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	<title>Raquel Camargo &#187; Jornalismo</title>
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	<description>Atualidades úteis e fúteis</description>
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<title>Raquel Camargo</title>
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		<title>Teorias de comunicação, Twitter e TV</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 19:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Habemus Comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[Teoria da agulha hipodérmica]]></category>
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		<description><![CDATA[O ato de assistir TV desde que o Twitter se tornou uma ferramenta mais popular se transformou em um hábito não-individual, onde podemos ver a necessidade que as pessoas têm de compartilhar opiniões sobre o que vêem e até mesmo narrar o que está sendo exibido, como se nenhum de seus outros seguidores pudessem sintonizar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-880" title="twitter-tv" src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/twitter-tv.jpg" alt="twitter-tv" width="695" height="271" /></p>
<p>O ato de <strong>assistir TV</strong> desde que o Twitter se tornou uma ferramenta mais popular se transformou em um hábito não-individual, onde podemos ver a necessidade que as pessoas têm de compartilhar opiniões sobre o que vêem e até mesmo narrar o que está sendo exibido, como se nenhum de seus outros seguidores pudessem sintonizar no programa.</p>
<p>Para quem não é de comunicação, é interessante saber sobre <strong>Lasswell</strong>. Um dos fundadores da psicologia política, Harold Dwight Lasswell, estudou relações da comunicação e persuasão. Ao falar mais especificamente de propaganda, o cara disse que a audiência dos meios noticiosos era “um alvo <strong>amorfo que obedece cegamente</strong> ao esquema de estímulo-resposta&#8221;.</p>
<p>Mais ou menos a partir dessa discussão surgiu a teoria da agulha hipodérmica (também conhecida como teoria da correia de transmissão e da bala mágica &#8211; <em>obs: povo ruim pra arrumar nome de teoria, né?</em>), que buscava discutir o efeito que as mídias de massa causavam na sociedade de massa.</p>
<p>A polêmica disso aí está na preposição que havia nessa teoria: acreditava-se que as mensagens dos veículos de comunicação de massa eram recebidas pelo público de forma passiva, uniforme e com o mesmo efeito em toda a audiência. A partir desse tipo de análise, Laswell criou um modelo de comunicação linear:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-879" title="receptor-emissor" src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/midia.jpg" alt="receptor-emissor" width="500" height="111" /></p>
<p>O esquema que foi, na verdade, uma adaptação do modelo de Aristóteles de <strong>Emissor-Mensagem-receptor</strong>.</p>
<p>Muita gente concorda, muita gente é contra essa teoria, mas o fato é que hoje podemos ver reflexos da mídia graças às redes sociais, que têm sido encarada muitas vezes como divã.</p>
<p>Um programa na TV repercute no Twitter, e lá podemos ver<strong> inúmeras interpretações sobre uma única mensagem</strong>. Cada indivíduo produz seu entendimento conforme seus conhecimentos anteriores, meio que vive e vários outros fatores influenciadores.</p>
<p>É difícil ter uma receita de produção de conteúdo que alcance exatamente os objetivos esperados, e podemos comprovar isso fazendo a simples e chata tarefa de acompanhar no Twitter comentários sobre jogos de futebol, matérias polêmicas dos meios de comunicação de massa, além de comentários que são deixados nesses veículos.</p>
<p>Apesar de termos ao nosso alcance ferramentas que nos ajudam a entender os <strong>reflexos de cada produção em meios de massa</strong>, o que está na nossa frente agora, na real, é um<strong> desafio</strong> enorme, de tentar identificar isso e traduzi-lo como uma oportunidade. Perceber a interpretação das pessoas, ouvir/ler os fragmentos de pensamentos que elas deixam por aí é um ato pró-ativo, que se bem adaptado em ações pode se tornar uma chance de melhor comunicar e conquistar relevância.</p>
