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Bob Dylan é confundido com mendigo nos Estados Unidos

Bob Dylan, lenda viva da música mundial, mais uma vez assustou com sua peculiar estética. O grande músico foi confundido com um mendigo pela polícia de Nova Jersey, nos Estados Unidos.

Durante alguns instantes, Dylan ficou detido pela polícia, e só conseguiu resolver o engano após ser reconhecido pela sua equipe de turnê.

A oficial da polícia local, Kristie Buble, de 24 anos, contou que o artista estava na região de Long Branch em um dia de tempestade. Dylan teria entrado em uma casa que tinha na frente uma placa com os dizeres “à venda” e causado susto nos moradores da residência.

“Recebemos um chamado para investigar uma pessoa suspeita”, contou o oficial à rede ABC. “Eu perguntei o que ele estava fazendo e ele me disse que procurava uma casa para comprar. Quando perguntei seu nome, ele me disse ‘Bob Dylan’, mas eu já vi fotos de Dylan de muitos anos atrás e aquele homem não se parecia nem um pouco com Bob Dylan”, completou.

Buble disse também que o então suspeito não portava nenhum documento para provar sua identidade. Após a insistência do cantor, a policial acompanhou o senhor ao hotel onde estava hospedado e lá o problema foi resolvido.

Procurada pela ABC, a assessoria de Bob Dylan se declarou surpresa e disse que iria checar com o músico a veracidade da história.

Não é a primeira vez que um episódio desses acontece com Dylan. Em 2007 ele fez uma apresentação em uma escola infantil e deixou criancinhas apavoradas.

As famosas incompatibilidades de músicos

Vocalista da banda Hangar anuncia sua saída

Nesse trabalho de conhecer sempre novas bandas, ir à shows de artistas que eu conheço pouco e precisar estudar suas vidas para entrevistas e demais tarefas, eu descobri um grupo que eu aprendi a respeitar: Hangar.

Nando (foto de Raquel Camargo)Para quem não saca de quem eu tô falando, eu explico (mas se você já souber, pode pular o parágrafo). Hangar é uma banda de power metal, liderada pelo baterista Aquiles Priester, conhecido por tocar na banda Angra. Eles estão na área desde 1997, claro que com algumas mudanças entre os integrantes. O disco mais recente da banda é o “The Reason Of Your Conviction”, que saiu em 2007 e impressionou a todos tendo todo seu conceito sustentado na mente de um serial killer. Em 2008 os caras chegaram a abrir show até do Dream Theater no Brasil e fizeram uma turnê de natal ao lado de André Matos.

No fim de dezembro fui conversar com a banda. Eles que estavam em BH durante a turnê de fim de ano com o ex-vocal do Angra foram atenciosos, e embora estivessem na correria receberam o Cifra Club agradavelmente.

Qualquer um que assiste aos vídeos do papo com a banda vê que o vocalista, Nando Fernandes, fala pouco e parece algumas vezes estar viajando em outro universo. Percebendo isso eu relevei, achei que fosse o jeitão do cara e que, além disso, ele estava cansado pra caramba, afinal estava “virado” voltando de Campinas.

Só que para a minha surpresa (e de todos os fãs, claro), Nando anunciou nesta semana sua saída do grupo. Uó! Então quer dizer que aquela cara de desânimo dele não era incoluntária? Era mesmo preguiça de seus colegas de banda? Woloko.

Sabendo do poder da internet, Nando espalhou seu comunicado pelo Orkut e em seu blog. Lá ele disse:

“Gostaria de comunicar pessoalmente aos amigos e fãs que, a partir de hoje, não faço mais parte da banda Hangar. Existe uma grande incompatibilidade de relacionamento entre eu e alguns integrantes da banda, tornando, assim, impossível a minha permanência. Gostaria de agradecer da forma mais profunda e verdadeira a todas as pessoas que apoiaram a banda e a mim ao longo dos anos em que fui o vocalista do Hangar. Tenho certeza que seguiremos caminhos diferentes a partir de hoje, mas, desde já, quero desejar boa sorte aos que ficam e dizer que sou muito agradecido por tudo e que tenho muito orgulho de tudo que conquistamos juntos.

‘I HAVE THE CONVICTION THAT I WAS THE BEGINNING TOO’”

Preocupo-me agora com o futuro da banda, que tinha a química perfeita com o “homi” no vocal. O Nando já avisou, também pelo Orkut, que está garantido o lançamento do DVD com a turnê que eu comentei recentemente. Menos mal, fica uma lembrança para os fãs.

Veja nos vídeos aí abaixo a última entrevista que Nando fez ao lado do Hangar. (Entrevista em duas partes publicada originalmente no Cifra Club)

Blitz by windows XP

Sábado fui ao show da banda Blitz, aqui em BH.
Eu curto a banda (acho que nasci na década errada, já que adoro as bandas que faziam sucesso na época que eu era ainda uma catarrenta).

Além de curtir a tal apresentação do quarentão do Evandro Mesquita (que tá super bem, nem te conto) e cia, me diverti e surpreendi com um fato inusitado: parecia que o Windows Xp estava patrocinando o evento.

Tinha um telão no fundo do palco, e o objetivo dele era estampar uma imagem com o nome da banda, no entanto, a proteção de tela do Windows marcou presença no palco em alguns momentos. Mereceu DEMAIS uma foto. Aí está.

Tcharan, show da Blitz, um oferecimento Windows XP

O fundo normal, como deveria ser

Mesquita, moderno e arrojado.

Ps: mais fotos do show aqui

Um tapinha dói sim

Lembra daquele funk infernal, “Um Tapinha Não Dói”, que estourou em 2000, se não me engano? Pra mim, mais que tarde, os produtores dessa porcaria música foram punidos.

A empresa Furacão 2000 Produções Artísticas Ltda foi condenada pela Justiça Federal a pagar R$ 500 mil de indenização pelo hit Um Tapinha Não Dói.

Ajuizada pelo Ministério Público, a ação concluiu que a letra da música banalizava a violência contra a mulher e ainda propagava uma visão preconceituosa e rotulada sobre a conduta sexual feminina.

O juiz Adriano Vitalino dos Santos, da 7ª Vara Cível Federal, defende que o tapa não é banal e inofensivo como diz a música, e que “causa dor física na vítima, além do abalo psíquico decorrente da humilhação que o gesto em si constitui”, segundo o jornal A Tarde.

MC Naldinho, intérprete e autor da música diz que o contexto da música é outro. Ele explicou que escreveu a música quando deu um “tapinha corretivo” em sua filha, Karolyne, de dez anos. Após o tapinha, ela teria respondido que “um tapinha não dói”. Já Rômulo Costa, dono da Furacão, além de afirmar que não tem condições para pagar a multa, chama a situação de “censura”. “Acho injusto. Isso é cercear a nossa liberdade, não poder colocar as pessoas para cantar. É um precedente muito sério”, completou o empreendedor.

A notícia eu escrevi, originalmente, pro Cifra Club.