparação é feito em vídeos rápidos e informativos. Batizado La Vida en Números, o projeto do Bankinter, apresenta várias reflexões sobre fenômenos dos tempos atuais com estatísticas curiosas.

Abaixo, os vídeos (em espanhol) que mostram números relacionando o Facebook, o Twitter e países.

Pesquisa informa que Twitter e Facebook cresceram mais de 7 vezes em 1 ano

Como está a presença das pessoas nas redes sociais no mundo? E no Brasil?
Uma pesquisa encerrada no início de abril, feita pela Serasa Experian Hitwise, apontou que o Twitter e o Facebook cresceram 7 vezes nos últimos 12 meses, mas ainda sem expectativas de superar o Orkut no Brasil.
Acompanhando a visitação de mais de 100 mil pessoas em mais de 150 mil sites, a pesquisa identificou que o Twitter teve uma onda de adesões entre setembro e outubro de 2009 e encontra-se estável até então.
No levantamento, o Twitter manteve-se À frente do Facebook durante a maior parte do ano passado, mas a situação se inverteu na segunda semana de dezembro e permanece assim.
Em um ano, o microblog teria crescido 768% e a rede social Facebook 804%.
Apesar do consistente crescimento, tanto o Twitter quanto o Facebook ainda estão muito distantes de alcançar a força do Orkut perante os interagentes brasileiros.
O estudo ainda analisou quais foram os termos de busca que mais geraram tráfego para a categoria de “Redes Sociais e Fóruns” nas últimas 24 semanas. Em ordem, os dez primeiros termos mais buscados foram “youtube” (5,83%), “orkut” (3,07%), “habbo” (0,99%), “you tube” (0,92%), “orkut login” (0,88%), “uol” (0,76%), “bate papo” (0,58%), “youtube vídeos” (0,48%), “twitter” (0,46%) e “facebook” (0,46%).

Como está a presença das pessoas nas redes sociais no mundo? E no Brasil?

Uma pesquisa encerrada no início de abril, feita pela Serasa Experian Hitwise, apontou que o Twitter e o Facebook cresceram 7 vezes nos últimos 12 meses, mas ainda sem expectativas de superar o Orkut no Brasil.

Acompanhando a visitação de mais de 100 mil pessoas em mais de 150 mil sites, a pesquisa identificou que o Twitter teve uma onda de adesões entre setembro e outubro de 2009 e encontra-se estável até então.

twitter-facebook

No levantamento, o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante a maior parte do ano passado, mas a situação se inverteu na segunda semana de dezembro e permanece assim.

Em um ano, o microblog teria crescido 768% e a rede social Facebook 804%.

Apesar do consistente crescimento, tanto o Twitter quanto o Facebook ainda estão muito distantes de alcançar a força do Orkut perante os interagentes brasileiros.

O estudo ainda analisou quais foram os termos de busca que mais geraram tráfego para a categoria de “Redes Sociais e Fóruns” nas últimas 24 semanas. Em ordem, os dez primeiros termos mais buscados foram “youtube” (5,83%), “orkut” (3,07%), “habbo” (0,99%), “you tube” (0,92%), “orkut login” (0,88%), “uol” (0,76%), “bate papo” (0,58%), “youtube vídeos” (0,48%), “twitter” (0,46%) e “facebook” (0,46%).

Mais detalhes da pesquisa no site da empresa.

Se o Facebook existisse na época da Segunda Guerra Mundial

Poeira pura esse blog. Para tentar disfarça-la publico apenas a imagem abaixo, que é muito bacana. Imagina se tivessemos Facebook em plena Segunda Guerra Mundial? Como seria tudo? Veja abaixo.

guerra-facebookEm breve voltamos com a programação normal rs (ou não)

Facebook ameaça dominar o mundo

De novo, feliz 2010. Já que é assim no Brasil, o ano só começa mesmo depois dessa coisa de carnaval, agora vai.

Tirando a poeira, o lance é que o Facebook já ultrapassou o Yahoo! com relação aos visitantes únicos. Sinistro, anh?

De acordo com uma nova pesquisa do site de estatísticas Compete.com, a rede social Facebook já bateu o Yahoo! com relação ao número de visitas nos Estados Unidos.

grafico1Pelo visto, o próximo alvo a ser desbancado é o Google. E o Facebook já é o segundo site mais visitado dos EUA.

Os dados da pesquisa mostram que, em janeiro, 11,5% do tempo online dos pesquisados foi gasto no Facebook, contra 4,25% do Yahoo!. Já o Google conseguiu conquistar 4,1% do tempo gasto dos usuários norte americanos.

Mas o Google não está tão seguro assim. A Compete afirmou ainda que o Facebook deixaria o Google para trás (com folga) facilmente se o critério “Atenção” for relevado, a porcentagem de tempo gasto no site específico em relação ao tempo global online.

grafico2
Mais alguns números revelados na pesquisa:
- Facebook teve 133,6 milhões de visitantes únicos em janeiro
- Durante o mesmo mês, o Yahoo! ficou com 132 milhões de visitantes únicos
- O senhor Google apareceu em janeiro com 148 milhões de visitantes únicos.

O que nos diz esses números?O que é essa mudança de comportamento dos internautas? Será apenas a evolução natural das coisas?