<h3><span style="color: #993300;">Esse papo todo, na prática, pode ser discutido com o caso de Plínio Arruda no debate: <a href="http://eleicoes.raquelcamargo.com/2010/08/07/os-tuitadores-…inio-de-arruda/" target="_blank">Os &#8220;tuitadores&#8221; e Plínio de Arruda</a></span></h3>
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		<title>O que você fez na internet hoje?</title>
		<link>http://raquelcamargo.com/blog/2010/08/o-que-voce-fez-na-internet-hoje/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 22:24:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo de web]]></category>
		<category><![CDATA[Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Aquele que era um projeto pouco claro, com objetivo de esenvolver uma interconexão de computadores, hoje é capaz de ser o ambiente palco de mudanças radicais. O potencial da Internet está sustentado na habilidade de superar barreiras que impediam o acesso a uma massa de informação para consumidores comuns. O que faz a dinâmica da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aquele que era um projeto pouco claro, com objetivo de esenvolver uma  interconexão de computadores, hoje é capaz de ser o ambiente palco de  mudanças radicais. O potencial da Internet está sustentado na habilidade  de superar barreiras que impediam o acesso a uma massa de informação  para consumidores comuns.</p>
<p>O que faz a dinâmica da internet ser assim tão impactante é a base  social que há ali dentro, algo como um <strong>&#8220;circuito locomotivo&#8221;</strong> (conforme  Ortiz, 2004) que mostra como nosso espaço é vulnerável à  desterritorialização e flexibilidade.</p>
<p>Um fator que faz tantos se apaixonarem pela web é a possibilidade de  voz ativa para todos. Online, qualquer um pode se tornar um produtor,  pode ser um emissor de conteúdos e conquistar relevância, público e  relacionamento com seus destinatários.</p>
<p>Apesar de termos bem perto a chance de<strong> agir colaborativamente  publicando em blogs, microblogs, compartilhadores de fotos e afins</strong>, não é  bem o que tem acontecido. A pluralidade de vozes que pode ser feita  através da web, no fundo, ainda está longe de ser intensa.</p>
<p>Um exemplo disso? Vamos falar de Twitter. Um tanto de gente fala que  vai criar um Twitter e não um blog por que ali é fácil publicar algo,  mais rápido e conciso, e assim acredita que poderá fazer conteúdo de  relevância de forma mais prática.</p>
<p>Uma pesquisa de Harvard publicada em 2009 mostrou que uma pequena  parte dos usuários do microblog é realmente a responsável pela geração  de conteúdo. O estudo apontou que<strong> 10% dos &#8220;arrobas&#8221; são os autores de  90% do conteúdo postado ali</strong>.</p>
<p>O gráfico abaixo mostra com dados mais atualizados a produção de  mensagens no Twitter. Já nesse gráfico constam <strong>20% dos usuários como  autores de Tweets</strong> e pode-se perceber também uma grande quantidade de  pessoas apenas retwittando ou sustentando postagens triviais.<br />
<img class="aligncenter" title="twitter-estatistica" src="http://eleicoes.raquelcamargo.com/wp-content/uploads/2010/08/twitter-estatistica.jpg" alt="" width="450" height="520" /></p>
<p>O mesmo acontece com blogs. Pense: quantos blogs você já visitou e  viu que não passava de um <strong>CTRL+C CTRL+V </strong>de matérias de jornais,  revistas, de mensagens que recebemos um milhão de vezes por email e só?</p>
<p>A fatia que realmente gera conteúdo na web é pequena perto da  quantidade de pessoas que temos online. O que me incomoda é pensar o  motivo disso. Se temos hoje a chance de sair da<strong> ditadura das mídias  tradicionais</strong>, por que isso ainda não acontece com força?</p>
<p>Minha avó só tinha acesso à informações através de conversas no seu  bairro ou dos meios convencionais de notícias (rádio, jornal e, mais  tarde, a TV). Já nós não temos razão para ficar nessa de <strong>monopolização  de fontes</strong>. Existem blogs muito mais confiantes e relevantes que revistas  de grandes tiragens por aí, não é mesmo?</p>
<p>Creio que essa falta de consciência do poder que temos, de que temos  em mãos contas em redes e mídias sociais que nos <strong>dão voz quase tão ativa</strong> aos tradicionais meios de comunicação, seja um reflexo dessa  colonização de informações. A minha avó já está entendendo isso também.</p>
<p>O que você já fez para mostrar o poder que temos com as redes? Aquele  papo de ser o quarto poder já não é mais só do jornalismo, pode ser de  qualquer um de nós. Cutucar um político via<strong> Twitter, Formspring</strong>, exigir  nossos direitos pelas redes, enfim, tudo isso está ao nosso alcance e é  de graça. Isso aqui é uma<strong> ágora online</strong>.</p>
<p><strong>Qual foi o bom uso das mídias sociais que você fez hoje?</strong></p>
<p><strong>&#8212;-</strong></p>
<p><strong>Dicas de posts do blog de Eleições:</strong></p>
<p><strong><a href="http://eleicoes.raquelcamargo.com/2010/08/04/videos-de-satiras-de-candidatos-provoca-reacao-do-tre-mg/" target="_blank">Vídeo de sá tiras de candidatos provoca reação do TRE-MG </a></strong></p>
<p><strong><strong></strong><strong><a title="Edit “Estadão apóia Dilma no Twitter “sem querer querendo””" href="http://eleicoes.raquelcamargo.com/wp-admin/post.php?post=13&amp;action=edit">Estadão apóia Dilma no Twitter “sem querer querendo”</a></strong></strong></p>
<p><span style="color: #808080;"><em><em>Referências: ORTIZ, Renato. Mundialização e Cultura. São Paulo. Editora Brasiliense, 1994.</em><br />
Imagem: <a href="http://comunicadores.info/2010/04/05/infografico-a-republica-do-twitter/">Comunicadores</a></em></span></p>
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		<title>Departamento de Governo Eletrônico cria Cartilha de redação web</title>
		<link>http://raquelcamargo.com/blog/2010/06/departamento-de-governo-eletronico-cria-cartilha-de-redacao-web/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 12:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Habemus Comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi recentemente lançada pelo Departamento de Governo Eletrônico (DGE) uma Cartilha de redação web, um documento elaborado para auxiliar a organização e elaboração de informações para o meio digital. Com objetivo de moldar orientações para a criação de conteúdos online, as 49 páginas do documento tentam apresentar e destacar boas práticas de organização de informações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi recentemente lançada pelo D<strong>epartamento de Governo Eletrônico</strong> (DGE) uma<strong> Cartilha de redação web</strong>, um documento elaborado para auxiliar a organização e elaboração de informações para o meio digital.</p>
<p>Com objetivo de moldar orientações para a criação de conteúdos online, as 49 páginas do documento tentam apresentar e destacar <strong>boas práticas de organização de informações para o contexto digital.</strong> Não se trata de um trabalho &#8220;ditador&#8221; e fixo, mas o material tenta orientar e dar norte às produções.</p>
<p>Manuais de redação e trabalhos desse tipo costumam ajudar bastante, mas nunca conseguem abranger de forma total as situações adversas do dia-a-dia. Cartilhas de redação dedicadas ao<strong> jornalismo-online </strong>já foram criadas por alguns veículos, mas ainda não há um modelo específico que é tido como padrão e base para o desenvolvimento de outros, como muitas vezes acontece no <strong>jornalismo impresso</strong> (uma vez que o manual da Folha de SP é uma das referências nacionais). Torna-se ainda mais desafiante ter um trabalho do gênero nos dias de hoje, em que as <strong>mídias digitais </strong>mandam e desmandam qualquer coisa e são capazes de fazer qualquer fato frequente e rotineiro se tornar raro, ou o oposto.</p>
<p>Ainda não li tudo, e com certeza na prática questionamentos sobre o material irá surgir, mas a iniciativa de se elaborar e deixar à disposição de todos é muito válida e merece nossa atenção crítica.</p>
<p><strong>Conheça a cartilha de redação web através do <a href="http://www.governoeletronico.gov.br/biblioteca/index_html_biblioteca">site da Biblioteca do Governo Eletrônico</a>.</strong></p>
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		<title>Manual de Reportagem, por Rafinha Bastos. Nada se cria&#8230;</title>
		<link>http://raquelcamargo.com/blog/2010/02/manual-de-reportagem-por-rafinha-bastos-nada-se-cria/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 15:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Habemus Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Pra rir]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
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		<category><![CDATA[Manual de reportagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos vídeos mais comentados dessa semana é o &#8220;Manual de Reportagem&#8221;, feito pela agência Colméia e apresentado pelo Rafinha Bastos. Na boa, é engraçado demais. Eu curti o vídeo, a realidade é bem essa se formos analisar organicamente o script. Mas análises aprofundadas a parte (nem quero discutir obrigatoriedade de diploma e tal, dessa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos vídeos mais comentados dessa semana é o<strong> &#8220;Manual de Reportagem&#8221;</strong>, feito pela agência Colméia e apresentado pelo Rafinha Bastos.</p>
<p>Na boa, é engraçado demais. Eu curti o vídeo, a realidade é bem essa se formos analisar organicamente o script. Mas análises aprofundadas a parte (nem quero discutir obrigatoriedade de diploma e tal, dessa vez não!!), esse post é mais para apresentar a vocês a pérola que é o vídeo.</p>
<p>Mas antes de você pensar: &#8220;caraca esse Rafinha é um gênio do humor&#8221; e mimimi, prestenção: como quase tudo na carreira do Bastos, essa é uma <strong>ADAPTAÇÃO</strong>. É, ele só pegou uma ideia de alguém (aliás, esse sim é o gênio da história) e adaptou. O vídeo, portanto, foi baseado na obra do jornalista britânico <strong>Charlie Brooker &#8220;How To Report The News&#8221;.</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BHhMLx9Z58g&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/BHhMLx9Z58g&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>&#8220;Não sabe brincar, não desce da nave&#8221;</title>
		<link>http://raquelcamargo.com/blog/2009/08/nao-sabe-brincar-nao-desce-da-nave/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 03:28:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Habemus Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Apuração]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu não sei ao certo de quem é a frase acima, mas ela hoje foi bastante usada no Twitter e descreve bem o assunto do momento. Quando fiz um post falando sobre a entrada da Xuxa no Twitter, eu não esperava que tal fato fosse se tornar uma grande e curiosa novela vivenciada no microblog. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sei ao certo de quem é a frase acima, mas ela hoje foi bastante usada no Twitter e descreve bem o assunto do momento.</p>
<p>Quando fiz um post falando sobre a <a href="http://raquelcamargo.com/blog/2009/08/em-menos-de-cinco-horas-xuxa-consegue-mais-de-8-mil-seguidores-no-twitter/" target="_blank">entrada da Xuxa no Twitter</a>, eu não esperava que tal fato fosse se tornar uma grande e curiosa novela vivenciada no microblog.</p>
<p>Muita pauta rendeu&#8230; Uso insistente de letras maiúsculas, <a href="http://fofoca.org/sasha/erro-de-portuges-de-sasha-gera-bafafa-no-twitter.html" target="_blank">erro de português</a> cometido pela Sasha em uma publicação, a <a href="http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/posts/2009/08/27/xuxa-se-aborrece-com-tweet-217545.asp" target="_blank">defesa</a> (justa) da mãe pela filha &#8211; que recebeu <a href="http://news.google.com.br/news/url?sa=t&amp;ct2=pt-BR_br%2F0_0_s_28_0_t&amp;usg=AFQjCNFDcUwBI9IQAgEjP3mm-c7rmhEPtg&amp;sig2=l-JgqV1QcPhiPubP-rCY6w&amp;cid=1257570890&amp;ei=AESXSrCEI5Dq8gTDwuHIAQ&amp;rt=STORY&amp;vm=STANDARD&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.titinet.com.br%2Fnews%2Fapresentadora-xuxa-briga-com-fas-pelo-twitter-voces-nao-merecem-falar-comigo-31823.html" target="_blank">severas e ácidas</a> críticas pelos usuários do sistema&#8230; Isso tudo em menos de uma semana.</p>
<p>E nesta quinta-feira, no fim da manhã, começa a circular um post do blog Jogando Praga, com o título: <a href="http://jogandopraga.blogspot.com/2009/08/xuxa-entra-com-processo-contra-twitter.html" target="_blank">&#8220;Xuxa entra com processo contra Twitter e ameaça censurar o serviço no Brasil&#8221;</a>.</p>
<p>A tal manchete assusta, é claro, e no Brasil que estamos não é de se duvidar que uma parada dessas role por aqui, né? Afinal, eu mesma já <a href="http://raquelcamargo.com/blog/2008/09/tre-atira-contra-o-twitter-e-acerta-a-vitima-errada/" target="_blank">fui processada</a> ao ser confundida como a &#8220;representante do Twitter no Brasil&#8221;. Não custa nada&#8230;</p>
<p>Mas ao chegar ao fim do post, que narra a suposta iniciativa jurídica de <a href="http://twitter.com/xuxameneghel" target="_blank">Xuxa</a> contra o microblog por causa dos problemas que teve nos últimos dias, há um destacado aviso, que comunica que aquela notícia não passa de uma brincadeira de mau gosto. Ou seja, é fake, é mentira, é &#8220;brincadeira&#8221;.</p>
<p><a href="http://jogandopraga.blogspot.com/2009/08/xuxa-entra-com-processo-contra-twitter.html"><img class="aligncenter size-full wp-image-504" title="xuxatwitter11" src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/xuxatwitter11.jpg" alt="" width="400" height="122" /></a></p>
<p>Tem teorias aí que falam que nós, em suma, não somos mais que meros leitores de títulos, de manchetes, e só. Que não interessa a todos a profundidade do texto&#8230; E esse episódio comprova essa hipótese.</p>
<p>O que teve de gente chorando no Twitter por acreditar na notícia falsa&#8230; Nos próprios comentários do post existem mensagens do gênero, de indivíduo que tenta não acreditar, e de outros que já se descabelam com a possibilidade de ter o site bloqueado.</p>
<p><a href="http://twitter.com/#search?q=xuxa%20processa%20twitter"><img class="aligncenter size-full wp-image-507" title="xuxatwitter4" src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/xuxatwitter4.jpg" alt="" width="400" height="418" /></a></p>
<p>Logo que vi esse post ser retuitado várias e várias vezes, logo pensei (e twittei):</p>
<p><a href="http://twitter.com/raquelcamargo/status/3580623166"><img class="aligncenter size-full wp-image-505" title="xuxatwitter21" src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/xuxatwitter21.jpg" alt="" width="400" height="186" /></a></p>
<p>Pois veja só, profetizei. Tô boba.</p>
<p>Não são somente aqueles chamados &#8220;receptores&#8221; que absorvem apenas o título de um post, mas também &#8220;jornalistas&#8221;. O site do jornal Meio Norte publicou a notícia como <strong>verdadeira</strong>.</p>
<p><a href="http://www.meionorte.com/noticias,xuxa-processa-e-quer-acabar-com-twitter,80751.html"><img class="aligncenter size-full wp-image-506" title="xuxatwitter31" src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/xuxatwitter31.jpg" alt="" width="400" height="264" /></a></p>
<p>Além de provar uma grave deficiência no setor de apuração dos fatos, o site ainda coloca como fonte da notícia &#8220;GloboNews&#8221;. Tenso. Lembra <a href="http://www.cocadaboa.com/arquivos/007469.php" target="_blank">aqueles tempos do Cocadaboa</a>, não?</p>
<p>Está sendo bem traumática essa experiência da rainha dos baixinhos pelo Twitter, não?</p>
<p>Por enquanto a apresentadora disse que ficará afastada do microblog. &#8220;fui vcs não merecem falar comigo nem com meu anjo (sic)&#8221;, encerrou a última twittada de Xuxa.</p>
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		<title>Quando eu crescer, quero ser jornalista</title>
		<link>http://raquelcamargo.com/blog/2009/07/quando-eu-crescer-quero-ser-jornalista/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 18:27:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Habemus Comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Sem querer voltar a tocar na polêmica do diploma de jornalistas, mas já voltando, esse vídeo é interessante&#8230; A Meyocks Group apresentou recentemente um vídeo para a abertura do ADDY Awards chamado &#8220;When I Grow Up&#8221;, que é uma campanha de publicidade para o site de empregos Monster.com. Alguns alunos do curso de pós graduação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sem querer voltar a tocar na polêmica do diploma de jornalistas, mas já voltando, esse vídeo é interessante&#8230;</p>
<p>A Meyocks Group apresentou recentemente um vídeo para a abertura do ADDY Awards chamado <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ANoc0srXw3A" target="_blank">&#8220;When I Grow Up&#8221;</a>, que é uma campanha de publicidade para o site de empregos Monster.com.</p>
<p>Alguns alunos do curso de pós graduação em Produção em Mídias Digitais, da Puc Minas, elaboraram uma paródia do caso citado a cima, pisando novamente no calo dos profissionais da imprensa.</p>
<p>Vale refletir.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6B11eVveQaA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/6B11eVveQaA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Eleições e informações tratadas de forma diferente</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 21:48:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Habemus Comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse post era para ter saído no início da semana. Fiquei realmente encantada com o projeto e decidi ignorar o atraso e publicar assim mesmo O UAI, site jornalístico de Minas Gerais, apresentou uma novidade envolvendo as eleições, notícias e a internet: um newsgame. No mesmo clima do Candidate Match Game, lançado pelo USA Today, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #808080;"><em>Esse post era para ter saído no início da semana. Fiquei realmente encantada com o projeto e decidi ignorar o atraso e publicar assim mesmo<br />
</em></span></p>
<p>O <a href="http://www.uai.com.br" target="_blank">UAI</a>, site jornalístico de Minas Gerais, apresentou uma novidade envolvendo as eleições, notícias e a internet: um <strong><a href="http://sites2.uai.com.br/eleicoes2008_game/" target="_blank">newsgame</a></strong>.</p>
<p>No mesmo clima do <a href="http://www.usatoday.com/news/politics/election2008/candidate-match-game.htm" target="_blank">Candidate Match Game</a>, lançado pelo USA Today, a equipe do portal fez a versão regionalizada do projeto.</p>
<p>Voltado especificamente para as eleições municipais de Belo Horizonte, o newsgame traz perguntas polêmicas, e a partir das respostas dadas pelo usuário o site indica quais os candidatos que têm propostas mais parecidas com seus pensamentos. Trânsito, educação, economia, saúde, tudo isso é levado em conta. &#8220;Aqueles [candidatos] que tiverem uma visão mais próxima à sua vão se destacar&#8221;, explica o site do game informativo.</p>
<p>A capacidade de reter informações através de um newsgame é consideravelmente maior que a de outras formas de comunicação. Segundo o <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/04/07/newsgames-tem-retencao-de-informacao-de-70-a-80/" target="_blank">blog de Tiago Dória</a>, uma pesquisa apresentada no <a href="http://online.journalism.utexas.edu/" target="_blank">Simpósio Internacional de Jornalismo Online</a> afirmou que a taxa atingida com tal ferramenta é de 70 a 80%, enquanto com textos, áudio ou vídeo é de apenas 50%.</p>
<p><a href="http://sites2.uai.com.br/eleicoes2008_game/"><img class="alignnone size-full wp-image-265" title="newsgame" src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2008/08/newsgame.jpg" alt="" width="425" height="363" /></a></p>
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		<title>O nascimento do primeiro filho, em 140 caracteres</title>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 13:17:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo de web]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse post eu fiz, originalmente, para o Twitter Brasil, mas por saber que não é todo mundo daqui que dá as caras por lá, estou postando aqui também! - Mais uma experiência inusitada com o Twitter: a narração do parto do primeiro filho. O gerente de projetos Samuel Guimarães, de 28 anos, transmitiu o nascimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Esse post eu fiz, originalmente, para o <a href="http://www.twitterbrasil.org/2008/05/19/o-nascimento-do-primeiro-filho-em-140-caracteres/" target="_blank">Twitter Brasil</a>, mas por saber que não é todo mundo daqui que dá as caras por lá, estou postando aqui também!</em></p>
<p>-</p>
<p>Mais uma experiência inusitada com o Twitter: a narração do parto do primeiro filho.</p>
<p>O gerente de projetos <a href="http://twitter.com/samuelguimaraes" target="_blank">Samuel Guimarães</a>, de 28 anos, transmitiu o nascimento de seu filho nesta segunda-feira (19) via Twitter. Desde a hora que chegou à maternidade, aproximadamente às sete da manhã, Samuel começou suas twittadas usando um celular.</p>
<p>“Faltam alguns minutos&#8230;ja to vestido de alface!”, disse ele em uma das mensagens.</p>
<p>Após enviar <a href="http://www.twinkleshots.com/index.php?id=814811276" target="_blank">foto</a> da entrada da sala de parto, e confirmar sua ansiedade, às 9h10 Samuel anuncia, enfim, o nascimento de Felipe Augusto Guimarães.</p>
<p><img src="http://www.twitterbrasil.org/wp-content/uploads/2008/05/parto.jpg" alt="parto.jpg" width="425" /></p>
<p>Samuel Guimarães trabalha na agência mineira <a href="http://www.5clicks.com.br/" target="_blank">5 Clicks</a>. Envolvido nos preparativos do <a href="http://imasters.uol.com.br/interminas/2008/" target="_blank">Interminas</a>, ele preferiu pedir para o médico adiar o parto de seu filho para poder participar do evento, já que o mesmo estava programado para o mesmo final de semana.</p>
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		<title>Boicote? Paulo Henrique Amorim e Mino Carta dão tchau ao IG</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 20:43:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Polêmica]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Os jornalistas Paulo Henrique Amorim e Mino Carta deram adeus ao IG, que hospedava seus blogs. Nesta terça-feira, misteriosamente o blog de Amorim saiu do ar. Hoje, com um domínio homônimo, o jornalista explicou o ocorrido, alegando que foi demitido pelo portal. &#8220;O IG rescindiu meu contrato que ia até 31 de dezembro de 2008. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os jornalistas Paulo Henrique Amorim e Mino Carta deram adeus ao IG, que hospedava seus blogs.</p>
<p>Nesta terça-feira, misteriosamente o blog de Amorim saiu do ar. Hoje, com um <a href="http://www.paulohenriqueamorim.com.br/" target="_blank">domínio homônim</a><a href="http://www.paulohenriqueamorim.com.br/" target="_blank">o</a>, o jornalista explicou o ocorrido, alegando que foi demitido pelo portal. &#8220;O IG rescindiu meu contrato que ia até 31 de dezembro de 2008. O Conversa Afiada continua o mesmo – e mais livre, aqui, neste novo espaço&#8221;, escreveu ele em sua nova página. PHA garante ainda que escreverá um &#8220;Máximas e Mínimas&#8221; para esclarecer a confusão.</p>
<p>Como polêmica pouca é bobagem, o também jornalista Mino Carta resolveu se pronunciar (através de ações), e se despediu também do IG. &#8220;Meu blog no IG acaba com este post. Solidarizo-me com Paulo Henrique Amorim por razões que transcendem a nossa amizade de 41 anos&#8221;, escreveu Mino em seu último post&#8221;. O abrupto rompimento do contrato que ligava o jornalista ao portal ecoa situações inaceitáveis que tanto Paulo Henrique quanto eu conhecemos de sobejo, de sorte a lhes entender os motivos em um piscar de olhos. Não me permitirei conjecturas em relação ao poder mais alto que se alevanta e exige o afastamento&#8221;, completou.</p>
<p><a href="http://raquelcamargo.com/blog/2008/03/boicote-paulo-henrique-amorim-e-mino-carta-dao-tchau-ao-ig/134/" rel="attachment wp-att-134" title="blogdomino.jpg"><img src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2008/03/blogdomino.jpg" alt="blogdomino.jpg" /></a><br />
<em><strong>O que eu acho disso?</strong></em></p>
<p>Fiquei surpresa com a atitude de Mino, acho muito digna. Às vezes paro para pensar na imprensa que temos e vejo tudo tão sórdido e paliativo. A iniciativa do Mino, para mim, é uma luz no meio disso tudo.</p>
<p>Se estamos na internet, temos tudo para poder romper a monopolização de informações, basta ter coragem. A suposta tentativa do IG de silenciar um jornalista que faz reflexões políticas é mais uma prova da existência (e insistência) da censura. Sem consideração e respeito com o leitor, o IG &#8220;apagou&#8221; a página do PHA sem qualquer aviso ou comunicado, enfim, uma atitude IGnorante.</p>
<p>Parabenizo Mino pela atitude e também Paulo Henrique Amorim, pela iniciativa de colocar logo no ar sua nova página e por não deixar o caso passar batido.</p>
<p><em><strong>Fico só com uma dúvida:</strong> depois disso tudo, o site da Revista Carta Capital continuará hospedado no Ig? Será?</em></p>
<pre><strong>Obs: Não coloquei os links das páginas antigas de pirraça mesmo. </strong></pre>
<pre><strong>Dar mais acesso para lá? Dependendo de mim, não. </strong></pre>
]]></content:encoded>
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		<title>Google Bomb pró-Nassif</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 12:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Anti-jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Google Bomb]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Nassif]]></category>
		<category><![CDATA[Polêmica]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Veja]]></category>

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		<description><![CDATA[O novo projeto do jornalista Luís Nassif é o novo objeto de &#8220;campanha&#8221; dos blogueiros. Um manifesto contra a revista Veja está sendo liderado pelo jornalista. Dizendo que a publicação se tornou o maior fenômeno anti-jornalismo dos últimos tempos, Nassif apresenta vários casos polêmicos da história da Veja. Caso queira dar força ao &#8220;bombardeio&#8221; iniciado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O novo projeto do jornalista Luís Nassif é o novo objeto de &#8220;campanha&#8221; dos blogueiros.</p>
<p>Um manifesto contra a revista <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/home" target="_blank">Veja</a> está sendo liderado pelo jornalista. Dizendo que a publicação se tornou o maior fenômeno anti-jornalismo dos últimos tempos, Nassif apresenta vários casos polêmicos da história da <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/home" target="_blank">Veja</a>.</p>
<p>Caso queira dar força ao &#8220;bombardeio&#8221; iniciado pelo <a href="http://www.benderblog.com/realidade/revista-veja-a-verdade-luis-nassif-e-mais-um-bombardeio/" target="_blank">Bender</a>, basta fazer um post e linkar a palavra &#8220;<a href="http://luis.nassif.googlepages.com/home" target="_blank">VEJA</a>&#8221; com o endereço do Nassif: <a href="http://raquelcamargo.com/blog/wp-includes/js/tinymce/plugins/inlinepopups/images/spacer.gif" target="_blank">http://luis.nassif.googlepages.com/home</a></p>
<p>Quando mais vezes a palavra for linkada assim, mais fácil será a divulgação da campanha do jornalista pelo Google.</p>
<p><img src="http://raquelcamargo.com/blog/wp-content/uploads/2008/02/veja.jpg" alt="veja.jpg" /></p>
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